Já não se aguentava em casa. Ou melhor, eu já não a aguentava em casa! Finalmente o colégio começou hoje e para ela com um passeio.
8 anos, a meses dos 9, e já com afirmações tão parvinhas... não sei onde vai parar em plena adolescência e, por isso, só peço mais paciência e alguma tolerância!
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Chegou o dia!*
* att: Post com linguagem menos própria.
A propósito da pergunta "pai, o que é puta?", a mais velha ficou a saber tim-tim por tim-tim como é que a fecundidade, afinal, funciona!
Como a história da semente já lhe tinha sido contada há uns anos, como não se contenta com uma explicação simples, adequada à sua idade, e cada vez pergunta mais e mais, acabou por levar com uma explicação quase completa (só faltaram as ilustrações)!
E, no final, já a palavra inicialmente desconhecida estava descodificada e, assim espero, guardada a sete chaves dentro daquela boca.
"Mãe, mas há meninos que ainda acreditam que é uma cegonha que traz os bebés...", concluiu, tendo eu acrescentado que deverão ser os pais a explicar esses temas aos filhos (na esperança que não vá agora contar pormenores aos amigos, ditos pelos pais).
A propósito da pergunta "pai, o que é puta?", a mais velha ficou a saber tim-tim por tim-tim como é que a fecundidade, afinal, funciona!
Como a história da semente já lhe tinha sido contada há uns anos, como não se contenta com uma explicação simples, adequada à sua idade, e cada vez pergunta mais e mais, acabou por levar com uma explicação quase completa (só faltaram as ilustrações)!
E, no final, já a palavra inicialmente desconhecida estava descodificada e, assim espero, guardada a sete chaves dentro daquela boca.
"Mãe, mas há meninos que ainda acreditam que é uma cegonha que traz os bebés...", concluiu, tendo eu acrescentado que deverão ser os pais a explicar esses temas aos filhos (na esperança que não vá agora contar pormenores aos amigos, ditos pelos pais).
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
A idade da inocência
Em resposta a um amigo do pai esta manhã, no colégio:
"Coitado do pai! Hoje há greve dos aviões e o pai teve que ir de comboio para Lisboa".
"Coitado do pai! Hoje há greve dos aviões e o pai teve que ir de comboio para Lisboa".
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Medos
Está aterrorizada com a Gripe A! Chora quando houve falar da doença. Não estou a encontrar maneira de dar a volta ao texto...
A T., sensível como é, tem coisas que me ultrapassam e este tema está a preocupar-me.
Tudo começou no Algarve, num dia em que regressámos da praia já depois das 20:00 e ela apanhou um telejornal a meio com a notícia de não-sei-quantas-mortes em todo o mundo por causa da gripe. Começou a chorar, muito preocupada, e só pedia para nós - pai e mãe - lavarmos bem as mãos à P, "porque ela é mais pequena e não sabe lavar bem".
Desvalorizamos sempre, explicamos-lhe sempre que não há razão para tanta preocupação. Enfim, as explicações sucedem-se mas mal começa a ouvir falar da maldita gripe chora e foge.
(E eu que estou convencida que cá em casa vai ser difícil escapar à gripe A).
A T., sensível como é, tem coisas que me ultrapassam e este tema está a preocupar-me.
Tudo começou no Algarve, num dia em que regressámos da praia já depois das 20:00 e ela apanhou um telejornal a meio com a notícia de não-sei-quantas-mortes em todo o mundo por causa da gripe. Começou a chorar, muito preocupada, e só pedia para nós - pai e mãe - lavarmos bem as mãos à P, "porque ela é mais pequena e não sabe lavar bem".
Desvalorizamos sempre, explicamos-lhe sempre que não há razão para tanta preocupação. Enfim, as explicações sucedem-se mas mal começa a ouvir falar da maldita gripe chora e foge.
(E eu que estou convencida que cá em casa vai ser difícil escapar à gripe A).
segunda-feira, 22 de junho de 2009
A Festa!
Sábado, um calor abrasador, 3 crianças em direcção ao colégio. Foi a festa do final do ano, em que a T. interpretou a sua educadora. Fizeram um apanhado dos 3 anos do pré-escolar que me deixou um bocadito nostálgica: pronto, é hora de assumir, a minha filha mais velha vai em Setembro para a 1ª classe!
