E enquanto estava eu na reunião de pais, as minhas filhas ficaram em casa, com a empregada, que fez o favor de prolongar o seu horário de trabalho e de falar no Natal.
T. : Mãe, amanhã a D. vai-me trazer o número de telemóvel do pai Natal e da mãe Natal!
Eu: Que bom, mas como é que a D. conseguiu esses números, eu nunca consegui...
T: Óh mãe, a D. quando era pequenina foi à Lapónia e eles deram-lhe os números...
Eu: Que sorte!
T.: Óh mãe, assim depois podemos ligar e pedir os presentes em vez de mandar a carta!
Eu: O problema é se eles não têm tempo para atender o telefone ou está sempre ocupado. O melhor é enviar a carta, é mais seguro.
T.: Óh mãe, mas a D. disse-me que faz assim todos os anos e recebe os presentes...
E agora vou ter que inventar os telefonemas... Imaginação fértil, a da empregada! E que rica modernice, o Pai Natal receber as encomendas por telefone!
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
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quarta-feira, 24 de outubro de 2007
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Não sei por que raio os pediatras insistem que o nascimento de dentes não provoca febre! Dizem que é por causa da febre, provocada por uma virose ou outra maleita qualquer, que os dentes rompem.
A sério que não entendo esta teoria... alguém me explica?
A P. anda impossível. Noites péssimas, ranho, uma febre que vai e vem e má disposição quanto baste. Só pode(m) ser dente(s)!
A sério que não entendo esta teoria... alguém me explica?
A P. anda impossível. Noites péssimas, ranho, uma febre que vai e vem e má disposição quanto baste. Só pode(m) ser dente(s)!
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