sexta-feira, 24 de agosto de 2007

10 conclusões pré-férias

  1. Estou a fumar demais!
  2. Que bem que me sabe pensar que estarei 15 dias longe dos chefes!
  3. Que bem que me vai saber desligar-me do trabalho, em absoluto!
  4. Vou ter pena de perder o Red Bull Air Race no Douro
  5. Vou ter pena de estar longe quando nascer a prima Benedita
  6. Só regresso ao meu espaço em meados de Setembro!
  7. Estou ansiosa por entrar no avião!
  8. Estou ansiosa por entrar no avião!
  9. Estou ansiosa por entrar no avião!
  10. Estou ansiosa por entrar no avião!

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Terceiro?

Há dias, uma mãe blogueira que gosto bastante de acompanhar falava no desejo de ter mais um filho, ou melhor, uma filha, já que tem dois malandros, o mais novo ainda bastante pequeno.
Pensei mais uma vez no assunto, comentei até o seu post, afirmando o quanto gostava de ter um terceiro filho, já agora um "pilas", assim só para mim!
A P. ainda não tem 10 meses e o homem lá de casa abordou ontem o assunto, para espanto meu. A conversa teve início num jantar em família, onde 11 pessoas, incluindo a P., estavam sentadas à mesa. Comentei com o sogro que teria que pensar em mudar de mesa, porque quando estamos todos juntos ficamos muito apertados. A dita mesa só apresenta como única vantagem não dar qualquer hipótese às crianças de "abrirem as asas".
Foi nesse contexto que o homem lá de casa avançou com a frase de que nós ainda podemos ter mais um, porque 12 à mesa é aceitável, já 13 é duvidoso, se tivermos em conta que há alguém supersticioso...
Gostava muito de ter mais um filho, mas há sempre um mas... e este post retrata bem a realidade...

domingo, 19 de agosto de 2007

BOLA

Está oficialmente aberta a época da bola lá em casa!
A Primeira Liga regressou e em força. Não se pode perder pitada da coisa. Entre os diversos canais de televisão que dão tempo a este desporto que entusiasma - dizem - todo o Mundo -, é um vê se te avias... de canal em canal, de jogo em jogo, não dando qualquer hipótese de deter o comando para dar uma espreitadela em séries, notícias, bonecos, documentários, sei lá, coisas.

No entusiasmo com um dos dois golos marcados pelo Quaresma (sim o FC Porto venceu o Braga por 2-1 em casa do adversário), o homem lá de casa levanta os braços energicamente e grita Golo! Golo! Lindo! Lindo!
A P. , sentada a brincar no parque, olha para o pai e estranha, choramingando.
A T. senta-se a seu lado no sofá, começa a esbracejar e diz, alto e a bom som:
- Ò pai, olha para ti... Golo! Golo! Lindo! Lindo!
Com 4 anos já se pode ser crítica... e já percebeu que não tem qualquer hipótese de ver outra coisa na TV.

Profissão vs Profissão

Neste mês de Agosto, lá por casa, mais parecemos o guarda-nocturno e a mulher-a-dias, revezando-nos literalmente nas tarefas com a descendência.

Os dois temos profissões de que gostamos muito, nenhum de nós tem intenção de desistir por aquilo que lutou. Trabalhar é, para ambos, sinónimo de prazer (claro que há dias em que apetece mandar tudo para o tecto, mas quem não os tem???!?!!) .

Apesar das profissões serem completamente diferentes, têm em comum o facto de nos obrigar a trabalhar aos fins-de-semana, feriados, dias festivos e todos os outros.

Neste Agosto, tem sido mais ou menos assim: ele chega, eu vou e vice-versa. Conjugar a vida familiar nestas circunstâncias é muito complicado. A situação obriga-nos a literalmente "empandeirar" as crianças de um lado para o outro, o que muito me custa. Fazendo um balanço deste mais de meio mês, as duas pouco tempo passaram com os dois.

