A bruxinha não dorme em casa hoje. Não, não é a primeira vez que levanto a asa, mas é a estreia numa pernoita não ditada por mim.
O pedido já tinha sido feito há meses, mas o momento ainda não tinha surgido. A P. foi dormir a casa da empregada, da amiga e adorada Dolores!
Partiu de mochila às costas, Maria (boneca que não prescinde) na mão e sorriso nos lábios. Foi feliz e eu recordei as vezes em que os meus pais me deixaram dormir em casa da nossa empregada quando era pequena, e o programaço que aquilo era!
Recebi um telefonema às 21:30 dando conta que estava em grande brincadeira e muito bem disposta. Falou comigo, desejando-me boa noite e mandando "beijinhos e até amanhã".
Regressa amanhã, "lá pelas seis da tarde, pode ser?", perguntou a Dolores.
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
4 meses
É hoje! Nem acredito que já passaram 4 meses, contudo, já não imagino o que seria a família a 4.
Ri, ri muito, e palra quase tanto quanto ri. É a bebé mais careca das 3 Marias.
Dorme toda a noite, o que é um verdadeiro consolo. Em contrapartida, durante a tarde faz questão de resistir ao sono.
Adora companhia e atenção.
Está grande!
Eu vou absorvendo cada momento, gozando-a o mais possível.
Ri, ri muito, e palra quase tanto quanto ri. É a bebé mais careca das 3 Marias.
Dorme toda a noite, o que é um verdadeiro consolo. Em contrapartida, durante a tarde faz questão de resistir ao sono.
Adora companhia e atenção.
Está grande!
Eu vou absorvendo cada momento, gozando-a o mais possível.
Medos
Está aterrorizada com a Gripe A! Chora quando houve falar da doença. Não estou a encontrar maneira de dar a volta ao texto...
A T., sensível como é, tem coisas que me ultrapassam e este tema está a preocupar-me.
Tudo começou no Algarve, num dia em que regressámos da praia já depois das 20:00 e ela apanhou um telejornal a meio com a notícia de não-sei-quantas-mortes em todo o mundo por causa da gripe. Começou a chorar, muito preocupada, e só pedia para nós - pai e mãe - lavarmos bem as mãos à P, "porque ela é mais pequena e não sabe lavar bem".
Desvalorizamos sempre, explicamos-lhe sempre que não há razão para tanta preocupação. Enfim, as explicações sucedem-se mas mal começa a ouvir falar da maldita gripe chora e foge.
(E eu que estou convencida que cá em casa vai ser difícil escapar à gripe A).
A T., sensível como é, tem coisas que me ultrapassam e este tema está a preocupar-me.
Tudo começou no Algarve, num dia em que regressámos da praia já depois das 20:00 e ela apanhou um telejornal a meio com a notícia de não-sei-quantas-mortes em todo o mundo por causa da gripe. Começou a chorar, muito preocupada, e só pedia para nós - pai e mãe - lavarmos bem as mãos à P, "porque ela é mais pequena e não sabe lavar bem".
Desvalorizamos sempre, explicamos-lhe sempre que não há razão para tanta preocupação. Enfim, as explicações sucedem-se mas mal começa a ouvir falar da maldita gripe chora e foge.
(E eu que estou convencida que cá em casa vai ser difícil escapar à gripe A).
domingo, 16 de agosto de 2009
Regresso a casa
Trouxemos duas "conguitos", uma delas desdentada, e uma bebé muito serena.
Temos paredes de cara lavada e tectos seguros, mas muito pó para limpar e tralha para arrumar!
A T. já só fala nas saudades que tem da escola e a P. vai inventado telefonemas para as amigas do ex-infantário, organizando festas para as quais convida meio mundo.
O pai regressa ao ar segunda-feira.
Temos paredes de cara lavada e tectos seguros, mas muito pó para limpar e tralha para arrumar!
A T. já só fala nas saudades que tem da escola e a P. vai inventado telefonemas para as amigas do ex-infantário, organizando festas para as quais convida meio mundo.
O pai regressa ao ar segunda-feira.
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