Chegados a 2011, consolo-me com o facto do Homem regressar à base do Porto.
Estando a queimar os últimos cartuchos enquanto profissional de Lisboa, não prescindiu de hotel no Porto a propósito de uma estadia de 2 noites na cidade.
Lá fui eu...
Ele chegou às 22:00 e eu, de mochila às costas, disse-lhe até amanhã e parti! Uma noite sem incómodos, uma noite só para mim!
No dia seguinte, acordei cedo, pensei que não podia ser parva, virei e tornei a virar, e lá adormeci, só acordando com o despertador para ter tempo de tomar o pequeno-almoço.
Foi maravilhoso, mas soube a pouco, confesso!
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Palavras soltas...
De repente, como que de um raio se tratasse, deu-me uma vontade de escrever, escrever e escrever por estes lados. É um desejo que se assemelha ao de dar um grito... um desabafo, uma necessidade.
A bebé L está com uma pneumonia. A P. está branca, com má cara, débil. A T. é a única que demonstra saúde e muita vivacidade lá em casa. O homem anda cansado e eu estou "sem rabo" (como ele diz), assim pró muito magra, sentindo estar numa espécie de desfalecimento.
Querido Pai Natal,
Este Natal queria muito receber um balde gigante cheio de energia e saúde, mas não queria que o entregasses apenas a mim, gostava que o multiplicasses para todos os que me são próximos e precisam desses condimentos essenciais para andar no dia a dia, tantas vezes amargo e difícil.
A bebé L está com uma pneumonia. A P. está branca, com má cara, débil. A T. é a única que demonstra saúde e muita vivacidade lá em casa. O homem anda cansado e eu estou "sem rabo" (como ele diz), assim pró muito magra, sentindo estar numa espécie de desfalecimento.
Querido Pai Natal,
Este Natal queria muito receber um balde gigante cheio de energia e saúde, mas não queria que o entregasses apenas a mim, gostava que o multiplicasses para todos os que me são próximos e precisam desses condimentos essenciais para andar no dia a dia, tantas vezes amargo e difícil.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Vidinha
Bem sei que este blog tem estado ao abandono. Não é falta de informação para o rechear, é mesmo falta de tempo, disponibilidade e afins.
Cheguei de 5 dias de namoro cheia de força e paciência, mas estas energias praticamente se esgotaram logo nos dois primeiros dias de regresso a casa, com as duas mais novas coladas às minhas pernas.
Não tenho tempo para mim e isso está a incomodar-me mesmo! E agora faltam-me as palavras...
Cheguei de 5 dias de namoro cheia de força e paciência, mas estas energias praticamente se esgotaram logo nos dois primeiros dias de regresso a casa, com as duas mais novas coladas às minhas pernas.
Não tenho tempo para mim e isso está a incomodar-me mesmo! E agora faltam-me as palavras...
sábado, 12 de junho de 2010
PDI
Há séculos que não ía ao cinema, muito menos à noite! Aconteceu na segunda feira.
Um grupo de 11 amigas foi ao cinema ver (claro, obvío) O Sexo e a Cidade 2. Gargalhada sobre gargalhada, desejo interminável de ter uma semana em Abu Dhabi com todas as amigas e... um sentimento de PDI sobre mim!
Raios, que preciso mesmo de descanso sem crianças!!!
PS: E ficou uma saudade de regressar a NY
Um grupo de 11 amigas foi ao cinema ver (claro, obvío) O Sexo e a Cidade 2. Gargalhada sobre gargalhada, desejo interminável de ter uma semana em Abu Dhabi com todas as amigas e... um sentimento de PDI sobre mim!
Raios, que preciso mesmo de descanso sem crianças!!!
PS: E ficou uma saudade de regressar a NY
sexta-feira, 5 de março de 2010
Atualizações
Tive que acrescentar um número lá em cima, na minha idade.
Vou começando, muito lentamente, a escrever ao abrigo do (des)acordo ortográfico. É na lógica do que tem que ser tem muita força.
A L. arrasta-se. Não gatinha, nada disso, parece uma mulher dos comandos, que segue colada ao chão e centra as suas forças nos braços! Continua um besnico, nem oito quilos tem.