A mais velha conhece os trâmites da coisa, nasceu e cresceu com eles e percebe que, à partida, sempre será assim, que ou é o pai que está a trabalhar ou é a mãe que está a trabalhar. A mais nova ainda não percebe nada, passa de colo em colo e ri quando cada um de nós regressa a casa.

Nós os dois... lá nos vamos vendo, trocando mensagens via internet e falando ao telefone!!

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

World Press Photo

Este concurso de fotografia leva-me todos os anos a pedir ao Pai Natal o livro com a compilação dos trabalhos vencedores. É uma delícia o virar de páginas, saltar de um ano para outro. O fotojornalismo é uma arte. A perícia de disparar no momento certo é extraordinária. A correria de um fotojornalista é frenética, porque procura o "disparo" certo.


A fotografia vencedora desta última edição é GRANDIOSA.



A fotografia é de Spencer Platt, fotojornalista da agência AP, e foi foi retirada daqui.
Esta foto permite-nos absorver as diferentes cenas deste pós-bombardeamento por "camadas". Cada vez que a vejo em profundidade descubro mais um pormenor.

O fotógrafo canadiano "captou o momento em que um grupo de jovens libaneses passeia de carro em Beirute, depois de um bombardeamento israelita no primeiro dia do cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah".

quinta-feira, 16 de agosto de 2007



O brilho dos olhos que preenchem a minha vida!

A modos que

estou já em contagem decrescente para a próxima etapa de férias. Qual Volta a Portugal qual carapuça!
Num Verão que não é Verão, num mês dito de férias que para mim é de trabalho, numa altura de sossego que se tem revelado numa correria, já só penso em partir com a família.
A viagem promete ser longa e nada fácil para quem leva duas crianças, mas o que interessa é o espírito, a aventura, o (re)encontro.

vamos estar por aqui....






seguimos para aqui... depois, são uns dias em busca de...

mais...

e outras compras!
Os Outlet são uma perdição (o Homem lá de casa conhece e, felizmente, sublinha a minha expressão).


Finalmente, rumaremos em direcção a ....
Este será o local do evento. A cidade onde uma mãe dá uma festa para os "filhos" que foi tendo ao longo de quase duas décadas. Uma senhora que comemorará os seus 50 anos com quem mais quer: todos aqueles estrangeiros que em sua casa viveram durante um ano escolar! Uma mãe com dois filhos biológicos e quase uma dezena de "adoptivos" de diferentes nacionalidades, com quem mantém contacto. Nós vamos atravessar o Atlântico com duas crianças para marcar presença.

sábado, 11 de agosto de 2007

Acidentes?!?!?!

Como é que estas coisas acontecem? Não consigo perceber.

Revisão

A P. foi à revisão dos nove meses. Está fina, pronta para novas aventuras!
PC - percentil 95
C - percentil 25
P - percentil 50
Vendo bem estas medidas, a rapariga parece-me desproporcionada... é cabeçuda, é curta e parece gordita.
O seu desenvolvimento segue para bingo! Continua com as vitaminas e o ferro.
Sem dentes ainda à vista, come bem. Mastiga tudo. Não preciso de passar a comida com a varinha, que a rapariga é muito expedita e pouco extravagante, comendo um pouco de tudo.
O Trimetropim continua até nova consulta com a pediatra nefrologista.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Oportunidade única!


Adquiri uma destas! Não foi no IKEA, de onde saí tão rapidamente como entrei, porque estava lá uma multidão.
Foi no Lidl, esta manhã, bem cedo.
Já tenho uma, para a T. Comprei-a em 2003, custou quase 250 euros. Hoje, esta cadeira igual custou 69 euros!

Quando a T. precisava de sair do ovo pesquisei na internet cadeirinhas. Encontrei vários sites, incluindo portugueses, com referências ao bom desempenho da cadeira. Aliás, venceu, na sua categoria grupos I, II e III, todos os testes realizados naquele ano.
Passados 4 anos, exactamente quando ponderava comprar uma igual para P., o que me iria obrigar a desembolsar qualquer coisa como cerca de 160 euros, o Lidl faz esta promoção, só hoje!