Saímos cedo, logo depois de petiscar alguma coisa que se encontrava à venda nas barraquinhas, porque FOI dose estar sozinha com as 3.
Hoje começou a época balnear!
Saímos cedo, logo depois de petiscar alguma coisa que se encontrava à venda nas barraquinhas, porque FOI dose estar sozinha com as 3.
Hoje começou a época balnear!
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Elas
Ai, isto não calca! Não conxigo... (Ela, a tentar espetar o garfo no grão de bico)
Mãe, quero mais bicos, favore! (Ela, a pedir mais grão de bico)
Não há piada, mana! (Ela, zangada com a irmã que ria com uma das suas afirmações)
Que diziste, mãe? (Ela, cusca como só ela sabe ser quando não percebe/ouviu o que eu disse)
Xó mais um minuto... (Ela, sempre que lhe digo que agora temos que ir fazer qualquer coisa)
Poquê? (Ela, já a querer justificação para tudo)
Ainda não... (Ela, sempre que afirmo para ir fazer um chichi à casa de banho)
Quero dizer só uma coija... (Ela, à noite e já deitada, a empalear)
Passadas as 48 horas, já cá está o antibiótico! Uma semana de molho... e muitas unhas pintadas, toilettes escolhidas e penteados feitos, tudo isto on-line, em sites de jogos infantis.
Mãe, quero mais bicos, favore! (Ela, a pedir mais grão de bico)
Não há piada, mana! (Ela, zangada com a irmã que ria com uma das suas afirmações)
Que diziste, mãe? (Ela, cusca como só ela sabe ser quando não percebe/ouviu o que eu disse)
Xó mais um minuto... (Ela, sempre que lhe digo que agora temos que ir fazer qualquer coisa)
Poquê? (Ela, já a querer justificação para tudo)
Ainda não... (Ela, sempre que afirmo para ir fazer um chichi à casa de banho)
Quero dizer só uma coija... (Ela, à noite e já deitada, a empalear)
Passadas as 48 horas, já cá está o antibiótico! Uma semana de molho... e muitas unhas pintadas, toilettes escolhidas e penteados feitos, tudo isto on-line, em sites de jogos infantis.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Será a doença da bofetada?
Perguntei ao pediatra, depois de a ver corada q.b., com febre, dores de cabeça e cabisbaixa.
ui... este ano, com a crise, anda aí muita bofetada, mas aqui não é o caso!
Aguardem-se mais 48 horas para passar o que quer que seja.
E ela que na semana passada queria ficar doente como a irmã, para não ir ao colégio, já diz que não é nada bom estar doente!
(fis: hoje ouvi-a a repetir esta afirmação: "não gosto de ir mas tem que ser para se aprender").
ui... este ano, com a crise, anda aí muita bofetada, mas aqui não é o caso!
Aguardem-se mais 48 horas para passar o que quer que seja.
E ela que na semana passada queria ficar doente como a irmã, para não ir ao colégio, já diz que não é nada bom estar doente!
(fis: hoje ouvi-a a repetir esta afirmação: "não gosto de ir mas tem que ser para se aprender").
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Top Model
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Dias intensos
Depois de descobrir que a única maneira de abrir a porta de casa sem ferir susceptibilidades era convidar todos e... haja fé em Deus (podendo reunir avós, ex-mulheres do avô, padrinhos, primos e tios), a T. teve este ano direito a DUAS festas de anos!
Foram dias intensos, de muita agitação, muitos presentes (em demasia), muitas guloseimas e, acima de tudo, muitas emoções.
Dia 28 com a família toda (que conseguiu sei-lá-como marcar o ponto para dar um beijinho à T. em horas desencontradas) e dia 29 com os amigos do colégio.
Com tanta emoção a coisa tinha que rebentar e ontem à noite, já nitidamente muito cansada com os festejos, explodiu!
A fragilidade que referi no post anterior apareceu. Já a esperava há muito tempo, mas só sob pressão se manifestou. Melhor assim, penso eu, mais vale tarde do que nunca.
Ao fim de 2 anos manifestou directamente os ciúmes que sente pela irmã, que, de facto, espalha graça e charme pela casa, estraga desenhos e trabalhos, pega no que não deve, usa e abusa da bondade da T.
Depois de afirmar o quanto gostou das festas e dos mimos que recebeu, chorou, mostrou o seu desconsolo, o seu sofrimento. Consegui que dissesse que, do seu ponto de vista, nós, pais, damos muito mais atenção à P. do que a ela.
