Hoje, num domingo solarengo, dia de trabalho para mim, comecei por entrar na Sé Catedral, com a missão de ouvir o Bispo do Porto, D. Manuel Clemente.
Foi lá, onde me emocionei com o coro e com as palavras do prelado (a culpa é das hormonas), que o telefone tocou timidamente...
O Homem de Lá de casa queria confidenciar que despachar 3 de manhã não é nada fácil!
A prima Inês ficou a dormir lá em casa e a ele coube-lhe dar 3 banhos com direito a lavagem de cabeça.
Ora, falo eu de 3 cabeças cheias de cabelo, duas das quais onde é preciso aplicar delicadamente - para que não rabugem muito - o amaciador.
Com voz de cansaço mas de quem está preparado para o próximo desafio, o Homem disse ter dado conta do recado!
(ainda estive para disparar uma frase do tipo "com sorte, a próxima cabeça para lavar é como a tua, com cabelo raso!", mas preferi apenas pensar no assunto)
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
domingo, 23 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Diz que é uma espécie de mãe-coragem...
O que mais tenho ouvido é a expressão "que corajosa!"- Mas será coragem?
Ter 3 filhos na minha geração é, nos dias que correm, uma excepção. Por tudo. Pela situação profissional dos pais, pelo pouco tempo disponível que se tem para eles, pelo que representa em termos económicos mais um elemento no agregado familiar, etc.
Cheguei a casa cansada, com pouca paciência para estar com elas. O que me apetecia mesmo era estatelar-me no sofá, não ter que pensar em brincadeiras, banhos, jantares, roupas para amanhã e insistências quanto às horas de deitar.
Suspirei várias vezes antes de me confrontar hoje com a realidade dos fins-de-tarde. Depois de aqui chegar, depois de ter cumprido todas as tarefas acima descritas, de estar (finalmente) sentada no sofá, senti um aperto, qualquer coisa como: Ai, mas serei eu capaz de aguentar? Terei eu paciência para mais?
...E depois, vou ao quarto delas, tiro a mais nova da cama da "mama" (mana) - não vale a pena, fala pelos cotovelos, diz tudo, mas não corrige o termo - e ao deitá-la na sua ouço: "não mãe, mais um acadinho (bocadinho)"...
Fiquei mais tranquila.
Ter 3 filhos na minha geração é, nos dias que correm, uma excepção. Por tudo. Pela situação profissional dos pais, pelo pouco tempo disponível que se tem para eles, pelo que representa em termos económicos mais um elemento no agregado familiar, etc.
Cheguei a casa cansada, com pouca paciência para estar com elas. O que me apetecia mesmo era estatelar-me no sofá, não ter que pensar em brincadeiras, banhos, jantares, roupas para amanhã e insistências quanto às horas de deitar.
Suspirei várias vezes antes de me confrontar hoje com a realidade dos fins-de-tarde. Depois de aqui chegar, depois de ter cumprido todas as tarefas acima descritas, de estar (finalmente) sentada no sofá, senti um aperto, qualquer coisa como: Ai, mas serei eu capaz de aguentar? Terei eu paciência para mais?
...E depois, vou ao quarto delas, tiro a mais nova da cama da "mama" (mana) - não vale a pena, fala pelos cotovelos, diz tudo, mas não corrige o termo - e ao deitá-la na sua ouço: "não mãe, mais um acadinho (bocadinho)"...
Fiquei mais tranquila.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Síntese Férias
Dia 03 - Os dois anos da Pisco
Adorou o bolo, adorou ver uma mesa cheia de rebuçados, chupas e gomas, especialmente montada para si.
Os presentes?!?! Sim, coisa e tal gostou, mas sem dúvida que a atracção foi a mesa.
Dia de consulta no médico: bebé ok, tudo normal para período de gestação, rastreio bioquímico feito.
Dia ainda de falar com o veterinário e decidir quanto ao descanso da lady Garças.
Dia 04 - Partida para o aeroporto às 5:30
Chegada ao destino cerca das 16:00 horas (locais).
Estada no Brasil até dia 13, onde não vi uma nuvem no céu, não vesti um simples agasalho, estiquei-me horas e horas numa espreguiçadeira, descansei muito e aumentei de tamanho.
As crianças estiveram 5 estrelas. Fora o pequeno facto da P. ter feito uma espécie de greve de fome (passou os dias a fruta, iogurtes e pouco mais), foi uma delícia.
A T. passou as tardes no clube infantil do hotel em grande actividade, sobretudo nas ditas Oficinas de Artes, a sua área preferida.
Dia 13 - Dia de regresso à base
Dias 15 e 16 - Dias de (por nós intitulado) "choque térmico".
Malas para desfazer, muita roupa para lavar, esticar e amontoar para passar.
Dia 17 - (Difícil) Dia de regresso ao trabalho
Adorou o bolo, adorou ver uma mesa cheia de rebuçados, chupas e gomas, especialmente montada para si.
Os presentes?!?! Sim, coisa e tal gostou, mas sem dúvida que a atracção foi a mesa.
Dia de consulta no médico: bebé ok, tudo normal para período de gestação, rastreio bioquímico feito.
Dia ainda de falar com o veterinário e decidir quanto ao descanso da lady Garças.
Dia 04 - Partida para o aeroporto às 5:30
Chegada ao destino cerca das 16:00 horas (locais).
Estada no Brasil até dia 13, onde não vi uma nuvem no céu, não vesti um simples agasalho, estiquei-me horas e horas numa espreguiçadeira, descansei muito e aumentei de tamanho.
As crianças estiveram 5 estrelas. Fora o pequeno facto da P. ter feito uma espécie de greve de fome (passou os dias a fruta, iogurtes e pouco mais), foi uma delícia.
A T. passou as tardes no clube infantil do hotel em grande actividade, sobretudo nas ditas Oficinas de Artes, a sua área preferida.
Dia 13 - Dia de regresso à base
Dias 15 e 16 - Dias de (por nós intitulado) "choque térmico".
Malas para desfazer, muita roupa para lavar, esticar e amontoar para passar.
Dia 17 - (Difícil) Dia de regresso ao trabalho
sábado, 15 de novembro de 2008
Regresso
Ainda em estado pós-férias, pré-trabalho... em modo standby!
Foram muitos os acontecimentos neste período.
Foram muitos os acontecimentos neste período.
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