O gratuito que acompanha os jornais Público e Bola traz hoje um artigo sobre a coisa na sua secção Economia.
Há um prazo para a troca das bimbásticas, atenção! E são todas trocadas, desde 2004 até agora!
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
NY(3)
A diferença horária ditou um acordar madrugador. Os (poucos) dias foram por isso longos e muito bem aproveitados, com passeios rua-acima-rua-abaixo, rua-à-direita-rua-à-esquerda, numa espécie de uma correria em busca de uma qualquer saída daquele labirinto de arranha-ceús.
Pelo meio, matei saudades do "bagel with cream cheese" ao pequeno-almoço, bem como da "spicy italian sandwish" do Subway. Como não podia deixar de ser (porque o Homem lá de casa é um guloso), lá fomos também ao Dunkin'Donuts, que já tem expresso, além daquela água-suja-que-não-sabe-a-nada, servida num "balde" de esferovite ou cartão com uma tampa plástica branca que, dizem eles, dá muito jeito para beber o café.
Neve? Nem vê-la, não caiu, porque, apesar de terem estado quatro graus ao meio-dia, o céu andou sempre limpo por aqueles lados. Mas não fez falta, o encanto não se perdeu com aquelas cores todas à nossa frente, quer das folhas e dos arbustos como das decorações de Natal, que se espalham por pequenos jardins no meio da cidade, lojas, edifícios e ruas.
E estivemos juntos, sozinhos, mas com as filhas no coração e nas palavras! Engraçada esta história de se deixar os filhos e depois serem constantemente tema de conversa...
Pelo meio, matei saudades do "bagel with cream cheese" ao pequeno-almoço, bem como da "spicy italian sandwish" do Subway. Como não podia deixar de ser (porque o Homem lá de casa é um guloso), lá fomos também ao Dunkin'Donuts, que já tem expresso, além daquela água-suja-que-não-sabe-a-nada, servida num "balde" de esferovite ou cartão com uma tampa plástica branca que, dizem eles, dá muito jeito para beber o café.
Neve? Nem vê-la, não caiu, porque, apesar de terem estado quatro graus ao meio-dia, o céu andou sempre limpo por aqueles lados. Mas não fez falta, o encanto não se perdeu com aquelas cores todas à nossa frente, quer das folhas e dos arbustos como das decorações de Natal, que se espalham por pequenos jardins no meio da cidade, lojas, edifícios e ruas.
E estivemos juntos, sozinhos, mas com as filhas no coração e nas palavras! Engraçada esta história de se deixar os filhos e depois serem constantemente tema de conversa...
Bimby - 1º problema
A P. tem medo do seu barulho! Chora quando ligo a bimbástica.
Ela saiu-me cá uma mariquinhas. Chora com a Bimby, chora com o secador de cabelo e chora com o mini-aspirador! Tou feita ao bife...
Ela saiu-me cá uma mariquinhas. Chora com a Bimby, chora com o secador de cabelo e chora com o mini-aspirador! Tou feita ao bife...
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
NY(2)
Despachei os presentes de Natal para quase toda a nossa família directa (faltam apenas 3). E, feitas as contas, poupei imenso dinheiro este ano!
Natal solidário
http://daminhamaoparaatua.com.sapo.pt
Um projecto de uma mãe de três filhos que se viu "confrontada com os insistentes pedidos de mais e novos brinquedos, muitas vezes desnecessários mas obrigatórios no grupo de amigos".
A ideia é fantástica!
Branca, parabéns pela iniciativa. Só espero que as escolas sigam as tuas pegadas.
Um projecto de uma mãe de três filhos que se viu "confrontada com os insistentes pedidos de mais e novos brinquedos, muitas vezes desnecessários mas obrigatórios no grupo de amigos".
A ideia é fantástica!
