Numa conversa entre amigas, num verdadeiro jantar de gajas:
Uma delas admite que com certeza não vai conseguir pôr os filhos no colégio privado como deseja porque a sua situação financeira não dá para tudo.
Uma outra responde que ela e o marido recebem ajuda do Estado para ter os filhos no ensino privado e que ela devia tentar o mesmo.
A questão é que esta segunda vive bem, tanto ela como o marido recebem ordenados que lhes permitem alimentar 4 filhos, ter uma emprega interna e viver numa casa com jardim!!!
E, ao que parece, o marido declara não ter rendimentos ou algo do género e ela declara muito menos do que o que recebe na realidade.
E andamos nós a descontar para pagar aos outros, que preferem, desonestamente, andar "na mama" do Estado! Estas situações (recorrentes, eu sei) incomodam-me.
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
terça-feira, 25 de março de 2008
(Des) encontros
O Homem lá de casa já estava farto de fazer de conta que arrumava o quarto/escritório/arrumos/local-para-toda-a-tralha* e decidiu levar a T. ao cinema. O filme "tinha intervalo e tudo, mãe", e foi "muito giro!"O Homem lá de casa ainda equacionou "tirar um ronco", mas logo desistiu da ideia tal era o entusiasmo da filha e a barulheira da assistência. Mas pior que o conteúdo do filme foi ter o prazer de experimentar o que é uma pessoa meter-se num CC num dia de férias escolares e de pouco sol.
E isto porque estas férias dele não coincidem com as minhas...
Mas quinta-feira (já depois de amanhã) regressa ao activo e eu parto com ele para FDS prolongado, novamente.
* tema para uma outra nota.
sexta-feira, 21 de março de 2008
Rita... batata frita!
A T. é "ssssopinha de massasss". O alerta foi dado pela educadora. Só depois desse aviso e de ter parado para ouvir com atenção é que realizei que, de facto, a T. tropeça nos SSS.
Depois de conversar com o pediatra, lá marquei uma consulta com uma terapeuta da fala. Finda a lista de espera, foi à primeira sessão na 3ª feira passada.
A conversa entre a T. e a Rita fluiu, como se pretendia. Respondeu às suas perguntas, fizeram um jogo, conversaram.
Em pouco tempo aprenderá a corrigir o erro e a colocar a língua no sítio certo, acredita a terapeuta, que apontou também o tamanho e a forma dos dentes como outras causas para o arrastar da letra S.
A T. gostou muito da Rita... "batata frita", como se apresentou a terapeuta.
Depois de conversar com o pediatra, lá marquei uma consulta com uma terapeuta da fala. Finda a lista de espera, foi à primeira sessão na 3ª feira passada.
A conversa entre a T. e a Rita fluiu, como se pretendia. Respondeu às suas perguntas, fizeram um jogo, conversaram.
Em pouco tempo aprenderá a corrigir o erro e a colocar a língua no sítio certo, acredita a terapeuta, que apontou também o tamanho e a forma dos dentes como outras causas para o arrastar da letra S.
A T. gostou muito da Rita... "batata frita", como se apresentou a terapeuta.
A Pisco
Ando enamorada pela minha filha mais nova...
As semelhanças com a T. são inúmeras, mas apenas físicas.
Está uma tagarela.
Está uma peste, passando os dias a desafiar-me, mexendo em tudo aquilo que SABE que não pode.
Quando está calada está a fazer asneira.
Grita para chamar a atenção (descobriu que de imediato a mãe aparece só para não a ouvir).
Abana a(s) mão(s) insistentemente para expressar ainda mais o não, que diz "nã" de uma forma muito vincada!
Acorda (muito) de noite a chorar.
Não gosta de estar sozinha.
Adora mimos, encostando diversas vezes a sua cabeça às minhas pernas, em busca de um afago.
As semelhanças com a T. são inúmeras, mas apenas físicas.
Está uma tagarela.
Está uma peste, passando os dias a desafiar-me, mexendo em tudo aquilo que SABE que não pode.
Quando está calada está a fazer asneira.
Grita para chamar a atenção (descobriu que de imediato a mãe aparece só para não a ouvir).
Abana a(s) mão(s) insistentemente para expressar ainda mais o não, que diz "nã" de uma forma muito vincada!
Acorda (muito) de noite a chorar.
Não gosta de estar sozinha.
Faz imensa porcaria a comer o que quer que seja (o que me deixa nervosa).
mas Come de tudo e muito bem (deixei-me de esquisitices!).
Derrete-se com a irmã, a quem chama carinhosamente de "mama" e em quem procura protecção quando me sai mais um ralhete.
Gasta as palavras "pai" e "mãe" durante o dia. (Repete-as até à exaustão).
Adora a cadela.
Só gosta dos brinquedos "perigosos" da irmã.
Adora a torneira do bidé e o rolo de papel higiénico (e dodots, que gasta a rodos para limpar TUDO).
