A T. saiu hoje de casa de balde e tesoura na mão.
O programa é passar o dia a vindimar, numa quinta lá para os lados de Penafiel.
Melhor do que as uvas só mesmo as batatas fritas e os croquetes, que seguiram dentro do saco com o almoço!
Que saudades dos tempos em que passava uma semana a vindimar em casa de uma amiga, logo após as Feiras Novas (Ponte de Lima) e onde o "namoro" também estava... eheheheh!
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
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sexta-feira, 10 de outubro de 2008
sábado, 12 de janeiro de 2008
Salta Folhinhas
É uma livraria infantil que fica muito perto do meu emprego. Passo quase todos os dias à sua porta, porque fica numa das muitas ruas por onde tenho que circular para encontrar um lugar para estacionar o carro.
A "Salta Folhinhas" é um lugar aconchegante, com almofadas espalhadas pelo chão, onde as crianças podem descobrir o encanto dos livros. Mas é também lá que semanalmente, às vezes mais do que uma vez, se pode, em conjunto com os filhos, ouvir e apreciar pequenas representações daqueles contos que também fazem parte da nossa infância.
De cada vez que tenho a sorte de estacionar por ali o carro não resisto e entro na "Salta Folhinhas". Perco-me com tantos livros, tantas histórias desconhecidas, tantas ilustrações coloridas. E foi lá que, no dia em que levei a T., me senti criança no meio das crianças.
A T. pede para repetir e eu quero sentir de novo a criança que há em mim.
A "Salta Folhinhas" é um lugar aconchegante, com almofadas espalhadas pelo chão, onde as crianças podem descobrir o encanto dos livros. Mas é também lá que semanalmente, às vezes mais do que uma vez, se pode, em conjunto com os filhos, ouvir e apreciar pequenas representações daqueles contos que também fazem parte da nossa infância.
De cada vez que tenho a sorte de estacionar por ali o carro não resisto e entro na "Salta Folhinhas". Perco-me com tantos livros, tantas histórias desconhecidas, tantas ilustrações coloridas. E foi lá que, no dia em que levei a T., me senti criança no meio das crianças.
A T. pede para repetir e eu quero sentir de novo a criança que há em mim.
domingo, 11 de novembro de 2007
Mundo
create your own visited countries map
Aqui está o mapa dos países por onde já passei!
(e é o que se faz num dia em que tenho que marcar o ponto, mesmo não se passando nada!)
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Juntas!
Decidi nestas curtas férias que a P. passaria a dormir no quarto da irmã. Dito e feito! Chegámos a casa e a P. abandonou o quarto/escritório/arrumos, onde (ainda) mal cabe o berço, onde (já) mal cabia ela.
A 1ª noite correu bem, já que a T. dorme que nem chumbo, não acordando as 2 vezes que a P. chorou e tive que ir lá.
Hoje, 2ª noite, a coisa está a correr...
Porque não jantou em tempo útil (o que tem sido recorrente e é tema para outro post após consultar o pediatra), a T. foi para a cama cedo, o que fez com que a P. se tenha deitado quando a irmã ainda estava acordada.
Sou chamada ao quarto, num tom cabisbaixo, pela T., para me avisar que a P. "não estava direita" na cama. Digo-lhe que não tem mal, que daqui a uns dias estará provavelmente com a cabeça do lado dos pés. Desvalorizo e recomendo que não olhe para a irmã, para que ela adormeça. Eis senão quando... vejo a P. a puxar com a sua mão o resguardo da cama para baixo, para assim conseguir visualizar a eventual agitação nocturna da irmã.
Estão juntas no quarto desde as 21:00. A P. ainda palra, a T. ainda mexe!
A partilha do quarto só acontece agora por alguns motivos: saber que a P. não dorme muito bem e esperar pela "consolidação" do seu sono (ehhh, não é bem assim, mas...), preferir esperar pelas férias para não interferir no dia-a-dia da T. em tempo de escola.
