Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
sábado, 11 de agosto de 2007
Revisão
A P. foi à revisão dos nove meses. Está fina, pronta para novas aventuras!
PC - percentil 95
C - percentil 25
P - percentil 50
Vendo bem estas medidas, a rapariga parece-me desproporcionada... é cabeçuda, é curta e parece gordita.
O seu desenvolvimento segue para bingo! Continua com as vitaminas e o ferro.
Sem dentes ainda à vista, come bem. Mastiga tudo. Não preciso de passar a comida com a varinha, que a rapariga é muito expedita e pouco extravagante, comendo um pouco de tudo.
O Trimetropim continua até nova consulta com a pediatra nefrologista.
PC - percentil 95
C - percentil 25
P - percentil 50
Vendo bem estas medidas, a rapariga parece-me desproporcionada... é cabeçuda, é curta e parece gordita.
O seu desenvolvimento segue para bingo! Continua com as vitaminas e o ferro.
Sem dentes ainda à vista, come bem. Mastiga tudo. Não preciso de passar a comida com a varinha, que a rapariga é muito expedita e pouco extravagante, comendo um pouco de tudo.
O Trimetropim continua até nova consulta com a pediatra nefrologista.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Oportunidade única!

Adquiri uma destas! Não foi no IKEA, de onde saí tão rapidamente como entrei, porque estava lá uma multidão.
Foi no Lidl, esta manhã, bem cedo.
Já tenho uma, para a T. Comprei-a em 2003, custou quase 250 euros. Hoje, esta cadeira igual custou 69 euros!
Quando a T. precisava de sair do ovo pesquisei na internet cadeirinhas. Encontrei vários sites, incluindo portugueses, com referências ao bom desempenho da cadeira. Aliás, venceu, na sua categoria grupos I, II e III, todos os testes realizados naquele ano.
Passados 4 anos, exactamente quando ponderava comprar uma igual para P., o que me iria obrigar a desembolsar qualquer coisa como cerca de 160 euros, o Lidl faz esta promoção, só hoje!
E esta diferença de preço e a sua venda no Lidl só pode ter uma explicação: esta marca alemã lançou um novo modelo da cadeirinha - Kiddy Life Pro -, já vencedora em 2006. Devem estar a querer terminar com o stock do modelo anterior... Eu agradeço.
Pesando 3,5 kg, destinada a partir dos 9 kg e até aos 36 kg, a cadeira cresce com a criança. Tem ainda uma segunda posição, inclinada, que permite tirar bons roncos.
Mas que boa compra... e saí do Lidl com 3 exemplares! Uma para consumo próprio e as restantes para duas mães grávidas, de segunda viagem, que querem repetir a experiência, tal como eu.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Férias - Take 2
Soube-me a pouco. Agora só gozo outra temporada no fim do mês, quando atravessar o Atlântico, rumo à terra do Tio Sam!
Juntas!
Decidi nestas curtas férias que a P. passaria a dormir no quarto da irmã. Dito e feito! Chegámos a casa e a P. abandonou o quarto/escritório/arrumos, onde (ainda) mal cabe o berço, onde (já) mal cabia ela.
A 1ª noite correu bem, já que a T. dorme que nem chumbo, não acordando as 2 vezes que a P. chorou e tive que ir lá.
Hoje, 2ª noite, a coisa está a correr...
Porque não jantou em tempo útil (o que tem sido recorrente e é tema para outro post após consultar o pediatra), a T. foi para a cama cedo, o que fez com que a P. se tenha deitado quando a irmã ainda estava acordada.
Sou chamada ao quarto, num tom cabisbaixo, pela T., para me avisar que a P. "não estava direita" na cama. Digo-lhe que não tem mal, que daqui a uns dias estará provavelmente com a cabeça do lado dos pés. Desvalorizo e recomendo que não olhe para a irmã, para que ela adormeça. Eis senão quando... vejo a P. a puxar com a sua mão o resguardo da cama para baixo, para assim conseguir visualizar a eventual agitação nocturna da irmã.
Estão juntas no quarto desde as 21:00. A P. ainda palra, a T. ainda mexe!
A partilha do quarto só acontece agora por alguns motivos: saber que a P. não dorme muito bem e esperar pela "consolidação" do seu sono (ehhh, não é bem assim, mas...), preferir esperar pelas férias para não interferir no dia-a-dia da T. em tempo de escola.