E muito mais...
segunda-feira, 17 de março de 2008
(Do) Domingo de Ramos

A M. mais velha trouxe um dos meus bolos preferidos, super delicioso (amêndoa e ovos moles), onde colocou um ramo de oliveira.

A M. mais nova não se deslocou à madrinha (ainda não tem 1 mês), mas a sua mãe não esqueceu a data e trouxe estas flores.
A M. do meio não se manifestou, provavelmente porque lá nas inglaterras não se festeja esta data!
Nós por cá, enviámos aos respectivos padrinhos/madrinhas MMS das afilhadas com uma flor na mão (já que isto de trabalhar ao fim-de-semana não deu para mais)...
PS: Fotos retiradas com gadget novo... e já transferidas para PC. Estou a ficar uma pró nestas "cenas"
domingo, 16 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
Palavra puxa palavra
De menina de uma só sílaba rapidamente passou para bissílaba.
Mama - Mana
Bibi - Bimby
Mimi - Minnie
Kiki - Kitty
Mas a palavra de ordem é, actualmente, nã! É tudo não, acompanhado por uma sacudidela de mãos, ao estilo "afasta a mosquito, baza, quero que desapareças!"
Mama - Mana
Bibi - Bimby
Mimi - Minnie
Kiki - Kitty
Mas a palavra de ordem é, actualmente, nã! É tudo não, acompanhado por uma sacudidela de mãos, ao estilo "afasta a mosquito, baza, quero que desapareças!"
terça-feira, 11 de março de 2008
Brindes
Chegou ontem a casa um exemplar do nº1 da revista "Bimby - momentos de partilha". Ainda não tive muito tempo para apreciar a coisa como deve ser, mas dá-me ideia que tem poucas receitas, não?
segunda-feira, 10 de março de 2008
Meteo e a ostentação (dela)
*E depois da Primavera ter dado um ar da sua graça, surge o frio e hoje também a chuva.
Os collants regressaram ao dia-a-dia lá de casa, para desgosto da T, que esta manhã rezingou porque não podia mostrar as suas cuecas com golfinhos cor-de-rosa às amigas do colégio.
T: "Sabes, há meninas que usam meias pequeninas e vê-se as cuecas".
Eu: "Tu também usas meias pelo joelho quando está bom tempo. Isso já aconteceu e não foi assim há tão pouco tempo".
T: "Pois, mas nesses dias nunca me deixas pôr as cuecas que eu quero!"
Percebi, novamente, o porquê da cara menos feliz de todas as vezes que lhe escolho umas cuecas brancas, sem animação nenhuma!
Nota: Eu escolho-lhes a roupa na véspera. Se não for assim tenho crise todas as manhãs, e de manhã todos os segundos são preciosos! E mostrar as cuecas... valha-me Deus!* (foto retirada da internet)
quinta-feira, 6 de março de 2008
Amiga blogosfera!
Muito obrigada! Já chegou o pequeno círculo que poderá revolucionar a minha cozinha... é que é tanta informação que nem sei por onde começar, Cool, e em espanhol e tudo, ena, ena!
quarta-feira, 5 de março de 2008
Lembrete
Gozar o dia 04 de Março de 2009 tirando uma folga.
Apresenta-se também como alternativa organizar já uma petição para que este Governo avance com um decreto-lei (ou aprove em conselho de ministros uma resolução) que determine que a entidade patronal terá que dar aos trabalhadores dia livre (sem perda de retribuição e/ou subsídio de alimentação) aquando do seu aniversário.
É que depois do trabalho ainda tive uma reunião de pais no colégio da T.
O Homem lá de casa ofereceu-me um telemóvel todo XPTO. O meu Nokia básico estava velho e eu até me queixava que gostava de ter uma máquina fotográfica no dito, mas não era preciso tanto (ele adora gadgets, deve ser por defeito da profissão). Agora tenho que devorar o manual para saber mexer minimamente naquilo. O entusiasmo (do marido) pelo MEU novo Nokia foi tal que, de imediato, pediu-me para começar a desbundar o instrumento. Resultado: enquanto ele brincava com a máquina eu ía recebendo telefonemas de origem aparentemente desconhecida, uma vez que no visor apenas aparecia um número, porque os contactos estavam todos guardados na memória do velho telefone.
As filhas ofereceram à mãe um ramo de flores, um rato (para o portátil) e uma camisa, que por acaso fui eu que escolhi ainda em época de saldos :o)
E cheguei ao fim do dia cansada, com muita vontade de me horizontalizar e fechar os olhos (e a noite foi péssima, com idas ao quarto das miúdas quase de hora a hora, porque algo está para aparecer na P, que está uma MELGA CHATA, coitada!)
Apresenta-se também como alternativa organizar já uma petição para que este Governo avance com um decreto-lei (ou aprove em conselho de ministros uma resolução) que determine que a entidade patronal terá que dar aos trabalhadores dia livre (sem perda de retribuição e/ou subsídio de alimentação) aquando do seu aniversário.
É que depois do trabalho ainda tive uma reunião de pais no colégio da T.