Branca, parabéns pela iniciativa. Só espero que as escolas sigam as tuas pegadas.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
NY
A aproximação à pista já fazia prever o melhor dos cenários. Era possível ver uns amontoados de árvores onde o vermelho, o laranja e o amarelo se misturavam de uma forma impressionante.
Tudo se confirmou. Nunca tinha visto cores tão bonitas.
O frio fez-se sentir, mas com o anda-daqui-para-ali não me queixei. Bastava parar um pouco ao sol para contornar a questão e consolar-me com todo aquele ambiente que vi e embebi.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Agora com (algum) tempo para dar resposta
Ao desafio que veio daqui!
Que estava a fazer há 10 anos atrás?
Estava solteira, a iniciar-me no mundo do trabalho em Lisboa, com duas amigas
5 Snacks que gosto:
- Húngaros (biscoitos)
- Chocolates
- Croquetes
- Crepes
- Caju
5 músicas cujas letras conheço de cor:
- "As saudades que eu já tinha da minha alegre casinha" - Xutos
- "Só pra dizer que te amo" - Clã
- "Girl You'll Be a Woman Soon" - do filme Pulp Fiction
- "Velha Infância" - Tribalistas
- "Still Haven't Found What I'm Looking For" - U2
5 coisas que eu faria se fosse milionária?
- Amortizava já o empréstimo da casa
- Comprava uma casa com jardim
- Ajudava familiares
- Viajava (até à Austrália)
- Tinha mais crianças em casa e uma empregada a tempo inteiro!
5 coisas que eu gosto de fazer?
- Alinhar numa boa petiscada com amigos
- Ter tempo para brincar com as minhas filhas
- Viajar
- Jogar cartas
- Ler
5 coisas que nunca voltaria a vestir/calçar:
- Enchumaços
- Calças justíssimas
- Tops (daqueles de ficar com a barriga à mostra)
- Saias balão
- Sandálias de plástico
5 brinquedos que gosto:
- Computador/Internet
- Máquina fotográfica
- Puzzles
- Cartas
- Bolas
Passo o desafio. Feel free!
Que estava a fazer há 10 anos atrás?
Estava solteira, a iniciar-me no mundo do trabalho em Lisboa, com duas amigas
5 Snacks que gosto:
- Húngaros (biscoitos)
- Chocolates
- Croquetes
- Crepes
- Caju
5 músicas cujas letras conheço de cor:
- "As saudades que eu já tinha da minha alegre casinha" - Xutos
- "Só pra dizer que te amo" - Clã
- "Girl You'll Be a Woman Soon" - do filme Pulp Fiction
- "Velha Infância" - Tribalistas
- "Still Haven't Found What I'm Looking For" - U2
5 coisas que eu faria se fosse milionária?
- Amortizava já o empréstimo da casa
- Comprava uma casa com jardim
- Ajudava familiares
- Viajava (até à Austrália)
- Tinha mais crianças em casa e uma empregada a tempo inteiro!
5 coisas que eu gosto de fazer?
- Alinhar numa boa petiscada com amigos
- Ter tempo para brincar com as minhas filhas
- Viajar
- Jogar cartas
- Ler
5 coisas que nunca voltaria a vestir/calçar:
- Enchumaços
- Calças justíssimas
- Tops (daqueles de ficar com a barriga à mostra)
- Saias balão
- Sandálias de plástico
5 brinquedos que gosto:
- Computador/Internet
- Máquina fotográfica
- Puzzles
- Cartas
- Bolas
Passo o desafio. Feel free!
Vou
de fim-de-semana prolongado. Regresso aqui terça-feira.
Entretanto, a lista de encomendas engrossa de dia para dia. Amigos e familiares entram em contacto a pedir "só uma coisinha"... mas com coisinha mais coisinha já estou a ver que não teremos espaço para tudo.
A nossa prioridade é gozar 3 dias sozinhos, revisitar a cidade, mas desta vez apanhando o seu espítito natalício, comprar presentes de Natal para toda a família e deliciarmo-nos, vaguear por ali.
