Sem programa definido para logo à noite, mas nada preocupada com esse facto. Nunca liguei nada a esta data específica, aliás, é (mais) uma obrigação de calendário. E o Homem lá de casa apresenta-se amanhã ao serviço bem cedo, de modo que...
Mas porquê que querem enfiar-me 12 passas pela goela abaixo e fazer beber uma bebida clara, cheia de gás e com uma sabor que não aprecio de todo? Dispenso, obrigada!
Se a passagem de ano incluir um fim-de-semana prolongado, num local diferente, com amigos, nós lá estamos, na primeira linha para aderir ao programa, mas não somos muito adeptos de alinhar a um qualquer encontro que tenha por objectivo único saltar no segundo exacto.
Ontem, ao almoço, surgiu a oportunidade de ir festejar a passagem de ano em casa dos cunhados, onde irão mais 30 pessoas, entre crianças e adultos.
O convite não foi formal, foi feito ao estilo: "oh pá, mais um menos um é indiferente. Se quiserem, apareçam".
O homem lá de casa juntou a sua cara à minha e segredou: "deixamos lá as crianças e vamos nós os dois passar o ano para outras bandas!"
O que me interessa é que 2008 seja pelo menos igual ao de 2007. Foram, sem dúvida, 365 dias marcados pela descoberta de uma vida a 4. Não quero fazer premeditações. Um dia de cada vez, cada resolução a seu tempo... certo é já não fumar há 21 dias!
Aos meus amigos, a todos os que por aqui passam e me visitam, desejo um BOM ANO! Com saúde, felicidade e cheio de sucessos, pessoais e profissionais!
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Cintilografia com DMSA
Já está! Correu bem melhor do que aquilo que estava à espera. Teve que ser adiado uma semana por causa da febre e realizou-se sexta-feira.
Fui buscá-la a casa às 10:30. A sua boa disposição deixou-me feliz. Mostrei-lhe o casaco, que é já sinónimo de passeio. E desta vez só com a mãe. Chegámos ao hospital 10 minutos antes da hora marcada.
Lá foi chamada e, vendo a senhora de bata branca, imediatamente virou a cara e serviu-se do meu colo para se refugiar de mais uma pessoa estranha que lhe apareceu à frente. Contrario a sua reacção e imediatamente o choro salta. As lágrimas, pesadas, caem sem parar e ainda ninguém lhe tinha tocado.
Quando estavam as suas mãos a serem vistas, numa espécie de vira-daqui-para-ali-em-busca-do-melhor-local, decidi avançar com a sugestão de um pé.
"Prefiro uma picada certeira do que três tentativas falhadas nas mãos", disse, sabendo que os seus pulsos de atarraxar demonstram bem que as veias nas suas mãos são (praticamente) invisíveis.
A enfermeira fez uma cara de espanto, dando a entender que eu era ave-rara por aquelas bandas, mas nem hesitou em concordar. E no primeiro pé descalço lá estava o ponto ideal para a picadela certeira.
Tivemos três longas horas de espera até ao exame, o que eu mais temia. Lá ficou deitada, amarrada, durante cerca de 15 minutos. Chorou, chorou muito, só pelo simples facto de estar presa (e que técnica aquelas enfermeiras têm para o fazer!).
Para surpresa minha, ao fim de 10 minutos de desespero, percebeu que, afinal, não a estavam a magoar, que eu estava bem perto, a fazer-lhe festas na cabeça e de mão dada, e que não havia motivo para tal berreiro. Ficou ali, deitada, presa, a olhar para mim, a ouvir-me até ao fim do exame.
E o bom que foi agarrá-la no final, abraçá-la com força e dar-lhe o abrigo por que tanto ansiava.
Agora aguardamos até 08 de Janeiro para saber o resultado.
Fui buscá-la a casa às 10:30. A sua boa disposição deixou-me feliz. Mostrei-lhe o casaco, que é já sinónimo de passeio. E desta vez só com a mãe. Chegámos ao hospital 10 minutos antes da hora marcada.
Lá foi chamada e, vendo a senhora de bata branca, imediatamente virou a cara e serviu-se do meu colo para se refugiar de mais uma pessoa estranha que lhe apareceu à frente. Contrario a sua reacção e imediatamente o choro salta. As lágrimas, pesadas, caem sem parar e ainda ninguém lhe tinha tocado.