O 2º dente apareceu mas já nem sei bem quando!
A Pisco está despachada, muito despachada e igual a ela própria, com resposta pronta e piada a sair no momento certo, mas resmungona quando quer e teimosa.
A Totas está grandeeeeeeeeeeeeeeeee. Perdeu o seu ar de criança e já é uma menina!
Vou começando, muito lentamente, a escrever ao abrigo do (des)acordo ortográfico. É na lógica do que tem que ser tem muita força.
A L. arrasta-se. Não gatinha, nada disso, parece uma mulher dos comandos, que segue colada ao chão e centra as suas forças nos braços! Continua um besnico, nem oito quilos tem.
O 2º dente apareceu mas já nem sei bem quando!
A Pisco está despachada, muito despachada e igual a ela própria, com resposta pronta e piada a sair no momento certo, mas resmungona quando quer e teimosa.
A Totas está grandeeeeeeeeeeeeeeeee. Perdeu o seu ar de criança e já é uma menina!
domingo, 22 de novembro de 2009
Estado de (sobre)vivência
O prato de sopa fica meio cheio e arranjo muito boa vontade para que o cachorro do almoço consiga entrar.
Estou com um estômago de formiga, sem apetite e praticamente com... nada para agarrar!
É a vida de mãe e profissional no seu melhor, com a agravante de ter ainda de tratar de um café virtual (estas coisas modernas do FB, vá lá que não me meti em mais nada).
O tempo não estica, as míudas absorvem-me até ao tutano e vou resistindo, VIVA!
Ainda estamos safos (nem sei bem como) da tão famosa gripe A e a mais nova vai tomar a vacina.
Estou com um estômago de formiga, sem apetite e praticamente com... nada para agarrar!
É a vida de mãe e profissional no seu melhor, com a agravante de ter ainda de tratar de um café virtual (estas coisas modernas do FB, vá lá que não me meti em mais nada).
O tempo não estica, as míudas absorvem-me até ao tutano e vou resistindo, VIVA!
Ainda estamos safos (nem sei bem como) da tão famosa gripe A e a mais nova vai tomar a vacina.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
A L. e eu
Sinto-me a absorver cada minuto seu. Aproveito todos os segundos livres das outras duas para nós. Ela e eu, olhos nos olhos, corpo a corpo. É o nosso tempo, são os nossos momentos.
Estou a viver esta terceira de forma diferente, talvez por estar mais "madura", talvez por ser a 3ª e talvez por saber (pensar) que é a última bebé que terei, assim, só minha.
Ando feliz, mas cansada, que isto de ter uma recém-nascida mais duas e uma ajuda paterna pontual é dose! Apesar de tudo, não me queixo, antes pelo contrário, congratulo-me por dormir 5/6 horas seguidas de noite e conseguir conciliar as horas da amamentação com o leva e traz das manas, com as horas dos banhos e jantar.
Estou em forma qb. Já saí do hospital quase sem barriga, já tenho o meu peso pré-grávida (mesmo comendo muito mais do que quando a L. era ainda a embutida) e já quase que visto todas as minhas calças.
O grande problema actual é sentir que os dias fogem-me... quinta-feira a L. faz já um mês!
Já lhe sinto as bochechas, pequenas regueifas nas pernas e braços. Começa a ganhar reservas e já não é tão friorenta. Está a crescer,vejo-o, mas não sei quanto pesa e deixo essa "surpresa" para a consulta mensal no pediatra.
Não conseguimos escolher padrinhos para a L. Queremos padrinhos presentes, que sejam "os pais" quando for preciso. Já tivemos o mesmo problema com a P., optando depois por 2 madrinhas. O leque de pessoas em quem confiamos a 100% para assumir esse papel parece estar a esgotar-se! Até não, eu já sei quem quero para madrinha.
A verdade é que os momentos a dois para discutir o assunto têm sido escassos e quando existentes são muito preenchidos pelas filhas. Mas temos tempo...
E hoje o pai vai levar as mais velhas ao Senhor de Matosinhos!
Estou a viver esta terceira de forma diferente, talvez por estar mais "madura", talvez por ser a 3ª e talvez por saber (pensar) que é a última bebé que terei, assim, só minha.