Ó mãe, porque se ela se magoa vocês vão logo lá dar-lhe colo. E ficam com ela muito tempo. Quando sou eu, tu dizes sempre já passou e mais nada!", exemplificou.
Abraçadas, conversamos. Expliquei-lhe que o amor que sinto por ela é igual ao amor que sinto pela irmã, e que quando nascer a 3ª eu vou conseguir amar todas da mesma maneira. Tentei fazer com que percebesse que a diferença está na idade, que a P. é bem mais pequena, o que faz com que eu tenha, por vezes, de lhe dar mais atenção.
Referi também que o dia acaba por ser pequeno para se fazer tudo o que se quer, o que faz com que tenha que seguir o meu relógio e não o (imaginário) dela.
"Por isso muitas vezes me zango contigo depois de já te ter chamado 3 ou 4 vezes para o banho ou para vires para a mesa...", sustentei.
Argumentei ainda que só tenho dois braços e duas pernas e que não posso estar em duas situações ao mesmo tempo, tendo ela (bem como a irmã) que aprender a esperar.
A reboque veio o desagrado por só frequentar a natação quando as amigas têm duas actividades.
Mea culpa. A opção, contudo, tem um só objectivo: "Assim podes ir para a piscina quando quiseres sem o pai e a mãe se preocuparem. É muito importante saber nadar e a natação é um desporto completo, que te permite aprender muito mais do que só saber nadar".
"Mas isto e aquilo, porque a não-sei-quantas anda também no ballet e mais isto e aquilo...", ainda disse ela.
Ok, ficamos entendidas, se no próximo Verão a questão como-sobreviver-sozinha-na-piscina-sem-braçadeiras estiver completamente resolvida podemos equacionar inscrevê-la noutra actividade. Este ano não. Além do mais já não há vagas nas outras actividades!
"Mãe, o que é vagas????"
O jogo das cadeiras serviu para explicar o significado!
Adormeceu tranquila. Espero que o seu sorriso meigo regresse agora em força.
Foram dias intensos, de muita agitação, muitos presentes (em demasia), muitas guloseimas e, acima de tudo, muitas emoções.
Dia 28 com a família toda (que conseguiu sei-lá-como marcar o ponto para dar um beijinho à T. em horas desencontradas) e dia 29 com os amigos do colégio.
Com tanta emoção a coisa tinha que rebentar e ontem à noite, já nitidamente muito cansada com os festejos, explodiu!
A fragilidade que referi no post anterior apareceu. Já a esperava há muito tempo, mas só sob pressão se manifestou. Melhor assim, penso eu, mais vale tarde do que nunca.
Ao fim de 2 anos manifestou directamente os ciúmes que sente pela irmã, que, de facto, espalha graça e charme pela casa, estraga desenhos e trabalhos, pega no que não deve, usa e abusa da bondade da T.
Depois de afirmar o quanto gostou das festas e dos mimos que recebeu, chorou, mostrou o seu desconsolo, o seu sofrimento. Consegui que dissesse que, do seu ponto de vista, nós, pais, damos muito mais atenção à P. do que a ela.
Ó mãe, porque se ela se magoa vocês vão logo lá dar-lhe colo. E ficam com ela muito tempo. Quando sou eu, tu dizes sempre já passou e mais nada!", exemplificou.
Abraçadas, conversamos. Expliquei-lhe que o amor que sinto por ela é igual ao amor que sinto pela irmã, e que quando nascer a 3ª eu vou conseguir amar todas da mesma maneira. Tentei fazer com que percebesse que a diferença está na idade, que a P. é bem mais pequena, o que faz com que eu tenha, por vezes, de lhe dar mais atenção.
Referi também que o dia acaba por ser pequeno para se fazer tudo o que se quer, o que faz com que tenha que seguir o meu relógio e não o (imaginário) dela.
"Por isso muitas vezes me zango contigo depois de já te ter chamado 3 ou 4 vezes para o banho ou para vires para a mesa...", sustentei.
Argumentei ainda que só tenho dois braços e duas pernas e que não posso estar em duas situações ao mesmo tempo, tendo ela (bem como a irmã) que aprender a esperar.
A reboque veio o desagrado por só frequentar a natação quando as amigas têm duas actividades.
