quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Saúde a quanto obrigas!

Ontem levei as miúdas às vacinas. 15 meses e 5 anos. Dois "shots" em cada uma. Arrisquei ir sozinha (também não tinha outra opção, verdade seja dita!) com as duas.
Tinha anunciado à T, em finais de 2007, que teria uma vacina aos 5 anos. Sofreu por antecipação durante 15 dias, mas depois passou-lhe. A piolha, claro, nunca faz ideia do que a espera ;), pelo menos para já!
Segunda-feira relembrei o assunto à T, que se mostrou muito optimista e tal-e-coisa-e-tal, porque as vacinas "são importantes, mãe, por causa das doenças", e tal-e-coisa-e-tal.
A T. foi a primeira, porque eu assim o defini, caso contrário como aguentaria com uma besnica aos gritos ao colo e seguraria na mais velha, heim?! Também ficou definido, de acordo com as dicas da enfermeira, que primeiro seria dada aquela vacina que quase não dói, para que a impressão imediata fosse bastante positiva. Foi, então, administrada a vacina dolorosa (reforço da VASPR – Sarampo, Papeira e Rubéola)...
Correu muito bem, muito melhor do que aquilo que eu esperava. Fiquei tão orgulhosa da T! Foi mesmo uma menina grande, que apenas deixou cair as lágrimas enquanto a segunda vacina estava a ser dada. Vi que estava em sofrimento, agarrei-a, dei-lhe conforto e muito mimo numa tentativa de lhe apaziguar a dor.
A P. chorou, mas mais por estar agarrada, no caso da primeira vacina. Na segunda já chorou pela dor (também foi a VASPR).
Saímos dali para um lanche melhorado!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

O Mundo delas


A T. é capaz de passar horas e horas a pintar, a desenhar, a recortar e a colar. É uma criativa! Actualmente, os corações estão no Top, bem como balões e caras a rir, a chorar e/ou disfarçadas, como palhaços, reis, rainhas e princesas.

A P. encontrou um cantinho seu. É ali, na bolsa dos comandos, que guardas as suas relíquias ou bens que não lhe pertencem (que é o caso) para que ninguém lhes toque. E tira e põe e repete vezes sem conta o mesmo. Naquelas bolsas já apanhei bocados de bolacha, colares da irmã, lápis de cera e legos, entre outros.

Palavra puxa palavra?!

Vocabulário disponível por agora:
mãe
pai
ma - mana
mai -mais (muitas vezes confundido com mãe ou mana)
à - água
papa
bebé

pá - sapato
pepé - chupeta
olá
bá - barco (que vê da janela da cozinha, quando está sentada na cadeira da papa)
pá-pá-pá - qua-qua-qua (pato)
meee - mú (vaca)
à-à-à - au-au-au (cão)
nã - não
beeee - som do avião a passar
tá-tá - já está!
qui - aqui

E não me lembro de mais nada. Tenho mesmo a impressão que não diz mais nada!( A actualizar, se for caso disso) Para já, é muito miúda de uma só sílaba!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Este sol de Inverno

Fez-me lembrar a Primavera, os dias mais longos, o calor ameno e os passeios de fim de tarde na praia. Não esperei nem mais um dia e hoje lá fomos, as três, até à praia para brincar.

E mal chegámos a casa "descarreguei-as" dentro da banheira... traziam areia suficiente para encher um vaso!

E amanhã a T. vai de meias pelos joelhos para a escola. Bye-bye collants!

As coisas como elas são

A balança disse-me hoje de manhã que já posso novamente dar sangue! (mais de 50 kg)
E com esta história de falta de sangue do meu tipo (O+) nada melhor do que arranjar um tempinho para passar no IPS.
É que não consigo parar de comer, raios! Que me sirva de consolo dar sangue...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Feriado

A chuva e o frio não convidaram a um passeio. O dia em casa, na ronha, sabe-me bem. A Bimby bimbou largo. Fez o almoço, o lanche e já "aquece" para o jantar.
A mais velha passou o dia a fazer desenhos, agora vê tv, a Raven (estou um bocadito farta desta tipa!). A mais nova passou o dia a... passear. Agora que já conhece em pleno a posição vertical não quer outra coisa. Tenho é que me lembrar deste pormenor para ter tempo de fechar algumas portas, como a da casa-de-banho, onde a torneira do bidé é, sem dúvida, muito desejada. E percebi também que uma caixa cheia de canetas e lápis dá para uma boa hora e meia de brincadeira, caso esteja interessada em ter uma filha cheia de rabiscos! ;)
O Homem cá de casa, depois de uma passagem por Lisboa para hoje simular, o que lhe valeu um 98%, amanhã parte de novo para o país do Carnaval, do calor, da boa onda, do tá tudo bem! Na mala, lá mais para o fim da semana, trará mangas e papaias, porque a família gostou destes sabores transformados em compotas feitas na Bimby e já reinvindicou mais para os lanches de Inverno.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Carnaval

A Branca de Neve saiu de casa feliz. Prevendo já o habitual lufa-lufa das manhãs, decidi acordá-la mais cedo, para que tivesse mais tempo para se preparar. Ajudei-a a vestir-se, tomou o pequeno almoço com um pano de cozinha sobre o peito e colo, para que nenhum salpico de leite manchasse o fato, herdado da tia M., à semelhança do do ano passado (capuchinho vermelho). Depois dos dentes lavados, fita vermelha no cabelo e cara lavada, vieram as pinturas, uma sombra muito soft e um baton e a coisa ficaria pronta, pensei eu.
Ó mãe, posso pôr um bocadinho das tuas pinturas? É que estas não são nada brilhantes e não tenho nada nas bochechas....
Ok. Um pouco de blush, um arrebite de pestanas com o rímel e ficou pronta!

Ontem teve uma festa de anos de uma amiga (filha de uns amigos) e devia ir fantasiada. Escolheu o que de mais piroso há lá por casa: um vestido cor-de-rosa de princesa, oferecido pela avó nos seus anos. A coisa inclui uma peruca loira com caracóis e uma coroa com uns penduricalhos quaisquer a dar mais algum primor ao conjunto.
Como eu estava a trabalhar, o pai teria que a vestir e pintar, obviamente, porque princesa que se preze tem que ter pinturas na cara! A tarefa era monstruosa e o Homem lá de casa resolveu a questão de forma simples: levou a criança a casa do irmão e pediu à cunhada que tratasse do assunto.
O resultado, visto em fotografia, não podia ser mais tenebroso, confesso...
O Homem lá de cada acabou por confidenciar: "tive que lhe tirar a peruca pouco tempo depois. Dava-lhe um ar ordinário!"
Imagine-se...