O Homem lá de casa ofereceu-me um telemóvel todo XPTO. O meu Nokia básico estava velho e eu até me queixava que gostava de ter uma máquina fotográfica no dito, mas não era preciso tanto (ele adora gadgets, deve ser por defeito da profissão). Agora tenho que devorar o manual para saber mexer minimamente naquilo. O entusiasmo (do marido) pelo MEU novo Nokia foi tal que, de imediato, pediu-me para começar a desbundar o instrumento. Resultado: enquanto ele brincava com a máquina eu ía recebendo telefonemas de origem aparentemente desconhecida, uma vez que no visor apenas aparecia um número, porque os contactos estavam todos guardados na memória do velho telefone.
As filhas ofereceram à mãe um ramo de flores, um rato (para o portátil) e uma camisa, que por acaso fui eu que escolhi ainda em época de saldos :o)
E cheguei ao fim do dia cansada, com muita vontade de me horizontalizar e fechar os olhos (e a noite foi péssima, com idas ao quarto das miúdas quase de hora a hora, porque algo está para aparecer na P, que está uma MELGA CHATA, coitada!)
terça-feira, 4 de março de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
Mas que enguiço...
Zanguei-me com ela. Teima em não (querer) ouvir o que lhe digo nem à 1ª, nem à 2ª e nem à 3ª. Ás vezes são precisas cinco ou mais vezes e um esticão(zito) num braço.
O motivo da zanga: o jantar!
Custa-lhe pegar na colher, parece que lhe falta o impulso. Rodeia e torna a rodear, levanta-se a pretexto de qualquer coisa, chamo a atenção, volta a tornear a questão. A última moda é fazer desenhos em papéis mínimos que corta meticulosamente e leva para a mesa sem eu dar conta e, entre o pegar na colher para comer a sopa e a levar à boca, pinta!
Fiquei furiosa, teve a lata de repetir a proeza depois de a avisar três vezes para largar os papéis e jantar. Resultado: foi, de imediato, para a cama sem passar por uma qualquer casa da partida!
Chorou, gritou, explodiu. Chegou a afirmar, de lá do quarto, estar esfomeada...
E às vezes nem sei o que é melhor, se um castigo como este ou ignorar a questão, pura e simplesmente.
Fico eu "doente", fica ela alterada, é um cansaço geral. Isto de ser encarregado de educação tem muito que se lhe diga, tem!
O motivo da zanga: o jantar!
Custa-lhe pegar na colher, parece que lhe falta o impulso. Rodeia e torna a rodear, levanta-se a pretexto de qualquer coisa, chamo a atenção, volta a tornear a questão. A última moda é fazer desenhos em papéis mínimos que corta meticulosamente e leva para a mesa sem eu dar conta e, entre o pegar na colher para comer a sopa e a levar à boca, pinta!
Fiquei furiosa, teve a lata de repetir a proeza depois de a avisar três vezes para largar os papéis e jantar. Resultado: foi, de imediato, para a cama sem passar por uma qualquer casa da partida!
Chorou, gritou, explodiu. Chegou a afirmar, de lá do quarto, estar esfomeada...
E às vezes nem sei o que é melhor, se um castigo como este ou ignorar a questão, pura e simplesmente.
Fico eu "doente", fica ela alterada, é um cansaço geral. Isto de ser encarregado de educação tem muito que se lhe diga, tem!
sábado, 1 de março de 2008
Baralhadas
Trouxe trabalho para casa, mas ainda não peguei nele nem sei se o farei, tal o imprevisto.
O meu pai encontrou-me on-line esta manhã e desafiou-me para um almoço. Veio cá ter, acompanhado da minha irmã mais nova, e lá fomos a pé até um restaurante perto, com esplanada. Depois do almoço "atracamos" de novo por aqui e ele foi ficando, ficando...
Tem 59, quase 60 anos, mas... faz-me tanta confusão o modo como leva a vida e o que (ainda)pretende dela.
Depois de seis filhos, de três casamentos, prepara-se para ficar sozinho de novo. Vive ainda com a mulher, mas apenas porque... até Junho, anunciou, sem eu perceber como é que é possível a decisão estar tomada e aguentar até lá.
Só lhe pedi que não me apresente quem quer que seja, porque não estou interessada, por mim e pelas minhas filhas.
O meu pai encontrou-me on-line esta manhã e desafiou-me para um almoço. Veio cá ter, acompanhado da minha irmã mais nova, e lá fomos a pé até um restaurante perto, com esplanada. Depois do almoço "atracamos" de novo por aqui e ele foi ficando, ficando...
Tem 59, quase 60 anos, mas... faz-me tanta confusão o modo como leva a vida e o que (ainda)pretende dela.
Depois de seis filhos, de três casamentos, prepara-se para ficar sozinho de novo. Vive ainda com a mulher, mas apenas porque... até Junho, anunciou, sem eu perceber como é que é possível a decisão estar tomada e aguentar até lá.
Só lhe pedi que não me apresente quem quer que seja, porque não estou interessada, por mim e pelas minhas filhas.
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