Mea culpa. A opção, contudo, tem um só objectivo: "Assim podes ir para a piscina quando quiseres sem o pai e a mãe se preocuparem. É muito importante saber nadar e a natação é um desporto completo, que te permite aprender muito mais do que só saber nadar".
"Mas isto e aquilo, porque a não-sei-quantas anda também no ballet e mais isto e aquilo...", ainda disse ela.
Ok, ficamos entendidas, se no próximo Verão a questão como-sobreviver-sozinha-na-piscina-sem-braçadeiras estiver completamente resolvida podemos equacionar inscrevê-la noutra actividade. Este ano não. Além do mais já não há vagas nas outras actividades!
"Mãe, o que é vagas????"
O jogo das cadeiras serviu para explicar o significado!
Adormeceu tranquila. Espero que o seu sorriso meigo regresse agora em força.
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
6
Foi há 6 anos. Numa fria manhã, mas cheia de sol, dei entrada no hospital. Não sabia muito bem o que me esperava, temia (e ainda temo) falhar enquanto mãe, pensava (e ainda penso) se seria capaz de cumprir esta tarefa.
Depois de 5 horas em trabalho de parto começaste a portar-te mal, como disse o médico, e fui levada para o bloco, onde passados minutos te vi e senti, cara a cara, pela 1ª vez.
Hoje sou um ser pequenino, com as emoções descontroladas, de lágrima no canto do olho.
Neste teu dia, olho para ti, vejo-te grande, mas ao mesmo tempo frágil, e só peço a Deus para que sejas imensamente feliz!
Um beijo enorme,
Mãe
Depois de 5 horas em trabalho de parto começaste a portar-te mal, como disse o médico, e fui levada para o bloco, onde passados minutos te vi e senti, cara a cara, pela 1ª vez.
Hoje sou um ser pequenino, com as emoções descontroladas, de lágrima no canto do olho.
Neste teu dia, olho para ti, vejo-te grande, mas ao mesmo tempo frágil, e só peço a Deus para que sejas imensamente feliz!
Um beijo enorme,
Mãe
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Ilusões
Caiu o dente. O primeiro. De imediato veio aquela história da fada e do presente e blá-blá-blá.
Com o dente debaixo da almofada adormeceu, de sorriso na cara. Quando a acordei, ao contrário do habitual, saltou da cama, olhou em redor e questionou se haveria ou não alguma surpresa.
Lá estava, também debaixo da almofada, uma moeda de 1 euro! ( Eu sempre recebi uma moeda de 25 escudos, mas a fada não era a protagonista, aparecia um rato).
E o fantástico da coisa é que a dita fada soube colocar o dente numa caixa específica!
Este mundo de ilusões, de encantos, de sonhos é maravilhoso e tenho a impressão que com ela não durará muito mais!
É aproveitar, mãe! É aproveitar! (dito por e para mim)
Com o dente debaixo da almofada adormeceu, de sorriso na cara. Quando a acordei, ao contrário do habitual, saltou da cama, olhou em redor e questionou se haveria ou não alguma surpresa.
Lá estava, também debaixo da almofada, uma moeda de 1 euro! ( Eu sempre recebi uma moeda de 25 escudos, mas a fada não era a protagonista, aparecia um rato).
E o fantástico da coisa é que a dita fada soube colocar o dente numa caixa específica!
Este mundo de ilusões, de encantos, de sonhos é maravilhoso e tenho a impressão que com ela não durará muito mais!
É aproveitar, mãe! É aproveitar! (dito por e para mim)
sábado, 13 de dezembro de 2008
Hoje é um dia especial!
O título dá nome a uma das músicas cantadas neste dia da festa de Natal do pré-escolar.
Um dia grande, preenchido e animado.
Os pais dos finalistas (isto de agora serem finalistas 3 ou 4 vezes no percurso escolar faz-me confusão, admito) também participaram. Os miúdos adoraram esta surpresa e nós até conseguimos cumprir a missão :)
E, de repente, veio-me à cabeça a ideia de que ainda terei seis anos pela frente de festas do pré-escolar!.. Ufa, que tarefa...
Um dia grande, preenchido e animado.
Os pais dos finalistas (isto de agora serem finalistas 3 ou 4 vezes no percurso escolar faz-me confusão, admito) também participaram. Os miúdos adoraram esta surpresa e nós até conseguimos cumprir a missão :)
E, de repente, veio-me à cabeça a ideia de que ainda terei seis anos pela frente de festas do pré-escolar!.. Ufa, que tarefa...
