"Já ultrapassou todos os prazos (de vida), mas está muito bem disposta e não perdeu o apetite", disse o veterinário, para quem ainda não está na hora.
A ideia é: "tentar drenar o edema pulmonar com uma válvula, muito devagarinho, e deve ter alta sexta-feira".
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
Mostrar mensagens com a etiqueta cadela. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cadela. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Lady Garças
Já aqui a referi algumas vezes. É a nossa cadela, que está muitoooooooo velhinha. São 15 anos, não se pode pedir mais. Esta noite passou-a no veterinário. O coração está fraco, tem um tumor (que nem se mexe porque já não vale a pena) e agora tem líquido nos pulmões.
Logo saberemos ao certo o que fazer.
Para já, vou recordando a sua chegada, a sua energia de cachorro, os seus ciúmes quando nasceu a T e a sua meiguice e companhia intermináveis... e todas as vezes em que as miúdas lhe puxaram pêlos, orelhas, cauda e ela nem pestanejou!
Logo saberemos ao certo o que fazer.
Para já, vou recordando a sua chegada, a sua energia de cachorro, os seus ciúmes quando nasceu a T e a sua meiguice e companhia intermináveis... e todas as vezes em que as miúdas lhe puxaram pêlos, orelhas, cauda e ela nem pestanejou!
domingo, 23 de dezembro de 2007
Esteve umas longas horas no veterinário. Depois de um tratamento regressou a casa com o diagnóstico traçado: síndrome vestibular.
Não lhe vejo melhoras em mais de 24 horas. Regressa ainda hoje ao veterinário.
Felizmente, a T. está praticamente indiferente à situação. Percebeu perfeitamente que a G. está "velhinha" e, à semelhança do que aconteceu com a bisavó, pode morrer por isso. Depois logo veremos a sua reacção. A P., naturalmente, ainda está mais distante e continua a fazer uma festa (é mais puxar os pêlos!) cada vez que se cruza com a cadela e a sorrir-lhe de manhã.
Fiquei apreensiva com a minha irmã mais nova. A verdade é que a G. entrou na minha vida era eu ainda solteira e a minha irmã ainda nem sequer existia. Cresceram juntas, estiveram juntas até eu sair de casa. Ontem à noite foi jantar connosco e, antes e depois da refeição, não largou o chão, ou melhor, não saiu de perto da cadela.
Chegou mesmo a perguntar-me, com as lágrimas a caírem pela cara abaixo, se os veterinários matam os animais. Fui honesta. A vida é mesmo assim...
Expliquei-lhe que a G. iria em breve para o consultório do veterinário, porque está muito doente e eu não quero que ela morra em casa, e dei-lhe a garantia que será muito bem tratada até morrer. Mas acrescentei que sim, que é possível matar os animais que estão em grande sofrimento. E que mais vale dar-lhes uma injecção indolor e acabar com o seu sofrimento do que tê-los vivos, sem condições mínimas de sobrevivência.
Seguiu-se a pergunta se tal também era possível com as pessoas...
Fui mais uma vez honesta, respondi que sim, mas que isso, que se chama eutanásia, é ilegal... e quem o fizer vai preso.
Não lhe vejo melhoras em mais de 24 horas. Regressa ainda hoje ao veterinário.
Felizmente, a T. está praticamente indiferente à situação. Percebeu perfeitamente que a G. está "velhinha" e, à semelhança do que aconteceu com a bisavó, pode morrer por isso. Depois logo veremos a sua reacção. A P., naturalmente, ainda está mais distante e continua a fazer uma festa (é mais puxar os pêlos!) cada vez que se cruza com a cadela e a sorrir-lhe de manhã.
Fiquei apreensiva com a minha irmã mais nova. A verdade é que a G. entrou na minha vida era eu ainda solteira e a minha irmã ainda nem sequer existia. Cresceram juntas, estiveram juntas até eu sair de casa. Ontem à noite foi jantar connosco e, antes e depois da refeição, não largou o chão, ou melhor, não saiu de perto da cadela.
Chegou mesmo a perguntar-me, com as lágrimas a caírem pela cara abaixo, se os veterinários matam os animais. Fui honesta. A vida é mesmo assim...
Expliquei-lhe que a G. iria em breve para o consultório do veterinário, porque está muito doente e eu não quero que ela morra em casa, e dei-lhe a garantia que será muito bem tratada até morrer. Mas acrescentei que sim, que é possível matar os animais que estão em grande sofrimento. E que mais vale dar-lhes uma injecção indolor e acabar com o seu sofrimento do que tê-los vivos, sem condições mínimas de sobrevivência.
Seguiu-se a pergunta se tal também era possível com as pessoas...
Fui mais uma vez honesta, respondi que sim, mas que isso, que se chama eutanásia, é ilegal... e quem o fizer vai preso.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Preocupação
A sua vida está por um fio, parece-me. O peso da idade não perdoa e, de um momento para o outro, caiu. Aguardo resultado da visita ao veterinário. Não adivinho o melhor dos diagnósticos.
sábado, 29 de setembro de 2007
Subscrever:
Mensagens (Atom)