Depois de avisos lançados durante os últimos 3 meses, comuniquei esta decisão à T. durante as férias. Não gostar foi a sua primeira reacção, já que aquele quarto é dela há 4 anos...
A verdade é que os sonos da manhã e da tarde da P. são já feitos naquele espaço há uns 5 meses para habituação de ambas.
Sempre partilhei o quarto com a minha irmã mais velha enquanto me mantive em casa. Confesso que as guerras eram quase diárias (não sei como é que a minha mãe não se passava mais!). Apanhei com a sua almofada muitas vezes, porque se queixava do meu ressonar (o homem lá de casa não se queixa). A que acordava mais cedo tinha obrigatoriamente que deixar a roupa e o material escolar fora do quarto. O espaço de cada uma esteve sempre bem delineado. Enfim, agora olho para estas situações e recordo-as com alguma saudade...
Com a partilha daqueles metros quadrados aprendi desde cedo a respeitar o espaço dos outros. E é tão importante ter respeito pelos outros!
O quarto/escritório/arrumos é mesmo isso tudo, que vergonha! Mas a culpa é dos apartamentos dito modernos, que têm pouco espaço para a TRALHA do homem lá de casa. E não estou a exagerar, já que apenas tenho umas coisitas naquele espaço.
Não sei se é comum ou se sou só eu sofro com a quantidade de TRALHA que o marido tem.
A 1ª noite correu bem, já que a T. dorme que nem chumbo, não acordando as 2 vezes que a P. chorou e tive que ir lá.
Hoje, 2ª noite, a coisa está a correr...
Porque não jantou em tempo útil (o que tem sido recorrente e é tema para outro post após consultar o pediatra), a T. foi para a cama cedo, o que fez com que a P. se tenha deitado quando a irmã ainda estava acordada.
Sou chamada ao quarto, num tom cabisbaixo, pela T., para me avisar que a P. "não estava direita" na cama. Digo-lhe que não tem mal, que daqui a uns dias estará provavelmente com a cabeça do lado dos pés. Desvalorizo e recomendo que não olhe para a irmã, para que ela adormeça. Eis senão quando... vejo a P. a puxar com a sua mão o resguardo da cama para baixo, para assim conseguir visualizar a eventual agitação nocturna da irmã.
Estão juntas no quarto desde as 21:00. A P. ainda palra, a T. ainda mexe!
A partilha do quarto só acontece agora por alguns motivos: saber que a P. não dorme muito bem e esperar pela "consolidação" do seu sono (ehhh, não é bem assim, mas...), preferir esperar pelas férias para não interferir no dia-a-dia da T. em tempo de escola.
Depois de avisos lançados durante os últimos 3 meses, comuniquei esta decisão à T. durante as férias. Não gostar foi a sua primeira reacção, já que aquele quarto é dela há 4 anos...
A verdade é que os sonos da manhã e da tarde da P. são já feitos naquele espaço há uns 5 meses para habituação de ambas.
Sempre partilhei o quarto com a minha irmã mais velha enquanto me mantive em casa. Confesso que as guerras eram quase diárias (não sei como é que a minha mãe não se passava mais!). Apanhei com a sua almofada muitas vezes, porque se queixava do meu ressonar (o homem lá de casa não se queixa). A que acordava mais cedo tinha obrigatoriamente que deixar a roupa e o material escolar fora do quarto. O espaço de cada uma esteve sempre bem delineado. Enfim, agora olho para estas situações e recordo-as com alguma saudade...
Com a partilha daqueles metros quadrados aprendi desde cedo a respeitar o espaço dos outros. E é tão importante ter respeito pelos outros!
O quarto/escritório/arrumos é mesmo isso tudo, que vergonha! Mas a culpa é dos apartamentos dito modernos, que têm pouco espaço para a TRALHA do homem lá de casa. E não estou a exagerar, já que apenas tenho umas coisitas naquele espaço.
Não sei se é comum ou se sou só eu sofro com a quantidade de TRALHA que o marido tem.
Etiquetas:
Homem lá de casa,
manas,
recordações,
valores
Férias - Take 1
Passámos uma semana nos Algarves. Muito sol, praia, calor e algum descanso.
Pormenores ficam para depois, porque nesta silly season o 1º dia de trabalho está a dar que fazer!
Pormenores ficam para depois, porque nesta silly season o 1º dia de trabalho está a dar que fazer!
Subscrever:
Mensagens (Atom)