Há locais que são já míticos e obrigam sempre a uma visita, outros aparecem quase de surpresa e de imediato me conquistam.
Eu sou fã de NY. Adoro aquela cidade e quanto mais a conheço mais gosto dela!
Entretanto, a lista de encomendas engrossa de dia para dia. Amigos e familiares entram em contacto a pedir "só uma coisinha"... mas com coisinha mais coisinha já estou a ver que não teremos espaço para tudo.
A nossa prioridade é gozar 3 dias sozinhos, revisitar a cidade, mas desta vez apanhando o seu espítito natalício, comprar presentes de Natal para toda a família e deliciarmo-nos, vaguear por ali.
Há locais que são já míticos e obrigam sempre a uma visita, outros aparecem quase de surpresa e de imediato me conquistam.
Eu sou fã de NY. Adoro aquela cidade e quanto mais a conheço mais gosto dela!
Chegou!
A minha Bimby já cá canta, desde ontem ao fim da tarde. Agora é só arregaçar as mangas, Yehhh!!!
E para o jantar vamos ter... aceitam-se sugestões!
E para o jantar vamos ter... aceitam-se sugestões!
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
domingo, 18 de novembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Ternura
Encontrar a T. na cama da P. a fazer-lhe miminhos e a dar-lhe beijinhos hoje de manhã!
Ver a pisco a rir, toda contente com a irmã.
Fiquei derretida... e, apesar de saber que ainda me espera muita luta entre as duas, fica a certeza do que sentem uma pela outra.
Ver a pisco a rir, toda contente com a irmã.
Fiquei derretida... e, apesar de saber que ainda me espera muita luta entre as duas, fica a certeza do que sentem uma pela outra.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
"Ota escondida com Alcochete de fora"
A frase é de um líder partidário. Independentemente disso, acho que a questão posta assim está muito bem apanhada!
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Raios de manhã
Mas que azar o meu e o dia ainda vai a meio. Decidi gozar esta minha folga em pleno, assim tipo vou vadiar, passear, fazer umas compritas e gastar o tempo comigo. A ideia era aliciante, mas a coisa começou logo a correr mal, assim que não consegui sair da garagem porque a porra do comando avariou. Estive 15 minutos à espera que um vizinho abrisse o portão (estes tipos não têm que trabalhar cedo???! ninguém sai de casa depois das 09:00, digo eu!)
Lá segui atrasada para o colégio, para deixar a T., e parti para um Continente diferente do habitual em busca de um par de sapatos com 50% de desconto. E lá estava, o modelito escolhido no tamanho pretendido, fantástico. Aproveitei para adquirir duas camisolitas para je, moi-même, porque o preço era bastante convidativo, peguei em mais meia dúzia de coisas perfeitamente dispensáveis e fui para uma caixa. Foi então que descobri que tinha deixado o cartão multibanco na carteira que usei ontem e tentei o Visa, mas não soube o código! Ainda exprimentei duas vezes, mas desisti. É raro usar o Visa, só mesmo em viagens e aí assino... Nem cheques nem nada! As coisas lá ficaram, mas prometi à senhora regressar. Voltei a casa, voltei ao Continente, paguei. Segui até à Worten para cuscar o preço do novo CD dos Clã - "Cintura" - e uma das porcarias que tinha nos sacos fazia apitar o sistema de alarme da loja. Eram os sapatos. Voltei ao Continente para me desactivarem aquela merda e decidi ir embora. Deisisti do CD.
Avancei então para uma zona completamente diferente da cidade para ir trocar um presente que deram à P. Estacionei, entrei, vasculhei e não encontrei nada de especial para fazer a troca. Lá desencantei um vestido giro e que daria já para a "toilette" do Natal. Pedi o tamanho e, claro, já não havia! Acabei por trazer mais uma "blusinha", que não era nada daquilo que eu queria, mas pronto!
