A P. começou a dar os primeiros passos. De sorriso na cara, levanta os braços para controlar o equilibrio e lá vai, pouco a pouco. As distâncias são reduzidas ainda, mas nota-se que está a ganhar confiança e até já arrisca.
Acabou-se a paz, portanto...
A T. já entrou em contagem decrescente para os 5 anos. Já anunciou ao MUNDO o que gostava que os pais lhe dessem de presente: uma bicicleta OU uma máquina fotográfica, "daquelas de criança, cor-de-rosa". Gostei especialmente de se tratar de uma alternativa e não de uma soma!
Anda numa fase chata, de birras e choros. Só ouve o que lhe digo à 4ª ou 5ª vez depois de já estar irritada com ela, e depois dá choro, baba e ranho, ah pois dá!
Eu sinto-me mais frágil, mais irritada e... mais gorda. Sei perfeitamente qual a razão para tudo isto, mas prometi a mim mesma que, azar, isto vai durar até passar, porque não volto atrás.
Controlo-me imenso ao fim-da-tarde, hora crítica para todas as mães, não é? O enorme esforço que faço para não gritar e não perder a cabeça deixa-me cansada!
O Homem lá de casa também anda mais irritadiço, mas beneficia do facto de não ter de suportar diariamente os fins de tarde! (tá tudo dito, não está?)
3 comentários:
A hora crítica é sempre a que mais custa a passar, e aquela em que mais vezes pensamos no "vício", não é verdade?!?!
Mas vais ver que aos poucos o stress desaparece. Posso dizer-te que hoje em dia já consigo comprar um maço de tabaco e tê-lo lá em casa só para quando vou a jantares sem crianças e onde posso gozar o meu cigarrinho.
Bjinhos
Parabéns à caganita, já anda!!!
Hora critica?!
Ui... há dias que a coisa até corre bam, mas há outros...
tu sabes!
Bjs
Hehehe!! O meu sobrinha pediu ao Pai Natal uma dessas "máquinas azuis" e não é que o Pai Natal (tia) trouxe) Agora leva-a para todo o lado.
Quanto há hora crítica aqui também temos uma, mas felizmente não estou a tentar deixar nenhum hábito enraizado. Coragem!!
Beijos
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