Quando estavam as suas mãos a serem vistas, numa espécie de vira-daqui-para-ali-em-busca-do-melhor-local, decidi avançar com a sugestão de um pé.
"Prefiro uma picada certeira do que três tentativas falhadas nas mãos", disse, sabendo que os seus pulsos de atarraxar demonstram bem que as veias nas suas mãos são (praticamente) invisíveis.
A enfermeira fez uma cara de espanto, dando a entender que eu era ave-rara por aquelas bandas, mas nem hesitou em concordar. E no primeiro pé descalço lá estava o ponto ideal para a picadela certeira.
Tivemos três longas horas de espera até ao exame, o que eu mais temia. Lá ficou deitada, amarrada, durante cerca de 15 minutos. Chorou, chorou muito, só pelo simples facto de estar presa (e que técnica aquelas enfermeiras têm para o fazer!).
Para surpresa minha, ao fim de 10 minutos de desespero, percebeu que, afinal, não a estavam a magoar, que eu estava bem perto, a fazer-lhe festas na cabeça e de mão dada, e que não havia motivo para tal berreiro. Ficou ali, deitada, presa, a olhar para mim, a ouvir-me até ao fim do exame.
E o bom que foi agarrá-la no final, abraçá-la com força e dar-lhe o abrigo por que tanto ansiava.
Agora aguardamos até 08 de Janeiro para saber o resultado.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Características peculiares
É mesmo assim...
Acrescento mais uma coisita: quando lhes dão uma mão querem logo o braço todo!
Esta manhã, ao sair a correr de casa, a minha empregada pergunta:
Menina Joana, segunda-feira trabalho?
Ah pois, pois. Trabalha, como eu e muita gente...
Decidi dar-lhe o dia 24. Claro, queria logo o 31! E eu que não aprendo...
Acrescento mais uma coisita: quando lhes dão uma mão querem logo o braço todo!
Esta manhã, ao sair a correr de casa, a minha empregada pergunta:
Menina Joana, segunda-feira trabalho?
Ah pois, pois. Trabalha, como eu e muita gente...
Decidi dar-lhe o dia 24. Claro, queria logo o 31! E eu que não aprendo...
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
(Balanço2) Natal
A sogra enviou o tupperware! A sogra enviou o tupperware!
A minha irmã mais nova, a M., mudou-se lá para casa na noite de 25. Fica connosco até os pais regressarem de uma semana de férias.
A minha irmã mais velha chegou ontem de UK e por cá fica 15 dias de férias, com toda a família ( os sobrinhos estão grandes!).
O trabalho não pára...
A cadela teve alta do veterinário dia 25, ainda a tempo de estar connosco no dia de Natal.
As minhas filhas receberam tanta coisa que não sei agora como é que vai caber tudo no quarto.A minha irmã mais nova, a M., mudou-se lá para casa na noite de 25. Fica connosco até os pais regressarem de uma semana de férias.
A minha irmã mais velha chegou ontem de UK e por cá fica 15 dias de férias, com toda a família ( os sobrinhos estão grandes!).
O trabalho não pára...
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
(Balanço) Natal
Querido Pai Natal,
Que boa que foi a minha consoada. Que bom que foi estar junto da família, mesmo que em número reduzido, e ver a minha mãe bem disposta, com força.
Que bom que foi acordar esta manhã, já em casa, e ver que nos deixaste presentes no sapatinho e ver que bebeste a água, comeste duas das três bolachas que te deixámos, bem como levaste o pacote de leite achocolatado, que tinha uma etiqueta que dizia "Para as renas".
Aos meus amigos, desejei um feliz Natal e (já adiantando a coisa) um 2008 muito generoso, porque eles merecem! Espero que tenhas conseguido satisfazer este meu pedido.
Pai Natal,
Quero, então, agradecer teres sido tão atencioso connosco. Mas, acima de tudo, quero agradecer a felicidade que deste à T. Que bom que foi vê-la feliz, contente, radiante, fulgurante, resplandecente... e poderia continuar com os sinónimos, mas não vale a pena.
Cada vez mais o Natal é de e para as crianças. E são elas, de facto, "o nosso combustível, a nossa fonte de energia", como afirmou uma mãe que está a passar um mau bocado.