Já no regresso a casa, decido parar num local para mim emblemático para um café e um doce, mas reparo que a "La Coppa" já não existe. Nem acredito, como é que agora vou adoçar a boca? Passei anos de juventude naquel espaço, a comer crepes e panquecas doces, com chantilly por cima, passei as duas gravidezes lá, a consolar-me com aquelas maravilhas! E os crepes salgados? Irresistíveis também! Agora é um loja da Haagen Dazs, o que é bom, mas não se compara com a "La Coppa". Como vou alimentar o meu terceiro filho um dia destes?? Que desconsolo...
Decidi "arrumar as botas", aqui estou em casa e preparo-me para ir ao Centro de Saúde com a P. para tomar a vacina da varicela!
Lá segui atrasada para o colégio, para deixar a T., e parti para um Continente diferente do habitual em busca de um par de sapatos com 50% de desconto. E lá estava, o modelito escolhido no tamanho pretendido, fantástico. Aproveitei para adquirir duas camisolitas para je, moi-même, porque o preço era bastante convidativo, peguei em mais meia dúzia de coisas perfeitamente dispensáveis e fui para uma caixa. Foi então que descobri que tinha deixado o cartão multibanco na carteira que usei ontem e tentei o Visa, mas não soube o código! Ainda exprimentei duas vezes, mas desisti. É raro usar o Visa, só mesmo em viagens e aí assino... Nem cheques nem nada! As coisas lá ficaram, mas prometi à senhora regressar. Voltei a casa, voltei ao Continente, paguei. Segui até à Worten para cuscar o preço do novo CD dos Clã - "Cintura" - e uma das porcarias que tinha nos sacos fazia apitar o sistema de alarme da loja. Eram os sapatos. Voltei ao Continente para me desactivarem aquela merda e decidi ir embora. Deisisti do CD.
Avancei então para uma zona completamente diferente da cidade para ir trocar um presente que deram à P. Estacionei, entrei, vasculhei e não encontrei nada de especial para fazer a troca. Lá desencantei um vestido giro e que daria já para a "toilette" do Natal. Pedi o tamanho e, claro, já não havia! Acabei por trazer mais uma "blusinha", que não era nada daquilo que eu queria, mas pronto!
Já no regresso a casa, decido parar num local para mim emblemático para um café e um doce, mas reparo que a "La Coppa" já não existe. Nem acredito, como é que agora vou adoçar a boca? Passei anos de juventude naquel espaço, a comer crepes e panquecas doces, com chantilly por cima, passei as duas gravidezes lá, a consolar-me com aquelas maravilhas! E os crepes salgados? Irresistíveis também! Agora é um loja da Haagen Dazs, o que é bom, mas não se compara com a "La Coppa". Como vou alimentar o meu terceiro filho um dia destes?? Que desconsolo...
Decidi "arrumar as botas", aqui estou em casa e preparo-me para ir ao Centro de Saúde com a P. para tomar a vacina da varicela!
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
A minha sogra
é uma querida! Devo ser das poucas pessoas a escrever uma coisa destas, mas é o que sinto, a mais pura das verdades.
No início, desconfiei, claro, achei que queria meter o bedelho, achei que sentia que eu lhe tinha roubado o filhinho muito amado. E da parte dela senti também alguma resistência. Enfim, eu era a nora e ela a sogra! Normal, portanto. Mas os anos foram passando e a nossa relação foi-se aprofundando, de tal maneira que agora sei que tenho uma amiga, de verdade, com quem posso contar.
Tem o cuidado de me telefonar sempre que o Homem lá de casa não está. Tem o cuidado de me convidar para ir lá almoçar, tem o cuidado de passar lá em casa, dar-me um "miminho". Oferece-se para "o que for preciso" e é mesmo assim, quando é preciso, avança sem preconceitos, dedicando-se de corpo e alma.
