terça-feira, 25 de dezembro de 2007

(Balanço) Natal

Querido Pai Natal,
Que boa que foi a minha consoada. Que bom que foi estar junto da família, mesmo que em número reduzido, e ver a minha mãe bem disposta, com força.
Que bom que foi acordar esta manhã, já em casa, e ver que nos deixaste presentes no sapatinho e ver que bebeste a água, comeste duas das três bolachas que te deixámos, bem como levaste o pacote de leite achocolatado, que tinha uma etiqueta que dizia "Para as renas".

Aos meus amigos, desejei um feliz Natal e (já adiantando a coisa) um 2008 muito generoso, porque eles merecem! Espero que tenhas conseguido satisfazer este meu pedido.

Pai Natal,
Quero, então, agradecer teres sido tão atencioso connosco. Mas, acima de tudo, quero agradecer a felicidade que deste à T. Que bom que foi vê-la feliz, contente, radiante, fulgurante, resplandecente... e poderia continuar com os sinónimos, mas não vale a pena.
Cada vez mais o Natal é de e para as crianças. E são elas, de facto, "o nosso combustível, a nossa fonte de energia", como afirmou uma mãe que está a passar um mau bocado.

E hoje há mais, bem sei, mas apenas poderei partilhar por pouco tempo esses momentos com a família. A sogra vai certamente enviar-me o tupperware com as iguarias, sabendo, desde já, que não dispenso a (sua) Roupa Velha e a (sua) aletria.

A profissão obriga-me a estar hoje de plantão. Mas só repetirei esta proeza daqui a sete anos, porque é uma tarefa rotativa...
Saí de casa às 09:30, as ruas estavam desertas. Ainda não vi os amontoados de papel e caixotes nas esquinas, mas eles vão aparecer, mais hora menos hora, porque o povo português ainda não liga muito a questões ambientais.
Fui ao quiosque comprar os jornais (JN e Record, nada mais sai a 25 de Dezembro).
Agora estou aqui... aguardo qualquer coisa.

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