Depois de avisos lançados durante os últimos 3 meses, comuniquei esta decisão à T. durante as férias. Não gostar foi a sua primeira reacção, já que aquele quarto é dela há 4 anos...
A verdade é que os sonos da manhã e da tarde da P. são já feitos naquele espaço há uns 5 meses para habituação de ambas.
Sempre partilhei o quarto com a minha irmã mais velha enquanto me mantive em casa. Confesso que as guerras eram quase diárias (não sei como é que a minha mãe não se passava mais!). Apanhei com a sua almofada muitas vezes, porque se queixava do meu ressonar (o homem lá de casa não se queixa). A que acordava mais cedo tinha obrigatoriamente que deixar a roupa e o material escolar fora do quarto. O espaço de cada uma esteve sempre bem delineado. Enfim, agora olho para estas situações e recordo-as com alguma saudade...
Com a partilha daqueles metros quadrados aprendi desde cedo a respeitar o espaço dos outros. E é tão importante ter respeito pelos outros!
O quarto/escritório/arrumos é mesmo isso tudo, que vergonha! Mas a culpa é dos apartamentos dito modernos, que têm pouco espaço para a TRALHA do homem lá de casa. E não estou a exagerar, já que apenas tenho umas coisitas naquele espaço.
Não sei se é comum ou se sou só eu sofro com a quantidade de TRALHA que o marido tem.
A 1ª noite correu bem, já que a T. dorme que nem chumbo, não acordando as 2 vezes que a P. chorou e tive que ir lá.
Hoje, 2ª noite, a coisa está a correr...
Porque não jantou em tempo útil (o que tem sido recorrente e é tema para outro post após consultar o pediatra), a T. foi para a cama cedo, o que fez com que a P. se tenha deitado quando a irmã ainda estava acordada.
Sou chamada ao quarto, num tom cabisbaixo, pela T., para me avisar que a P. "não estava direita" na cama. Digo-lhe que não tem mal, que daqui a uns dias estará provavelmente com a cabeça do lado dos pés. Desvalorizo e recomendo que não olhe para a irmã, para que ela adormeça. Eis senão quando... vejo a P. a puxar com a sua mão o resguardo da cama para baixo, para assim conseguir visualizar a eventual agitação nocturna da irmã.
Estão juntas no quarto desde as 21:00. A P. ainda palra, a T. ainda mexe!
A partilha do quarto só acontece agora por alguns motivos: saber que a P. não dorme muito bem e esperar pela "consolidação" do seu sono (ehhh, não é bem assim, mas...), preferir esperar pelas férias para não interferir no dia-a-dia da T. em tempo de escola.
Depois de avisos lançados durante os últimos 3 meses, comuniquei esta decisão à T. durante as férias. Não gostar foi a sua primeira reacção, já que aquele quarto é dela há 4 anos...
A verdade é que os sonos da manhã e da tarde da P. são já feitos naquele espaço há uns 5 meses para habituação de ambas.
Sempre partilhei o quarto com a minha irmã mais velha enquanto me mantive em casa. Confesso que as guerras eram quase diárias (não sei como é que a minha mãe não se passava mais!). Apanhei com a sua almofada muitas vezes, porque se queixava do meu ressonar (o homem lá de casa não se queixa). A que acordava mais cedo tinha obrigatoriamente que deixar a roupa e o material escolar fora do quarto. O espaço de cada uma esteve sempre bem delineado. Enfim, agora olho para estas situações e recordo-as com alguma saudade...
Com a partilha daqueles metros quadrados aprendi desde cedo a respeitar o espaço dos outros. E é tão importante ter respeito pelos outros!
O quarto/escritório/arrumos é mesmo isso tudo, que vergonha! Mas a culpa é dos apartamentos dito modernos, que têm pouco espaço para a TRALHA do homem lá de casa. E não estou a exagerar, já que apenas tenho umas coisitas naquele espaço.
Não sei se é comum ou se sou só eu sofro com a quantidade de TRALHA que o marido tem.
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