E é com ela que conto sempre que (raramente) acompanho o Homem lá de casa nas suas viagens, entregando-lhe aquilo que mais tenho de precioso neste mundo, a T. e a P.
E o facto de trocar refeições, baralhar-se no nº de gotas que tem que dar das vitaminas e outras coisas semelhantes, eu confio na minha sogra. Quero lá saber se tomou 6 em vez de 12 gotas, quero lá saber se comeu a sopa ao almoço em vez de ser ao jantar, quero lá saber se pôs umas pedrinhas de sal na comida da P., não me interessa se não tomaram banho porque estava muito frio e só lhes lavou os pés e o rabo! O que conta, para mim, é o tamanho do seu coração, a forma meiga como trata as netas, a sua dedicação e dar sempre o seu melhor.
A T. e a P. gostam de estar com ela, sentem-se bem, riem com as suas graçolas e agradecem os seus mimos.
Consigo trocar confidências com ela e vice-versa. Aliás, ela topa logo quando eu estou cansada, desmotivada, desconsolada, assim como eu vejo logo quando ela está na mó de baixo.
No início, desconfiei, claro, achei que queria meter o bedelho, achei que sentia que eu lhe tinha roubado o filhinho muito amado. E da parte dela senti também alguma resistência. Enfim, eu era a nora e ela a sogra! Normal, portanto. Mas os anos foram passando e a nossa relação foi-se aprofundando, de tal maneira que agora sei que tenho uma amiga, de verdade, com quem posso contar.
Tem o cuidado de me telefonar sempre que o Homem lá de casa não está. Tem o cuidado de me convidar para ir lá almoçar, tem o cuidado de passar lá em casa, dar-me um "miminho". Oferece-se para "o que for preciso" e é mesmo assim, quando é preciso, avança sem preconceitos, dedicando-se de corpo e alma.
E é com ela que conto sempre que (raramente) acompanho o Homem lá de casa nas suas viagens, entregando-lhe aquilo que mais tenho de precioso neste mundo, a T. e a P.
E o facto de trocar refeições, baralhar-se no nº de gotas que tem que dar das vitaminas e outras coisas semelhantes, eu confio na minha sogra. Quero lá saber se tomou 6 em vez de 12 gotas, quero lá saber se comeu a sopa ao almoço em vez de ser ao jantar, quero lá saber se pôs umas pedrinhas de sal na comida da P., não me interessa se não tomaram banho porque estava muito frio e só lhes lavou os pés e o rabo! O que conta, para mim, é o tamanho do seu coração, a forma meiga como trata as netas, a sua dedicação e dar sempre o seu melhor.
A T. e a P. gostam de estar com ela, sentem-se bem, riem com as suas graçolas e agradecem os seus mimos.
Consigo trocar confidências com ela e vice-versa. Aliás, ela topa logo quando eu estou cansada, desmotivada, desconsolada, assim como eu vejo logo quando ela está na mó de baixo.
domingo, 11 de novembro de 2007
Mundo
create your own visited countries map
Aqui está o mapa dos países por onde já passei!
(e é o que se faz num dia em que tenho que marcar o ponto, mesmo não se passando nada!)
Meteo
Liguei ontem o aquecimento central. O frio já é desconfortante à noite e de madrugada. E agora é que vão ser elas... as contas do gás!
Passeios
E lá vai ela outra vez arejar o caneco! Duas saídas numa semana, que bom!
Amanhã é o São Martinho, numa quinta em Penafiel. Quinta-feira é uma deslocação até à Maia para apresentar a história "Os três cabritinhos", no âmbito de um encontro de educadores de infância, se não estou em erro. Vão tocar xilofone.
E diz-me a T. a propósito da autorização para ir à Maia: "Mãe, hoje tenho aqui na mochila uma carta de extrema importância".
E cá está um exemplo de como o seu vocabulário cresce a olhos vistos.
(extrema importância???!? É expressão que não uso, mas ok!)