E esta diferença de preço e a sua venda no Lidl só pode ter uma explicação: esta marca alemã lançou um novo modelo da cadeirinha - Kiddy Life Pro -, já vencedora em 2006. Devem estar a querer terminar com o stock do modelo anterior... Eu agradeço.

Pesando 3,5 kg, destinada a partir dos 9 kg e até aos 36 kg, a cadeira cresce com a criança. Tem ainda uma segunda posição, inclinada, que permite tirar bons roncos.

Mas que boa compra... e saí do Lidl com 3 exemplares! Uma para consumo próprio e as restantes para duas mães grávidas, de segunda viagem, que querem repetir a experiência, tal como eu.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Vou dar uma espreitadela ao IKEA. Que aventura... deve estar pouco cheio, deve!

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Férias - Take 2

Soube-me a pouco. Agora só gozo outra temporada no fim do mês, quando atravessar o Atlântico, rumo à terra do Tio Sam!

Juntas!

Decidi nestas curtas férias que a P. passaria a dormir no quarto da irmã. Dito e feito! Chegámos a casa e a P. abandonou o quarto/escritório/arrumos, onde (ainda) mal cabe o berço, onde (já) mal cabia ela.
A 1ª noite correu bem, já que a T. dorme que nem chumbo, não acordando as 2 vezes que a P. chorou e tive que ir lá.
Hoje, 2ª noite, a coisa está a correr...
Porque não jantou em tempo útil (o que tem sido recorrente e é tema para outro post após consultar o pediatra), a T. foi para a cama cedo, o que fez com que a P. se tenha deitado quando a irmã ainda estava acordada.
Sou chamada ao quarto, num tom cabisbaixo, pela T., para me avisar que a P. "não estava direita" na cama. Digo-lhe que não tem mal, que daqui a uns dias estará provavelmente com a cabeça do lado dos pés. Desvalorizo e recomendo que não olhe para a irmã, para que ela adormeça. Eis senão quando... vejo a P. a puxar com a sua mão o resguardo da cama para baixo, para assim conseguir visualizar a eventual agitação nocturna da irmã.
Estão juntas no quarto desde as 21:00. A P. ainda palra, a T. ainda mexe!

A partilha do quarto só acontece agora por alguns motivos: saber que a P. não dorme muito bem e esperar pela "consolidação" do seu sono (ehhh, não é bem assim, mas...), preferir esperar pelas férias para não interferir no dia-a-dia da T. em tempo de escola.
Depois de avisos lançados durante os últimos 3 meses, comuniquei esta decisão à T. durante as férias. Não gostar foi a sua primeira reacção, já que aquele quarto é dela há 4 anos...
A verdade é que os sonos da manhã e da tarde da P. são já feitos naquele espaço há uns 5 meses para habituação de ambas.

Sempre partilhei o quarto com a minha irmã mais velha enquanto me mantive em casa. Confesso que as guerras eram quase diárias (não sei como é que a minha mãe não se passava mais!). Apanhei com a sua almofada muitas vezes, porque se queixava do meu ressonar (o homem lá de casa não se queixa). A que acordava mais cedo tinha obrigatoriamente que deixar a roupa e o material escolar fora do quarto. O espaço de cada uma esteve sempre bem delineado. Enfim, agora olho para estas situações e recordo-as com alguma saudade...

Com a partilha daqueles metros quadrados aprendi desde cedo a respeitar o espaço dos outros. E é tão importante ter respeito pelos outros!

O quarto/escritório/arrumos é mesmo isso tudo, que vergonha! Mas a culpa é dos apartamentos dito modernos, que têm pouco espaço para a TRALHA do homem lá de casa. E não estou a exagerar, já que apenas tenho umas coisitas naquele espaço.
Não sei se é comum ou se sou só eu sofro com a quantidade de TRALHA que o marido tem.

Férias - Take 1

Passámos uma semana nos Algarves. Muito sol, praia, calor e algum descanso.
Pormenores ficam para depois, porque nesta silly season o 1º dia de trabalho está a dar que fazer!