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
A sua sabedoria
A T. já lê e escreve, tudo por iniciativa própria.
Desde cedo que percebemos que ela é pró despachadita, por isso mesmo nunca puxamos por ela em relação aos números, letras e suas conjugações. A ideia é que faça o seu percurso normal sem que chegue ao 1º ano desmotivada por já saber muita coisa.
Agora, lê... pára para ler! O nome do detergente, a marca do lavatório, o nome de bebidas, enfim, tudo que lhe aparece à frente em modo estático (precisa de tempo...).
Depois, senta-se como habitualmente com folhas e canetas à frente e escreve. Faz desenhos para oferecer e coloca legendas.
Encalha, naturalmente, nos nhs e lhs e noutras ligações. Continuo a desvalorizar, sendo certo que não lhe nego a forma como se escreve a palavra tal e tal, porque me pede para as soletrar.
Este fim-de-semana recebi um caderno com desenhos da família: o PAI, a MÃE e as FILAS!
Entretanto, tem um dente a abanar, o primeiro. O problema é que atrás já lá canta o definitivo, cheio de vigor, crescidinho até. O avô dentista aconselhou a tirar o dente de leite para ver se o outro ainda muda (dificilmente) de posição. Agora digo-lhe constantemente para abanar o dente, porque está demasiado preso e tirá-lo assim seria uma tortura. O aparelho é já certo (ainda bem que temos um especialista da coisa na famelga)!
Desde cedo que percebemos que ela é pró despachadita, por isso mesmo nunca puxamos por ela em relação aos números, letras e suas conjugações. A ideia é que faça o seu percurso normal sem que chegue ao 1º ano desmotivada por já saber muita coisa.
Agora, lê... pára para ler! O nome do detergente, a marca do lavatório, o nome de bebidas, enfim, tudo que lhe aparece à frente em modo estático (precisa de tempo...).
Depois, senta-se como habitualmente com folhas e canetas à frente e escreve. Faz desenhos para oferecer e coloca legendas.
Encalha, naturalmente, nos nhs e lhs e noutras ligações. Continuo a desvalorizar, sendo certo que não lhe nego a forma como se escreve a palavra tal e tal, porque me pede para as soletrar.
Este fim-de-semana recebi um caderno com desenhos da família: o PAI, a MÃE e as FILAS!
Entretanto, tem um dente a abanar, o primeiro. O problema é que atrás já lá canta o definitivo, cheio de vigor, crescidinho até. O avô dentista aconselhou a tirar o dente de leite para ver se o outro ainda muda (dificilmente) de posição. Agora digo-lhe constantemente para abanar o dente, porque está demasiado preso e tirá-lo assim seria uma tortura. O aparelho é já certo (ainda bem que temos um especialista da coisa na famelga)!
terça-feira, 18 de novembro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Vindimas
A T. saiu hoje de casa de balde e tesoura na mão.
O programa é passar o dia a vindimar, numa quinta lá para os lados de Penafiel.
Melhor do que as uvas só mesmo as batatas fritas e os croquetes, que seguiram dentro do saco com o almoço!
Que saudades dos tempos em que passava uma semana a vindimar em casa de uma amiga, logo após as Feiras Novas (Ponte de Lima) e onde o "namoro" também estava... eheheheh!
O programa é passar o dia a vindimar, numa quinta lá para os lados de Penafiel.
Melhor do que as uvas só mesmo as batatas fritas e os croquetes, que seguiram dentro do saco com o almoço!
Que saudades dos tempos em que passava uma semana a vindimar em casa de uma amiga, logo após as Feiras Novas (Ponte de Lima) e onde o "namoro" também estava... eheheheh!
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Upgrade
E de repente começou a tratar as pessoas mais velhas por você. Não insisti nada no assunto, apenas tinha avisado que era preciso começar a ter tento na língua...
"Avô/tia/vizinha gostas disto ou daquilo" é afirmação do passado. Foram todos promovidos e eu gosto dessa promoção!
Não me importo nada que o pai e eu sejamos tratados por tu, mas confesso que o à vontade com que tratava os mais velhos por tu deixava-me um pouco incomodada, nomeadamente aquelas pessoas que são distantes, desconhecidas.