Amanhã é o São Martinho, numa quinta em Penafiel. Quinta-feira é uma deslocação até à Maia para apresentar a história "Os três cabritinhos", no âmbito de um encontro de educadores de infância, se não estou em erro. Vão tocar xilofone.
E diz-me a T. a propósito da autorização para ir à Maia: "Mãe, hoje tenho aqui na mochila uma carta de extrema importância".
E cá está um exemplo de como o seu vocabulário cresce a olhos vistos.
(extrema importância???!? É expressão que não uso, mas ok!)
sábado, 10 de novembro de 2007
Programas
A T. foi à bola com o pai!Um programa a dois que incluiu passeio de metro, jogo de futebol, sandes de panado, encontros com tios e sono... muito sono.
Etiquetas:
a minha mais velha,
Homem lá de casa,
novas experiências
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Optimismo
No meio de uma agenda tão cheia de trabalho, de uma semana em que almoçar foi mentira, descansar também e em que aturei, ouvi e observei pessoas completamente diferentes, oriundas das mais variadas áreas, congratulo-me por verificar no calendário que este mês ainda vou desaparecer deste "tasco" por vários dias. Vou atravessar o Atlântico e deixar-me embeber pelo espírito de Natal que já se deve fazer sentir na Big Apple!
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
E com a segunda... é sempre a andar!
Noto que é tudo simplificado com a P. Leva-se quase tudo na descontracção!
A carga em dias de saída é pouca, os "morfes" desenrascam-se e ela anda sempre para cá e para lá, bem ao estilo de uma mochila.
A diferença maior é, no entanto, a rapidez com que os segundos filhos têm acesso a tudo! brinquedos, comida de crescidos e doces.
Dou por mim a enfiar-lhe umas garfadas (onde é que a T. com apenas 1 ano metia um garfo na boca?!) de pêra cortada aos bocadinhos, arroz malandro de feijão e sopa com couves (que ela mastiga sem ter ainda mais do que três dentes incisivos), por exemplo.
E já provou bolo de chocolate, gelatina e outras coisas "boas" que a irmã lhe vai dando...
Por aqui acontece o mesmo. E por outros lados deve também ser assim, não?
A carga em dias de saída é pouca, os "morfes" desenrascam-se e ela anda sempre para cá e para lá, bem ao estilo de uma mochila.
A diferença maior é, no entanto, a rapidez com que os segundos filhos têm acesso a tudo! brinquedos, comida de crescidos e doces.
Dou por mim a enfiar-lhe umas garfadas (onde é que a T. com apenas 1 ano metia um garfo na boca?!) de pêra cortada aos bocadinhos, arroz malandro de feijão e sopa com couves (que ela mastiga sem ter ainda mais do que três dentes incisivos), por exemplo.
E já provou bolo de chocolate, gelatina e outras coisas "boas" que a irmã lhe vai dando...
Por aqui acontece o mesmo. E por outros lados deve também ser assim, não?
sábado, 3 de novembro de 2007
Para ti, P.
Um ano de imensidão.
Um ano de profundo amor por ti, de grande partilha.
Um ano de alegrias, descobertas e algumas (poucas, felizmente) preocupações.
Um ano que me preencheu, que me fez crescer e me fez aprender muito.
Um ano de vida, o teu primeiro ano!
Muitos parabéns, minha querida P.
A mãe estava muito mal habituada, não sabia o que era ter um bebé em casa, porque a T. nunca deu muito trabalho, raramente chorava, nunca teve cólicas, sempre comeu e dormiu.
Foste muito chorona desde o fim do primeiro mês até ao dia em que cumpriste cinco meses. Não havia embalo, colo, conforto, mimo ou leite que te acalmasse. Cólicas??!? Bebé chorão?!?!?? Tudo isso poderia responder ao porquê de tanta inquietação.
