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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Quando a felicidade passa por...

Ter um babysitter!
Preciso do meu espaço, preciso de respirar ar sem filhas e sem marido, um ar saudável possível de obter junto de amigas(os) e em programas simples. Preenchem-me e fazem-me ser quem sou. Preciso de ser uma "eu" verdadeira, com tudo o que isso implica e, até há pouco tempo, sentia-me condicionada, muito condicionada.
O Homem está inumeras vezes fora de casa, a mãe, que é mãe e enquanto tal tem obrigações, lá ficava em casa, recusando programas... porque tem duas filhas muito desejadas, giras, mas não tem com quem as deixar.
Foi muito tempo assim, sem "despachar" a mais velha para ir jantar com as amigas, porque o pai estava a voar. Em contrapartida, durante esse tempo vi o Homem partir para programas com amigos, pela mesma razão: a mãe estava em casa.
Veio a mais nova, tudo se complicou, porque ela chorava muito, estranhava ainda mais e (ainda) é uma bebé difícil.
O copo encheu e transbordou (um bocadinho), porque a minha felicidade passa por me sentir bem comigo própria e isso não estava a acontecer com todos os condicionalismos.
Este ano, logo no início do ano, decidi que não podia privar-me das coisas que me fazem ser Gaja! Das risotas, conversas da treta, reencontros, momentos de satisfação, descontração e desabafos. São minutos/horas em que não penso no come-mastiga-e-engole, já-são-horas, chichi-lavar-os-dentes-e-cama, etc.

Arranjei um babysitter, um homem de confiança, que as minhas filhas adoram! O meu cunhado, solteiro e bem jeitoso, sempre disponível, a não ser as raras vezes que põe música num bar. É só telefonar e já está!
Sou mais feliz assim!

E agora vou jantar fora, comemorar os 34 anos de duas amigas, sim?