Ando feliz, mas cansada, que isto de ter uma recém-nascida mais duas e uma ajuda paterna pontual é dose! Apesar de tudo, não me queixo, antes pelo contrário, congratulo-me por dormir 5/6 horas seguidas de noite e conseguir conciliar as horas da amamentação com o leva e traz das manas, com as horas dos banhos e jantar.
Estou em forma qb. Já saí do hospital quase sem barriga, já tenho o meu peso pré-grávida (mesmo comendo muito mais do que quando a L. era ainda a embutida) e já quase que visto todas as minhas calças.
O grande problema actual é sentir que os dias fogem-me... quinta-feira a L. faz já um mês!
Já lhe sinto as bochechas, pequenas regueifas nas pernas e braços. Começa a ganhar reservas e já não é tão friorenta. Está a crescer,vejo-o, mas não sei quanto pesa e deixo essa "surpresa" para a consulta mensal no pediatra.
Não conseguimos escolher padrinhos para a L. Queremos padrinhos presentes, que sejam "os pais" quando for preciso. Já tivemos o mesmo problema com a P., optando depois por 2 madrinhas. O leque de pessoas em quem confiamos a 100% para assumir esse papel parece estar a esgotar-se! Até não, eu já sei quem quero para madrinha.
A verdade é que os momentos a dois para discutir o assunto têm sido escassos e quando existentes são muito preenchidos pelas filhas. Mas temos tempo...
E hoje o pai vai levar as mais velhas ao Senhor de Matosinhos!
quinta-feira, 9 de abril de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
33s
Esta Maria tem cá uma actividade... não me lembro das irmãs se mexerem tanto.
A barriga está de tamanho moderado e eu agradeço! Eu engordei pouco, mas na última consulta ela estava com o peso normal.
Não estou à espera de nenhuma bebé grande. Se nascer com 2.800 kg estará muito bem! (as outras marias nasceram com menos gramas).
Nascerá de cesariana e esse é um facto que nada me incomoda ou chateia. Quanto a hospital, se formos às 38s e estiver tudo bem connosco, a "desova" ocorrerá no privado, caso contrário marcharemos para o público.
O esperado dia do seu nascimento é desconhecido, porque nesta gravidez impera o vamos indo e vamos vendo.
Eu só espero que se aguente até 28 de Abril, data em que o pai estará mais disponível, ou melhor, já não terá um outro profissional a depender dele (para as sessões de simulador).
Ainda não averiguei bem a nova lei. Fico na dúvida se os seis meses de que se fala são todos para a mãe ou se são cinco para a mãe e um para o pai (se alguém mais atento ou entendido me esclarecer agradeço).
Com o seu nascimento, este blogue sofrerá pequenas alterações. A mais velha será sempre a mais velha, mas a mais nova perderá o seu estatuto.
(Estou a pensar em denominá-la queijo ou fiambre, ao estilo de uma sandes, porque tenho a impressão que ela vai sentir-se entalada entre as outras 2 ;))
E... hoje é dia de jantar de gajas!
A barriga está de tamanho moderado e eu agradeço! Eu engordei pouco, mas na última consulta ela estava com o peso normal.
Não estou à espera de nenhuma bebé grande. Se nascer com 2.800 kg estará muito bem! (as outras marias nasceram com menos gramas).
Nascerá de cesariana e esse é um facto que nada me incomoda ou chateia. Quanto a hospital, se formos às 38s e estiver tudo bem connosco, a "desova" ocorrerá no privado, caso contrário marcharemos para o público.
O esperado dia do seu nascimento é desconhecido, porque nesta gravidez impera o vamos indo e vamos vendo.
Eu só espero que se aguente até 28 de Abril, data em que o pai estará mais disponível, ou melhor, já não terá um outro profissional a depender dele (para as sessões de simulador).
Ainda não averiguei bem a nova lei. Fico na dúvida se os seis meses de que se fala são todos para a mãe ou se são cinco para a mãe e um para o pai (se alguém mais atento ou entendido me esclarecer agradeço).
Com o seu nascimento, este blogue sofrerá pequenas alterações. A mais velha será sempre a mais velha, mas a mais nova perderá o seu estatuto.