Mas foi exactamente nesse dia em que fizeste cinco meses que te levei pela primeira e única vez às urgências do S. João. Foi nesse dia, perante a tua recusa em comer o que quer que fosse durante longas horas e perante a ausência do teu pediatra que nem hesitei em avançar para um hospital, pedindo à avó que ficasse com a T. em casa.
Foi nesse dia que te diagnosticaram uma possível infecção, confirmada dois dias depois e que te levou ao internamento no hospital da nossa área de residência, onde ficámos durante sete longos dias e durante a Páscoa.
E passados dois dias de internamento eras já uma outra bebé, bem disposta, muito semelhante ao que és agora, cujo sorriso me derrete, como já o escrevi aqui.
Exigente e determinada mas muito meiga, és uma criança cheia de vida, que adora mimos e venera a irmã. Nada melhor do que uns copos/garrafas de iogurtes vazios para te entreter e a "laranjinha", que seguras bem e não deixas que te tirem.Serás sempre a minha "pisco" de gente, apesar de teres já perdido aquele ar franzino que me conquistou desde o primeiro segundo em que te vi.
Minha querida, o quanto gosto de ver que és feliz, o quando desejo que assim continues, pela vida fora, sabendo, no entanto, que terás momentos de desilusão, de muitas birras e de tristezas, mas isso faz parte, faz parte do crescimento de todos nós.
E o que quero que saibas é que estou aqui, estarei sempre, de braços abertos para te aconchegar.
Um ano de profundo amor por ti, de grande partilha.
Um ano de alegrias, descobertas e algumas (poucas, felizmente) preocupações.
Um ano que me preencheu, que me fez crescer e me fez aprender muito.
Um ano de vida, o teu primeiro ano!
Muitos parabéns, minha querida P.
A mãe estava muito mal habituada, não sabia o que era ter um bebé em casa, porque a T. nunca deu muito trabalho, raramente chorava, nunca teve cólicas, sempre comeu e dormiu.
Foste muito chorona desde o fim do primeiro mês até ao dia em que cumpriste cinco meses. Não havia embalo, colo, conforto, mimo ou leite que te acalmasse. Cólicas??!? Bebé chorão?!?!?? Tudo isso poderia responder ao porquê de tanta inquietação.
Mas foi exactamente nesse dia em que fizeste cinco meses que te levei pela primeira e única vez às urgências do S. João. Foi nesse dia, perante a tua recusa em comer o que quer que fosse durante longas horas e perante a ausência do teu pediatra que nem hesitei em avançar para um hospital, pedindo à avó que ficasse com a T. em casa.
Foi nesse dia que te diagnosticaram uma possível infecção, confirmada dois dias depois e que te levou ao internamento no hospital da nossa área de residência, onde ficámos durante sete longos dias e durante a Páscoa.
E passados dois dias de internamento eras já uma outra bebé, bem disposta, muito semelhante ao que és agora, cujo sorriso me derrete, como já o escrevi aqui.
Exigente e determinada mas muito meiga, és uma criança cheia de vida, que adora mimos e venera a irmã. Nada melhor do que uns copos/garrafas de iogurtes vazios para te entreter e a "laranjinha", que seguras bem e não deixas que te tirem.Serás sempre a minha "pisco" de gente, apesar de teres já perdido aquele ar franzino que me conquistou desde o primeiro segundo em que te vi.
Minha querida, o quanto gosto de ver que és feliz, o quando desejo que assim continues, pela vida fora, sabendo, no entanto, que terás momentos de desilusão, de muitas birras e de tristezas, mas isso faz parte, faz parte do crescimento de todos nós.
E o que quero que saibas é que estou aqui, estarei sempre, de braços abertos para te aconchegar.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Há um ano...
Estava um dia bonito, como o de hoje, com sol e frio q.b. e eu estava calma, tranquila. Entrava em contagem decrescente e apenas estava desejosa de te ter nos braços, minha querida.
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