Dois antibióticos no frigorifico e um terceiro que terminou hoje!
Balanço final: 2 amigdalites, 1 otite.
Salva-se o pai, que do outro lado do Atlântico vai perguntando se as suas 3 Marias estão melhores.
A T. com amigdalite detectada quinta-feira, eu com a mesma maleita diagnosticada domingo e a P. com otite descoberta ao fim da tarde!
Xô,xô,xô...
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
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quarta-feira, 4 de junho de 2008
segunda-feira, 2 de junho de 2008
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Cintilografia com DMSA
Já está! Correu bem melhor do que aquilo que estava à espera. Teve que ser adiado uma semana por causa da febre e realizou-se sexta-feira.
Fui buscá-la a casa às 10:30. A sua boa disposição deixou-me feliz. Mostrei-lhe o casaco, que é já sinónimo de passeio. E desta vez só com a mãe. Chegámos ao hospital 10 minutos antes da hora marcada.
Lá foi chamada e, vendo a senhora de bata branca, imediatamente virou a cara e serviu-se do meu colo para se refugiar de mais uma pessoa estranha que lhe apareceu à frente. Contrario a sua reacção e imediatamente o choro salta. As lágrimas, pesadas, caem sem parar e ainda ninguém lhe tinha tocado.
Quando estavam as suas mãos a serem vistas, numa espécie de vira-daqui-para-ali-em-busca-do-melhor-local, decidi avançar com a sugestão de um pé.
"Prefiro uma picada certeira do que três tentativas falhadas nas mãos", disse, sabendo que os seus pulsos de atarraxar demonstram bem que as veias nas suas mãos são (praticamente) invisíveis.
A enfermeira fez uma cara de espanto, dando a entender que eu era ave-rara por aquelas bandas, mas nem hesitou em concordar. E no primeiro pé descalço lá estava o ponto ideal para a picadela certeira.
Tivemos três longas horas de espera até ao exame, o que eu mais temia. Lá ficou deitada, amarrada, durante cerca de 15 minutos. Chorou, chorou muito, só pelo simples facto de estar presa (e que técnica aquelas enfermeiras têm para o fazer!).
Para surpresa minha, ao fim de 10 minutos de desespero, percebeu que, afinal, não a estavam a magoar, que eu estava bem perto, a fazer-lhe festas na cabeça e de mão dada, e que não havia motivo para tal berreiro. Ficou ali, deitada, presa, a olhar para mim, a ouvir-me até ao fim do exame.
E o bom que foi agarrá-la no final, abraçá-la com força e dar-lhe o abrigo por que tanto ansiava.
Agora aguardamos até 08 de Janeiro para saber o resultado.
Fui buscá-la a casa às 10:30. A sua boa disposição deixou-me feliz. Mostrei-lhe o casaco, que é já sinónimo de passeio. E desta vez só com a mãe. Chegámos ao hospital 10 minutos antes da hora marcada.
Lá foi chamada e, vendo a senhora de bata branca, imediatamente virou a cara e serviu-se do meu colo para se refugiar de mais uma pessoa estranha que lhe apareceu à frente. Contrario a sua reacção e imediatamente o choro salta. As lágrimas, pesadas, caem sem parar e ainda ninguém lhe tinha tocado.
Quando estavam as suas mãos a serem vistas, numa espécie de vira-daqui-para-ali-em-busca-do-melhor-local, decidi avançar com a sugestão de um pé.
"Prefiro uma picada certeira do que três tentativas falhadas nas mãos", disse, sabendo que os seus pulsos de atarraxar demonstram bem que as veias nas suas mãos são (praticamente) invisíveis.
A enfermeira fez uma cara de espanto, dando a entender que eu era ave-rara por aquelas bandas, mas nem hesitou em concordar. E no primeiro pé descalço lá estava o ponto ideal para a picadela certeira.
Tivemos três longas horas de espera até ao exame, o que eu mais temia. Lá ficou deitada, amarrada, durante cerca de 15 minutos. Chorou, chorou muito, só pelo simples facto de estar presa (e que técnica aquelas enfermeiras têm para o fazer!).
Para surpresa minha, ao fim de 10 minutos de desespero, percebeu que, afinal, não a estavam a magoar, que eu estava bem perto, a fazer-lhe festas na cabeça e de mão dada, e que não havia motivo para tal berreiro. Ficou ali, deitada, presa, a olhar para mim, a ouvir-me até ao fim do exame.
E o bom que foi agarrá-la no final, abraçá-la com força e dar-lhe o abrigo por que tanto ansiava.
Agora aguardamos até 08 de Janeiro para saber o resultado.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Mas que doença é que se manifesta apenas durante a noite?
Às 23:30, a P. estava com 40,1 de febre, depois de um dia quase normal.
Bem, não faço ideia, mas como a febre apareceu de novo de manhã já tratei de falar com o pediatra e esta tarde vamos fazer-lhe uma visitinha.
E amanhã tenho que ir com ela fazer um exame com um nome que nem sei dizer ou escrever, mas é da área da medicina nuclear... vamos ficar radioactivas!!!!
Às 23:30, a P. estava com 40,1 de febre, depois de um dia quase normal.
Bem, não faço ideia, mas como a febre apareceu de novo de manhã já tratei de falar com o pediatra e esta tarde vamos fazer-lhe uma visitinha.
E amanhã tenho que ir com ela fazer um exame com um nome que nem sei dizer ou escrever, mas é da área da medicina nuclear... vamos ficar radioactivas!!!!
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