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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Natal

Este período pré-Natal está a passar-me ao lado.
Não me preocupei com lista de presentes, não senti, em momento algum, o feeling da season, não tratei dos ingredientes para a ceia nem de qualquer pormenor.
A noite de 24 é lá em casa, 16 pessoas, e só sei que tenho pratos e talheres suficientes para todos. Cadeiras??? Sim, vamos conseguir sentar toda a família.
Estou convencida que vamos ter bacalhau, pencas, ovos, batatas, rabanadas, mexidos e bolo rei. Ah, e não esquecer o queijo, que o marido comprou ontem na mercearia ao lado de casa.

É Natal e vamos estar juntos. Tudo o resto são pormenores...
Um bom Natal para todos!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

A caminho de...

Jerusalem do Romeu para 3 dias de (muitos e bons) morfes, descanso q.b. e muito convívio com a família!
Na mala só levo 2 filhas: a mais velha já partiu para os algarves com o avô e o marido ainda trabalha.
Vou matar saudades de Trás-os-Montes, que adoro!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Do (nosso) Dia do Pai

Todos os anos, mas acima de tudo todos os dias!
Hoje terá um sabor especial, logo à noite. Duas crianças saudosas que anseiam pela chegada do pai, uma mulher que não tem dúvidas que este é o melhor pai do mundo, presentes para entregar que vieram das escolas, gravações da comemoração do dia no colégio da T. e um bolo de chocolate "à maneira"!
(Sempre sonhei casar e ter 4 filhos - agora digo que me fico pelas 3 Marias. Nunca imaginei um casamento de princesa, não faz o meu género, mas na verdade acabei por levar véu para fazer a vontade ao meu pai. Em contrapartida, mal saímos da igreja e chegámos a casa, tirei o belo par de sapatos de saltos altos - e muito ao estilo princesa - para calçar as velhinhas Adidas Stan Smith).
Foi o nosso casamento, foi o nosso dia (e que grande dia) que marcou o início de uma vida em comum que vamos (ainda e sempre) construíndo.
Nunca duvidei das suas capacidades enquanto pai. Sempre apostei que estaria presente no dia-a-dia dos nossos filhos, nas tarefas diárias, no seu crescimento, nas suas dúvidas/problemas e alegrias.
Ao contrário do que se passa comigo, tenho a certeza que as 3 Marias guardarão sempre na memória bons momentos de partilha com o pai, bem como excelentes recordações suas.
E, apesar dos kms que nos separam tantos e tantos dias por ano, este pai é o maior e, como escreveu a T., é o nosso companheiro!

Ontem fui representar o pai na festa do colégio da T. Ela, que reagiu muito mal quando soube que o pai não poderia estar presente, mostrou estar feliz e contente. (Obrigada fis por tudo!!). Claro que as hormonas descontroladas não ajudaram nada e, lá no meio de tantos homens, os meus olhos ficaram molhados. É a vida!

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Parentescos

A T. foi este fim-de-semana a Lisboa, com o avô e a tia M. Foi sábado de manhã, muito entusiasmada com o programa, nomeadamente uma festa de pijama que a tia (outra minha irmã que vive na capital) estava já a preparar para ela e para a M.
A festa do pijama passou desapercebida no meio de tanta animação!
Almoçou em casa de uma tia-avô e lá (re)encontrou uma prima em 2º grau da sua idade, aliás, apenas "uns dias mais velha", como fez questão de salientar.
A prima acabou por ser convidada para o programa nocturno e, no dia seguinte, na hora da despedida, as duas não esconderam as lágrimas.
Ficou prometido novo encontro para um dos fins-de-semana prolongados de Dezembro, desta vez cá!

E fiquei contente com esta nova amiga, filha de uma das únicas duas primas direitas que tenho. Pode ser motivo para alimentar de novo a nossa relação, distante desde que o tronco comum da família - o meu avô paterno - morreu.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Conversa de m#%da!

E hoje, ao 4º dia, o avô telefona-me para dizer que "ela está com um cocó mole. O que lhe dar?"

Pai, mas é diarreia?
Não, para já ainda só foi uma vez à casa-de-banho, mas costumas dar-lhe alguma coisa em especial?"
Não, pai, deixe andar...
Ok mas, olha, hoje vai comer dieta, pelo sim pelo não!

(Que avô atento que ela foi arranjar... quem diria, heim?!?!?!)

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Ei-la, a celebridade!

Ó pra ela, tão esplendorosa!


Foi bonito, sim senhora!

Chegámos já ao fim da tarde, mas só perdemos a cena dos croquetes e folhados. Depois, foi um convívio familiar, onde a baba caiu por diversas vezes, fruto de tamanha quantidade de elogios feitos às minhas doces, lindas, giras e interessantes filhas ;)

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Trás-os-Montes

Quatro dias de pasmaceira em Vila Real, debaixo de uma torreira impressionante, levaram-me a usar apenas calções e saia. Foi o delírio da T., que elogiou o traje diariamente, enaltecendo o facto das calças não saírem à rua.

A companhia foi do melhor, com uma interacção geracional fora do comum. A P., do alto do seus quase 2 anos, conquistou a "bivó", que na próxima semana completa 97.
São 97 anos cheios de energia, com idas ao supermercado onde anda de carrinho em punho, de um corredor para o outro, num frenesim à procura de determinadas bolachas para os meninos, bacalhau para os bolinhos, ameixas amarelas para ela e chocolate para o café.