(Estou a pensar em denominá-la queijo ou fiambre, ao estilo de uma sandes, porque tenho a impressão que ela vai sentir-se entalada entre as outras 2 ;))
E... hoje é dia de jantar de gajas!
quarta-feira, 4 de março de 2009
É hoje!
35 anos. Uma constipação chata, espirros atrás de espirros, uma barriga que já não me deixa quase cortar as unhas dos pés, um dia de chuva e mais uns tempos no sofá! Mas uma vida preenchida, dois amores cá fora e um terceiro (ainda) embutido, um marido fantástico, muitas alegrias e felicidades.
Nunca imaginei como seria a minha vida aos 35 anos. Agora que aqui cheguei digo que sou uma mulher feliz (e é pôr de lado as fases menos boas, sim???).
Nunca imaginei como seria a minha vida aos 35 anos. Agora que aqui cheguei digo que sou uma mulher feliz (e é pôr de lado as fases menos boas, sim???).
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
A embutida, me, myself & I
Pouco tenho escrito sobre esta gravidez. É a 3ª, está tudo explicado! O tempo de gestação devia ser diferente, mais curto, digo eu. Consolo-me com o facto de, ainda assim, não ser como a mãe-elefante!
Continuo de repouso (sempre que é possível), tenho anemia, a rapariga ainda não decidiu mostrar a cara e o seu nome continua por escolher.
Faltam 2 meses e pouco (para as 38 que eu aqui já não faço contas de outra maneira) e ainda não tratei de nada quanto a roupas, berço e tralhas. Continua tudo arrumado.
Apenas me vou lembrando, assim como quem não quer a coisa, que a baby tem o que vestir nos primeiros 2 meses. Depois estaremos no Verão e as outras duas nasceram no Inverno. Relativizo: há-de estar um calor tal que ela vai safar-se só de fralda, body e pouco mais!!!! :)
Novidade, novidade nesta 3ª gestação é ainda não andar de discos desmaquilhantes colados às mamas. Pode ser que a ausência de colostro até ao momento faça com que, desta vez, não me venha a transformar numa verdadeira vaca leiteira! Poderá assim ser mais fácil a minha relação com a amamentação.
A registar também a falta de apetite: só na última semana é que comecei a querer comer bolas de berlim, folhados, gelados e similares que pouco contribuem para uma alimentação saudável.
Continuo de repouso (sempre que é possível), tenho anemia, a rapariga ainda não decidiu mostrar a cara e o seu nome continua por escolher.
Faltam 2 meses e pouco (para as 38 que eu aqui já não faço contas de outra maneira) e ainda não tratei de nada quanto a roupas, berço e tralhas. Continua tudo arrumado.
Apenas me vou lembrando, assim como quem não quer a coisa, que a baby tem o que vestir nos primeiros 2 meses. Depois estaremos no Verão e as outras duas nasceram no Inverno. Relativizo: há-de estar um calor tal que ela vai safar-se só de fralda, body e pouco mais!!!! :)
Novidade, novidade nesta 3ª gestação é ainda não andar de discos desmaquilhantes colados às mamas. Pode ser que a ausência de colostro até ao momento faça com que, desta vez, não me venha a transformar numa verdadeira vaca leiteira! Poderá assim ser mais fácil a minha relação com a amamentação.
A registar também a falta de apetite: só na última semana é que comecei a querer comer bolas de berlim, folhados, gelados e similares que pouco contribuem para uma alimentação saudável.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Aqui está a lista!
Eu já bebi detergente da louça, quando era pré-adolescente, com umas amigas, porque queria uma limonada e, na ausência dos limões em casa, serviu o sonasol limão.
Eu não me lembro nem de um terço da minha infância.
Eu sou muito pontual e a espera por alguém faz-me muitas vezes desesperar.
Eu tirava cigarros à minha mãe e fumava-os na janela do meu quarto. Depois, assumi o vício e comprava maços de kentucki a meias com uma amiga, porque só custavam 25 escudos.
A minha bebida preferida é, sem dúvida, a água e é perto do mar que me sinto em casa, porém seria incapaz de viajar num submarino.
Eu fugi mais do que uma vez do colégio para ir ver os rapazes ao liceu.
Eu sou organizada e arrumada qb, mas já fui um verdadeiro aprumo.