Foi um processo normal, gradual... ainda bem.
Em contrapartida, a outra é uma desbocada! Começou agora a juntar mais de 2 palavras, não se cala, repete tudo, reinvindica tudo e faz-se entender muito bem!
O quanto gosto destas meninas...
"Avô/tia/vizinha gostas disto ou daquilo" é afirmação do passado. Foram todos promovidos e eu gosto dessa promoção!
Não me importo nada que o pai e eu sejamos tratados por tu, mas confesso que o à vontade com que tratava os mais velhos por tu deixava-me um pouco incomodada, nomeadamente aquelas pessoas que são distantes, desconhecidas.
Foi um processo normal, gradual... ainda bem.
Em contrapartida, a outra é uma desbocada! Começou agora a juntar mais de 2 palavras, não se cala, repete tudo, reinvindica tudo e faz-se entender muito bem!
O quanto gosto destas meninas...
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sexta-feira, 12 de setembro de 2008
5 Anos
No primeiro dia de confusão na chegada ao colégio, atrevi-me a dar liberdade à T. Pedi-lhe que fosse sozinha até à sala. Ela adorou!
O percurso é pequeno, mas o ir sozinha é um grande passo.
Teve que passar o jardim, subir as escadas, atravessar o hall do colégio, entrar no corredor, seguir até ao fim, entrar na sala dos cabides e, a partir daí, ir ter com os outros meninos, enquanto não chegam as 09:00 para cada grupo ir para a sua sala.
Está oficialmente aberta a época de não me chatear mais com estacionamento e com perda de minutos com todo aquele percurso.
Será prematuro?...
O percurso é pequeno, mas o ir sozinha é um grande passo.
Teve que passar o jardim, subir as escadas, atravessar o hall do colégio, entrar no corredor, seguir até ao fim, entrar na sala dos cabides e, a partir daí, ir ter com os outros meninos, enquanto não chegam as 09:00 para cada grupo ir para a sua sala.
Está oficialmente aberta a época de não me chatear mais com estacionamento e com perda de minutos com todo aquele percurso.
Será prematuro?...
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
No regresso à escola...
Constato que a miúda está enorme, não só em tamanho como em tudo o resto!
A bata, pobre bata, fica mini, a roupa de Verão já está a fugir e o pé parece não parar de crescer.
É uma menina crescida, apesar de ter assumido uma postura de achar que tem imensa graçola, com a mania que sabe tudo e que é grande, que me deixa, por (imensas) vezes, com os cabelos em pé.
(ainda agora: ó mãe, o que é que achas que é mais importante: a filha ficar sempre criança ou o computador? Isto porque já me pediu 3 vezes umas bolachas, que quer para ontem, e pensa que a fazem crescer)
Penso mesmo que é complicado "Educá-los e vê-los crescer. Vê-los crescer e educá-los!"
A bata, pobre bata, fica mini, a roupa de Verão já está a fugir e o pé parece não parar de crescer.
É uma menina crescida, apesar de ter assumido uma postura de achar que tem imensa graçola, com a mania que sabe tudo e que é grande, que me deixa, por (imensas) vezes, com os cabelos em pé.
(ainda agora: ó mãe, o que é que achas que é mais importante: a filha ficar sempre criança ou o computador? Isto porque já me pediu 3 vezes umas bolachas, que quer para ontem, e pensa que a fazem crescer)
Penso mesmo que é complicado "Educá-los e vê-los crescer. Vê-los crescer e educá-los!"
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Conversa de m#%da!
E hoje, ao 4º dia, o avô telefona-me para dizer que "ela está com um cocó mole. O que lhe dar?"
Pai, mas é diarreia?
Não, para já ainda só foi uma vez à casa-de-banho, mas costumas dar-lhe alguma coisa em especial?"
Não, pai, deixe andar...
Ok mas, olha, hoje vai comer dieta, pelo sim pelo não!
(Que avô atento que ela foi arranjar... quem diria, heim?!?!?!)
Pai, mas é diarreia?
Não, para já ainda só foi uma vez à casa-de-banho, mas costumas dar-lhe alguma coisa em especial?"
Não, pai, deixe andar...
Ok mas, olha, hoje vai comer dieta, pelo sim pelo não!
(Que avô atento que ela foi arranjar... quem diria, heim?!?!?!)
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