E hoje há mais, bem sei, mas apenas poderei partilhar por pouco tempo esses momentos com a família. A sogra vai certamente enviar-me o tupperware com as iguarias, sabendo, desde já, que não dispenso a (sua) Roupa Velha e a (sua) aletria.
A profissão obriga-me a estar hoje de plantão. Mas só repetirei esta proeza daqui a sete anos, porque é uma tarefa rotativa...
Saí de casa às 09:30, as ruas estavam desertas. Ainda não vi os amontoados de papel e caixotes nas esquinas, mas eles vão aparecer, mais hora menos hora, porque o povo português ainda não liga muito a questões ambientais.
Fui ao quiosque comprar os jornais (JN e Record, nada mais sai a 25 de Dezembro).
Agora estou aqui... aguardo qualquer coisa.
Que boa que foi a minha consoada. Que bom que foi estar junto da família, mesmo que em número reduzido, e ver a minha mãe bem disposta, com força.
Que bom que foi acordar esta manhã, já em casa, e ver que nos deixaste presentes no sapatinho e ver que bebeste a água, comeste duas das três bolachas que te deixámos, bem como levaste o pacote de leite achocolatado, que tinha uma etiqueta que dizia "Para as renas".
Aos meus amigos, desejei um feliz Natal e (já adiantando a coisa) um 2008 muito generoso, porque eles merecem! Espero que tenhas conseguido satisfazer este meu pedido.
Pai Natal,
Quero, então, agradecer teres sido tão atencioso connosco. Mas, acima de tudo, quero agradecer a felicidade que deste à T. Que bom que foi vê-la feliz, contente, radiante, fulgurante, resplandecente... e poderia continuar com os sinónimos, mas não vale a pena.
Cada vez mais o Natal é de e para as crianças. E são elas, de facto, "o nosso combustível, a nossa fonte de energia", como afirmou uma mãe que está a passar um mau bocado.
E hoje há mais, bem sei, mas apenas poderei partilhar por pouco tempo esses momentos com a família. A sogra vai certamente enviar-me o tupperware com as iguarias, sabendo, desde já, que não dispenso a (sua) Roupa Velha e a (sua) aletria.
A profissão obriga-me a estar hoje de plantão. Mas só repetirei esta proeza daqui a sete anos, porque é uma tarefa rotativa...
Saí de casa às 09:30, as ruas estavam desertas. Ainda não vi os amontoados de papel e caixotes nas esquinas, mas eles vão aparecer, mais hora menos hora, porque o povo português ainda não liga muito a questões ambientais.
Fui ao quiosque comprar os jornais (JN e Record, nada mais sai a 25 de Dezembro).
Agora estou aqui... aguardo qualquer coisa.
domingo, 23 de dezembro de 2007
Esteve umas longas horas no veterinário. Depois de um tratamento regressou a casa com o diagnóstico traçado: síndrome vestibular.
Não lhe vejo melhoras em mais de 24 horas. Regressa ainda hoje ao veterinário.
Felizmente, a T. está praticamente indiferente à situação. Percebeu perfeitamente que a G. está "velhinha" e, à semelhança do que aconteceu com a bisavó, pode morrer por isso. Depois logo veremos a sua reacção. A P., naturalmente, ainda está mais distante e continua a fazer uma festa (é mais puxar os pêlos!) cada vez que se cruza com a cadela e a sorrir-lhe de manhã.
Fiquei apreensiva com a minha irmã mais nova. A verdade é que a G. entrou na minha vida era eu ainda solteira e a minha irmã ainda nem sequer existia. Cresceram juntas, estiveram juntas até eu sair de casa. Ontem à noite foi jantar connosco e, antes e depois da refeição, não largou o chão, ou melhor, não saiu de perto da cadela.
Chegou mesmo a perguntar-me, com as lágrimas a caírem pela cara abaixo, se os veterinários matam os animais. Fui honesta. A vida é mesmo assim...
Expliquei-lhe que a G. iria em breve para o consultório do veterinário, porque está muito doente e eu não quero que ela morra em casa, e dei-lhe a garantia que será muito bem tratada até morrer. Mas acrescentei que sim, que é possível matar os animais que estão em grande sofrimento. E que mais vale dar-lhes uma injecção indolor e acabar com o seu sofrimento do que tê-los vivos, sem condições mínimas de sobrevivência.
Seguiu-se a pergunta se tal também era possível com as pessoas...