Foram quatro dias de brincadeira com primos, com banhos numa mini-piscina caseira, com banquetes de terra, lama, folhas e ervas.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

A Palmeira

vai ser tema de festança!
Trata-se da comemoração do centenário da sua plantação, lá para os lados de Barcelos.
A dita palmeira de origem tropical, mas que é usada em Portugal como ornamental, foi plantada pelo bisavô do Homem lá de casa quando este pediu a bisavó em casamento.
E a família não quer deixar passar em claro a efeméride e tratou de organizar um evento.
Ninguém sabe a data exacta da plantação de tão bela espécie, apenas se sabe que foi plantada naquele ano e com aquele fim, mas houve quem decidisse que era bonito (porque não?) festejar o primeiro centenário da planta naquela terra no dia em que o bisavô fazia anos...
Assim seja!

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Ar do Sul

Uma semana na Costa Vicentina, com uns fins-de-tarde inesquecíveis na praia, em especial no Carvalhal.
Duas crianças livres, com espaço para brincar.
Umas horas de sol descansada na toalha.
Um casal junto 10 dias seguidos!


E muitas iguarias:
Umas amêijoas com um gosto que perdura.
Uma feijoada de búzios sem descrição.
Pão alentejano de chorar por mais.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Resolvi ligar a máquina da roupa e esperar que termine, ocupando esse tempo por estes lados. Enquanto me dediquei a actualizar a leitura dos blogues um turbilhão de ideias me passou pela cabeça. O instinto leva-me a iniciar a sessão e criar um novo post, para tentar transmitir o que me vai na alma, mas não sei se sou capaz.

60 anos de existência, dos quais mais de metade a fazer sofrer aqueles que diz(ia) que ama(va). Teimoso, mesmo muito persistente, a querer sempre tudo para ontem. Não sabe esperar, desespera, leva os outros ao desespero. Atitudes de miúdo, birras e chamadas de atenção por descontrolo de emoções.
Tão depressa está num buraco, se culpabiliza pelo seu caminho, sente remorsos pelos surtos de sei-lá-o-quê, como está num estado de (aparente) felicidade.
Um homem que nunca cresceu, digo eu. Frustrado, porque quer ser frustado e não sabe tirar partido da vida, do que a vida lhe deu, dá e proporciona. Tudo por ser inconstante.
Apenas lhe reconheço mérito no seu percurso profissional. Nesse caminho, ao contrário do de pai, nunca falhou, sempre se aplicou e conseguiu ser reconhecido.
Somos seis filhos, com idades entre os 36 e os 10, fruto dos seus três desvarios.
A verdade não mata mas mói. Sinto dor.
E tenho pena - o pior sentimento que se pode ter por alguém -, porque só o vejo a ficar um dia mais tarde sozinho.

A máquina já terminou...

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Ao meu pai... e à minha irmã

Muitos parabéns!
Há 60 anos nasceu um menino... que continua menino.
Há 10 anos nasceu mais uma filha, a sexta, a caçula, a minha querida M., também minha afilhada!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Recuperação

A operação correu muito bem. O que mais a paciente temia foi, afinal, fácil de ultrapassar. As anestesias são hoje muito diferentes do que eram há 25 anos, quando o meu irmão veio ao mundo depois de uma cesariana.

Entrou no bloco a chorar, saiu a rir, contente com o acordar normal, como se de um sono profundo se tratasse, apesar de ainda ter perguntado em que mundo estava! Mostrou amar a vida.

A alta está prevista para sexta-feira.

O meu irmão chegou hoje ao fim do dia, mas tem já que partir sexta. A minha irmã não arranjou transporte por um valor minimamente acessível, talvez por se tratar de um fim-de-semana prolongado.


segunda-feira, 21 de abril de 2008

No entretanto...

Um almoço, não de 300 mas de 180 primos, na Curia, com muita chuva.
Os 61 anos da minha mãe, com jantar em minha casa.
Uma crónica de arrepiar.
Uma almoçarada do melhor, em casa da sogra.
Um internamento no serviço de neurocirurgia do Hospital local, cujo nível de ansiedade da doente atinge o máximo imaginável.
E... zero chichis no pote!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Espera-me uma (próxima) semana muito diferente! A minha mãe foi hoje "convocada" para uma cirurgia que ansiava há já muito tempo (listas de espera do SNS).
Entra segunda-feira. As previsões ditam que tenha alta lá para quinta-feira.
Os meus 2 irmãos "emigrantes" chegarão... consoante marcações de voos e disponibilidades de agenda. Eu estarei a seu lado!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Em busca dos (des)conhecidos

Sábado vou participar num almoço/reunião de família. Serão cerca de 300 pessoas, das quais conheço apenas cerca de 30.

sábado, 1 de março de 2008

Baralhadas

Trouxe trabalho para casa, mas ainda não peguei nele nem sei se o farei, tal o imprevisto.
O meu pai encontrou-me on-line esta manhã e desafiou-me para um almoço. Veio cá ter, acompanhado da minha irmã mais nova, e lá fomos a pé até um restaurante perto, com esplanada. Depois do almoço "atracamos" de novo por aqui e ele foi ficando, ficando...
Tem 59, quase 60 anos, mas... faz-me tanta confusão o modo como leva a vida e o que (ainda)pretende dela.
Depois de seis filhos, de três casamentos, prepara-se para ficar sozinho de novo. Vive ainda com a mulher, mas apenas porque... até Junho, anunciou, sem eu perceber como é que é possível a decisão estar tomada e aguentar até lá.
Só lhe pedi que não me apresente quem quer que seja, porque não estou interessada, por mim e pelas minhas filhas.