Eu não gosto de ervilhas nem de pepino.
O meu primeiro namorado, na 3ª classe, chamava-se Tiago Miranda.
Eu já tive uma depressão.
As minhas unhas são uma vergonha. Não as sei arranjar.
A minha resistência física ao cansaço é praticamente nula. Sou uma pessoa que precisa de dormir.
Gostava de ter seguido Medicina, mas a matemática tramou-me e decidir escolher Letras, aliás, muitas letras.
Eu sou bastante emotiva, embora não o demonstre.
A minha viagem de sonho sempre foi e continua a ser à Austrália.
Temo a solidão.
Eu não me lembro nem de um terço da minha infância.
Eu sou muito pontual e a espera por alguém faz-me muitas vezes desesperar.
Eu tirava cigarros à minha mãe e fumava-os na janela do meu quarto. Depois, assumi o vício e comprava maços de kentucki a meias com uma amiga, porque só custavam 25 escudos.
A minha bebida preferida é, sem dúvida, a água e é perto do mar que me sinto em casa, porém seria incapaz de viajar num submarino.
Eu fugi mais do que uma vez do colégio para ir ver os rapazes ao liceu.
Eu sou organizada e arrumada qb, mas já fui um verdadeiro aprumo.
Eu não gosto de ervilhas nem de pepino.
O meu primeiro namorado, na 3ª classe, chamava-se Tiago Miranda.
Eu já tive uma depressão.
As minhas unhas são uma vergonha. Não as sei arranjar.
A minha resistência física ao cansaço é praticamente nula. Sou uma pessoa que precisa de dormir.
Gostava de ter seguido Medicina, mas a matemática tramou-me e decidir escolher Letras, aliás, muitas letras.
Eu sou bastante emotiva, embora não o demonstre.
A minha viagem de sonho sempre foi e continua a ser à Austrália.
Temo a solidão.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Actualidade
Estive 4 dias a namorar em NY.
Despachei bastantes compras de Natal naquele que foi o fim-de-semana mais louco de todos de compras daquele país.
(Black Friday - After Thanksgiving Day)
Enfardei muitos bagels com cream cheese.
Passámos o tempo a deambular pelas avenidas de mão dada.
Comprámos um beliche para as miúdas.
Estão num excitamento que não se pode... (e o dito ainda não chegou)
Não sei onde vou arrumar a tralha que está por baixo da cama da T., bem como os inúmeros brinquedos que ocupam o quarto.
A barriga cresce a olhos vistos. Sinto-me gorda!
A T. perguntou pela lady Garças e respondi-lhe a verdade. A coisa foi muito assimilada e bem aceite!
Estou cansada desta fase do meu emprego. Tenho momentos em que desejo ser dondoca!
Despachei bastantes compras de Natal naquele que foi o fim-de-semana mais louco de todos de compras daquele país.
(Black Friday - After Thanksgiving Day)
Enfardei muitos bagels com cream cheese.
Passámos o tempo a deambular pelas avenidas de mão dada.
Comprámos um beliche para as miúdas.
Estão num excitamento que não se pode... (e o dito ainda não chegou)
Não sei onde vou arrumar a tralha que está por baixo da cama da T., bem como os inúmeros brinquedos que ocupam o quarto.
A barriga cresce a olhos vistos. Sinto-me gorda!
A T. perguntou pela lady Garças e respondi-lhe a verdade. A coisa foi muito assimilada e bem aceite!
Estou cansada desta fase do meu emprego. Tenho momentos em que desejo ser dondoca!
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Diz que é uma espécie de mãe-coragem...
O que mais tenho ouvido é a expressão "que corajosa!"- Mas será coragem?
Ter 3 filhos na minha geração é, nos dias que correm, uma excepção. Por tudo. Pela situação profissional dos pais, pelo pouco tempo disponível que se tem para eles, pelo que representa em termos económicos mais um elemento no agregado familiar, etc.
Cheguei a casa cansada, com pouca paciência para estar com elas. O que me apetecia mesmo era estatelar-me no sofá, não ter que pensar em brincadeiras, banhos, jantares, roupas para amanhã e insistências quanto às horas de deitar.