Fui mais uma vez honesta, respondi que sim, mas que isso, que se chama eutanásia, é ilegal... e quem o fizer vai preso.
Não lhe vejo melhoras em mais de 24 horas. Regressa ainda hoje ao veterinário.
Felizmente, a T. está praticamente indiferente à situação. Percebeu perfeitamente que a G. está "velhinha" e, à semelhança do que aconteceu com a bisavó, pode morrer por isso. Depois logo veremos a sua reacção. A P., naturalmente, ainda está mais distante e continua a fazer uma festa (é mais puxar os pêlos!) cada vez que se cruza com a cadela e a sorrir-lhe de manhã.
Fiquei apreensiva com a minha irmã mais nova. A verdade é que a G. entrou na minha vida era eu ainda solteira e a minha irmã ainda nem sequer existia. Cresceram juntas, estiveram juntas até eu sair de casa. Ontem à noite foi jantar connosco e, antes e depois da refeição, não largou o chão, ou melhor, não saiu de perto da cadela.
Chegou mesmo a perguntar-me, com as lágrimas a caírem pela cara abaixo, se os veterinários matam os animais. Fui honesta. A vida é mesmo assim...
Expliquei-lhe que a G. iria em breve para o consultório do veterinário, porque está muito doente e eu não quero que ela morra em casa, e dei-lhe a garantia que será muito bem tratada até morrer. Mas acrescentei que sim, que é possível matar os animais que estão em grande sofrimento. E que mais vale dar-lhes uma injecção indolor e acabar com o seu sofrimento do que tê-los vivos, sem condições mínimas de sobrevivência.
Seguiu-se a pergunta se tal também era possível com as pessoas...
Fui mais uma vez honesta, respondi que sim, mas que isso, que se chama eutanásia, é ilegal... e quem o fizer vai preso.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Preocupação
A sua vida está por um fio, parece-me. O peso da idade não perdoa e, de um momento para o outro, caiu. Aguardo resultado da visita ao veterinário. Não adivinho o melhor dos diagnósticos.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Mas que doença é que se manifesta apenas durante a noite?
Às 23:30, a P. estava com 40,1 de febre, depois de um dia quase normal.
Bem, não faço ideia, mas como a febre apareceu de novo de manhã já tratei de falar com o pediatra e esta tarde vamos fazer-lhe uma visitinha.
E amanhã tenho que ir com ela fazer um exame com um nome que nem sei dizer ou escrever, mas é da área da medicina nuclear... vamos ficar radioactivas!!!!
Às 23:30, a P. estava com 40,1 de febre, depois de um dia quase normal.
Bem, não faço ideia, mas como a febre apareceu de novo de manhã já tratei de falar com o pediatra e esta tarde vamos fazer-lhe uma visitinha.
E amanhã tenho que ir com ela fazer um exame com um nome que nem sei dizer ou escrever, mas é da área da medicina nuclear... vamos ficar radioactivas!!!!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Ideias soltas
Tenho a P. doente, em casa, com um febrão.
Noite péssima, a acordar de hora a hora com a P.
Últimos dois dias loucos de trabalho, entre "Pidás" e outras figuras do Norte.
Presentes de Natal comprados, embrulhados e arrumados.
Está um frio do caraças.
A ausência de nicotina está a soltar-me a língua, estou com tendência para dizer palavrões.
Já comi uma bola de berlim hoje.
As "chiclets" já me chateiam, não há sabor que me agrade.
O Homem lá de casa faz-me falta.
Largava já este tasco para ir para casa...
Noite péssima, a acordar de hora a hora com a P.
Últimos dois dias loucos de trabalho, entre "Pidás" e outras figuras do Norte.
Presentes de Natal comprados, embrulhados e arrumados.
Está um frio do caraças.
A ausência de nicotina está a soltar-me a língua, estou com tendência para dizer palavrões.
Já comi uma bola de berlim hoje.
As "chiclets" já me chateiam, não há sabor que me agrade.
O Homem lá de casa faz-me falta.
Largava já este tasco para ir para casa...
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Exageros
A ausência de nicotina está-me a levar a cometer excessos. Os doces riem-se para mim nas montras das pastelarias, então as bolas de berlim... ui, ui!
