Os dias passam a correr (voam como o pai!) . Vivo o dia-a-dia entre rotinas, correrias, horários, obrigações. No meio de tudo isto, repara como as piolhas estão grandes e o quanto não gozei os seus passos de gigante naquela que é a verdadeira história do crescimento.
A T. (4 anos e 8 meses) está uma menina crescida, surpreende nas respostas, atitudes e independências. A verdade é que ela nunca foi bebé bebé, desde cedo mostrou ser uma "pequena adulta", em quase tudo, e provei esta minha ideia com a entrada no pré-escolar, quando a educadora o referiu.
Por ser "madura" para a idade, exigo dela aquilo que, porventura, não devia, especialmente quando o Homem lá de casa não está, talvez por assumir todo o trabalho.
A P. (10 meses) está naquela fase da descoberta, de dia para dia surge uma novidade, como bater "palminhas" (sexta-feira), pôr-se de pé sozinha e aguentar-se cheia de tremeliques ou avançar com mais um som que se assemelha a uma palavra. A evolução é notória e eu não tenho disponibilidade para a motivar e incentivar como tinha com a T.
2 comentários:
Custa, vê-los crescer e não termos muito tempo para eles, não é?!?!
Eu (mesmo assim) ainda vou tendo mais tempo que o Pai lá de casa. E vejo, no olhar dele, a tristeza de descobrir que perdeu a descoberta desta ou daquela graça.
Não é justo, nada mesmo!
Bjinhos grandes
Eu também noto tanto isso. QUe não tenho tanta disponiblidade para o peqeuno como tinha para o maior. E mesmo assim o peqeuno é tão despachado e tão desenvolvido. E dou com ele entretido a brincar sozinho muito satisfeito, quase a andar sozinho... caramba que o tempo não estica!
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