Suspirei várias vezes antes de me confrontar hoje com a realidade dos fins-de-tarde. Depois de aqui chegar, depois de ter cumprido todas as tarefas acima descritas, de estar (finalmente) sentada no sofá, senti um aperto, qualquer coisa como: Ai, mas serei eu capaz de aguentar? Terei eu paciência para mais?
...E depois, vou ao quarto delas, tiro a mais nova da cama da "mama" (mana) - não vale a pena, fala pelos cotovelos, diz tudo, mas não corrige o termo - e ao deitá-la na sua ouço: "não mãe, mais um acadinho (bocadinho)"...
Fiquei mais tranquila.
Ter 3 filhos na minha geração é, nos dias que correm, uma excepção. Por tudo. Pela situação profissional dos pais, pelo pouco tempo disponível que se tem para eles, pelo que representa em termos económicos mais um elemento no agregado familiar, etc.
Cheguei a casa cansada, com pouca paciência para estar com elas. O que me apetecia mesmo era estatelar-me no sofá, não ter que pensar em brincadeiras, banhos, jantares, roupas para amanhã e insistências quanto às horas de deitar.
Suspirei várias vezes antes de me confrontar hoje com a realidade dos fins-de-tarde. Depois de aqui chegar, depois de ter cumprido todas as tarefas acima descritas, de estar (finalmente) sentada no sofá, senti um aperto, qualquer coisa como: Ai, mas serei eu capaz de aguentar? Terei eu paciência para mais?
...E depois, vou ao quarto delas, tiro a mais nova da cama da "mama" (mana) - não vale a pena, fala pelos cotovelos, diz tudo, mas não corrige o termo - e ao deitá-la na sua ouço: "não mãe, mais um acadinho (bocadinho)"...
Fiquei mais tranquila.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Estou assim a modos que...
bem!
Sobre o meu actual estado de graça, respondo que me sinto bem, sem qualquer sintoma mau de gravidez, só sono, mas que também já está a diminuir, e a perder as formas (lentamente).
Ao contrário das outras duas gravidezes, ainda não comi nenhuma bola de berlim e a tendência vai para os salgados (excepto qualquer tipo de tarte de maçã).
Contudo, confesso, esta terceira viagem está a deixar-me muito ansiosa!
Sobre o meu actual estado de graça, respondo que me sinto bem, sem qualquer sintoma mau de gravidez, só sono, mas que também já está a diminuir, e a perder as formas (lentamente).
Ao contrário das outras duas gravidezes, ainda não comi nenhuma bola de berlim e a tendência vai para os salgados (excepto qualquer tipo de tarte de maçã).
Contudo, confesso, esta terceira viagem está a deixar-me muito ansiosa!
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Vindimas
A T. saiu hoje de casa de balde e tesoura na mão.
O programa é passar o dia a vindimar, numa quinta lá para os lados de Penafiel.
Melhor do que as uvas só mesmo as batatas fritas e os croquetes, que seguiram dentro do saco com o almoço!
Que saudades dos tempos em que passava uma semana a vindimar em casa de uma amiga, logo após as Feiras Novas (Ponte de Lima) e onde o "namoro" também estava... eheheheh!
O programa é passar o dia a vindimar, numa quinta lá para os lados de Penafiel.
Melhor do que as uvas só mesmo as batatas fritas e os croquetes, que seguiram dentro do saco com o almoço!
Que saudades dos tempos em que passava uma semana a vindimar em casa de uma amiga, logo após as Feiras Novas (Ponte de Lima) e onde o "namoro" também estava... eheheheh!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Fios Brancos
Nasci careca. O cabelo só começou a crescer já eu tinha quase 1 ano. Apareceu escuro, um preto/ acastanhado brilhante que, aos raios do sol, desviava de cor.
Liso, muito liso, sem nunca me permitir ter qualquer tipo de forma na cabeça a não ser algo escorrido, com a idade o cabelo ficou mais claro, assumindo de vez o castanho.
No último mês, uns "fios" brancos sobressaem, aparecem em maior número, mas deixaram de nascer esguios como os outros milhares de cabelos, surgem frisados, espetados...
Não sei se os arranque (aqueles que ainda não estão grandes), porque detesto vê-los a crescer assim desalinhados, se os assuma ou se me entregue às mãos da cabeleireira!