E os doces de Natal, que eu adoro, estão quase em cima da mesa. Os mexidos, as rabanadas, a aletria, os sonhos, só de pensar já me apetece ir ali comprar uma qualquer confeição culinária em que entra açúcar ou mel!
E os doces de Natal, que eu adoro, estão quase em cima da mesa. Os mexidos, as rabanadas, a aletria, os sonhos, só de pensar já me apetece ir ali comprar uma qualquer confeição culinária em que entra açúcar ou mel!
domingo, 16 de dezembro de 2007
Mãe quê?
Resolvi fazer este teste depois de o ter visto noutros blogues
Resultado : Super Mãe
Gosta de ver o seu filho ou filha crescer e seguir o seu rumo. A experiência de ser mãe fascina-a. Todos os dias são repletos de surpresas, progressos e emoções. Gosta de lhe dar liberdade, mas ao mesmo tempo controla a criança de modo a que não surjam problemas de maior. Quer criar um adulto confiante, independente e sonhador. O seu lema é: “as pessoas aprendem com os próprios erros”. Corre o perigo de se sentir obrigada a abafar algumas emoções para não o ou a sobrecarregar. Parece estar em sincronia com o desenvolvimento do seu filho ou filha.
Revejo-me nesta situação. Que bom!
Resultado : Super Mãe
Gosta de ver o seu filho ou filha crescer e seguir o seu rumo. A experiência de ser mãe fascina-a. Todos os dias são repletos de surpresas, progressos e emoções. Gosta de lhe dar liberdade, mas ao mesmo tempo controla a criança de modo a que não surjam problemas de maior. Quer criar um adulto confiante, independente e sonhador. O seu lema é: “as pessoas aprendem com os próprios erros”. Corre o perigo de se sentir obrigada a abafar algumas emoções para não o ou a sobrecarregar. Parece estar em sincronia com o desenvolvimento do seu filho ou filha.
Revejo-me nesta situação. Que bom!
sábado, 15 de dezembro de 2007
Natal
Chegou! Este ano mais tarde do que o normal, mas entrou em nossa casa para ficar até 06 de Janeiro.
Hoje foi dia da festa da T., que esteve muito bem enquanto Duende.
Vendo um anúncio de uma Barbie-não-sei-das-quantas comenta com o pai:
T: Eu gostava de ter tudo o que é piroso!!!
Hoje foi dia da festa da T., que esteve muito bem enquanto Duende.
Vendo um anúncio de uma Barbie-não-sei-das-quantas comenta com o pai:
T: Eu gostava de ter tudo o que é piroso!!!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Não fumo
há (apenas) 3 dias... é um começo! Decidi deixar de fumar em meados de Novembro, apontando o dia 10 de Dezembro como o primeiro de muitos em que não pegarei mais num cigarro. Até agora tenho resistido, por vezes com muita dificuldade.
Estou contente comigo mesma.
Os motivos para esta tomada de decisão foram vários, desde insistentes pedidos da T. à nova lei do tabaco, que entra em vigor daqui a uns dias.
Não gosto de discriminar ninguém nem de ser discriminada e a nova lei odeia os fumadores. Assim sendo, venha ela, que eu (até) já estou preparada! A minha saúde também agradece muito esta decisão!
Adeus Tabaqueira Nacional, nunca mais contribuirei para a tua fortuna e, já agora, adeus Estado, que tb não levas nem mais um cêntimo meu nos impostos que aplicas ao tabaco.
SG Ventil, meu amigo há muitos anos, de ti guardo as melhores recordações, foste um grande aliado nos bons e maus momentos. Até sempre!
Estou contente comigo mesma.
Os motivos para esta tomada de decisão foram vários, desde insistentes pedidos da T. à nova lei do tabaco, que entra em vigor daqui a uns dias.
Não gosto de discriminar ninguém nem de ser discriminada e a nova lei odeia os fumadores. Assim sendo, venha ela, que eu (até) já estou preparada! A minha saúde também agradece muito esta decisão!
Adeus Tabaqueira Nacional, nunca mais contribuirei para a tua fortuna e, já agora, adeus Estado, que tb não levas nem mais um cêntimo meu nos impostos que aplicas ao tabaco.
SG Ventil, meu amigo há muitos anos, de ti guardo as melhores recordações, foste um grande aliado nos bons e maus momentos. Até sempre!
sábado, 1 de dezembro de 2007
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