A T. já lê e escreve, tudo por iniciativa própria.
Desde cedo que percebemos que ela é pró despachadita, por isso mesmo nunca puxamos por ela em relação aos números, letras e suas conjugações. A ideia é que faça o seu percurso normal sem que chegue ao 1º ano desmotivada por já saber muita coisa.
Agora, lê... pára para ler! O nome do detergente, a marca do lavatório, o nome de bebidas, enfim, tudo que lhe aparece à frente em modo estático (precisa de tempo...).
Depois, senta-se como habitualmente com folhas e canetas à frente e escreve. Faz desenhos para oferecer e coloca legendas.
Encalha, naturalmente, nos nhs e lhs e noutras ligações. Continuo a desvalorizar, sendo certo que não lhe nego a forma como se escreve a palavra tal e tal, porque me pede para as soletrar.
Este fim-de-semana recebi um caderno com desenhos da família: o PAI, a MÃE e as FILAS!
Entretanto, tem um dente a abanar, o primeiro. O problema é que atrás já lá canta o definitivo, cheio de vigor, crescidinho até. O avô dentista aconselhou a tirar o dente de leite para ver se o outro ainda muda (dificilmente) de posição. Agora digo-lhe constantemente para abanar o dente, porque está demasiado preso e tirá-lo assim seria uma tortura. O aparelho é já certo (ainda bem que temos um especialista da coisa na famelga)!
7 comentários:
:)
Acho que não estou preparada para ver o meu menino lindo, todo desdentado! :S
Essa ânsia de aprender é uma das coisas mais fantásticas de apreciar na maternidade. Já a questão dos dentes era totalmente dispensável. (sorte a vossa)
O meu anda agora sem um dente, caiu a semana passada, fica tão giro!!!
Beijo
Eles crescem sempre assim, a essa velocidade?!?!?
É assustador!
Bjinhos
Já a ler? E com dentes a abanar?
O tempo passa depressa demais, não?
Mas é fantástica a vontade dela em querer saber mais. Parabéns!
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Minha querida,
Não querendo desvirtuar a sabedoria do especialista da tua família, ao meu filho aconteceu exactamente o mesmo. Nasceram os defenitivos antes dos incisivos cairem... e também já estavam grandotes. Aliás, isso está a acontecer com quase todos os miúdos que conheço da geração dos nossos "mais velhos". A mim o dentista disse-me que era cada vez mais comum e que tem a ver com a evolução da espécie. Que não era necessário arrancar os dentes de leite que estavam a abanar, porque os definitivos iriam naturalmente ao lugar, quando os de leite caissem... e incrivelmente, foi o que aconteceu, e num espaço de tempo mais curto do que poderia prever. :B
Beijo
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