Liso, muito liso, sem nunca me permitir ter qualquer tipo de forma na cabeça a não ser algo escorrido, com a idade o cabelo ficou mais claro, assumindo de vez o castanho.
No último mês, uns "fios" brancos sobressaem, aparecem em maior número, mas deixaram de nascer esguios como os outros milhares de cabelos, surgem frisados, espetados...
Não sei se os arranque (aqueles que ainda não estão grandes), porque detesto vê-los a crescer assim desalinhados, se os assuma ou se me entregue às mãos da cabeleireira!
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Quando a felicidade passa por...
Ter um babysitter!
Preciso do meu espaço, preciso de respirar ar sem filhas e sem marido, um ar saudável possível de obter junto de amigas(os) e em programas simples. Preenchem-me e fazem-me ser quem sou. Preciso de ser uma "eu" verdadeira, com tudo o que isso implica e, até há pouco tempo, sentia-me condicionada, muito condicionada.
O Homem está inumeras vezes fora de casa, a mãe, que é mãe e enquanto tal tem obrigações, lá ficava em casa, recusando programas... porque tem duas filhas muito desejadas, giras, mas não tem com quem as deixar.
Foi muito tempo assim, sem "despachar" a mais velha para ir jantar com as amigas, porque o pai estava a voar. Em contrapartida, durante esse tempo vi o Homem partir para programas com amigos, pela mesma razão: a mãe estava em casa.
Veio a mais nova, tudo se complicou, porque ela chorava muito, estranhava ainda mais e (ainda) é uma bebé difícil.
O copo encheu e transbordou (um bocadinho), porque a minha felicidade passa por me sentir bem comigo própria e isso não estava a acontecer com todos os condicionalismos.
Este ano, logo no início do ano, decidi que não podia privar-me das coisas que me fazem ser Gaja! Das risotas, conversas da treta, reencontros, momentos de satisfação, descontração e desabafos. São minutos/horas em que não penso no come-mastiga-e-engole, já-são-horas, chichi-lavar-os-dentes-e-cama, etc.
Arranjei um babysitter, um homem de confiança, que as minhas filhas adoram! O meu cunhado, solteiro e bem jeitoso, sempre disponível, a não ser as raras vezes que põe música num bar. É só telefonar e já está!
Sou mais feliz assim!
E agora vou jantar fora, comemorar os 34 anos de duas amigas, sim?
Preciso do meu espaço, preciso de respirar ar sem filhas e sem marido, um ar saudável possível de obter junto de amigas(os) e em programas simples. Preenchem-me e fazem-me ser quem sou. Preciso de ser uma "eu" verdadeira, com tudo o que isso implica e, até há pouco tempo, sentia-me condicionada, muito condicionada.
O Homem está inumeras vezes fora de casa, a mãe, que é mãe e enquanto tal tem obrigações, lá ficava em casa, recusando programas... porque tem duas filhas muito desejadas, giras, mas não tem com quem as deixar.
Foi muito tempo assim, sem "despachar" a mais velha para ir jantar com as amigas, porque o pai estava a voar. Em contrapartida, durante esse tempo vi o Homem partir para programas com amigos, pela mesma razão: a mãe estava em casa.
Veio a mais nova, tudo se complicou, porque ela chorava muito, estranhava ainda mais e (ainda) é uma bebé difícil.
O copo encheu e transbordou (um bocadinho), porque a minha felicidade passa por me sentir bem comigo própria e isso não estava a acontecer com todos os condicionalismos.
Este ano, logo no início do ano, decidi que não podia privar-me das coisas que me fazem ser Gaja! Das risotas, conversas da treta, reencontros, momentos de satisfação, descontração e desabafos. São minutos/horas em que não penso no come-mastiga-e-engole, já-são-horas, chichi-lavar-os-dentes-e-cama, etc.
Arranjei um babysitter, um homem de confiança, que as minhas filhas adoram! O meu cunhado, solteiro e bem jeitoso, sempre disponível, a não ser as raras vezes que põe música num bar. É só telefonar e já está!
Sou mais feliz assim!
E agora vou jantar fora, comemorar os 34 anos de duas amigas, sim?
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