Esta Maria tem cá uma actividade... não me lembro das irmãs se mexerem tanto.
A barriga está de tamanho moderado e eu agradeço! Eu engordei pouco, mas na última consulta ela estava com o peso normal.
Não estou à espera de nenhuma bebé grande. Se nascer com 2.800 kg estará muito bem! (as outras marias nasceram com menos gramas).
Nascerá de cesariana e esse é um facto que nada me incomoda ou chateia. Quanto a hospital, se formos às 38s e estiver tudo bem connosco, a "desova" ocorrerá no privado, caso contrário marcharemos para o público.
O esperado dia do seu nascimento é desconhecido, porque nesta gravidez impera o vamos indo e vamos vendo.
Eu só espero que se aguente até 28 de Abril, data em que o pai estará mais disponível, ou melhor, já não terá um outro profissional a depender dele (para as sessões de simulador).
Ainda não averiguei bem a nova lei. Fico na dúvida se os seis meses de que se fala são todos para a mãe ou se são cinco para a mãe e um para o pai (se alguém mais atento ou entendido me esclarecer agradeço).
Com o seu nascimento, este blogue sofrerá pequenas alterações. A mais velha será sempre a mais velha, mas a mais nova perderá o seu estatuto.
(Estou a pensar em denominá-la queijo ou fiambre, ao estilo de uma sandes, porque tenho a impressão que ela vai sentir-se entalada entre as outras 2 ;))
E... hoje é dia de jantar de gajas!
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
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terça-feira, 24 de março de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
A embutida, me, myself & I
Pouco tenho escrito sobre esta gravidez. É a 3ª, está tudo explicado! O tempo de gestação devia ser diferente, mais curto, digo eu. Consolo-me com o facto de, ainda assim, não ser como a mãe-elefante!
Continuo de repouso (sempre que é possível), tenho anemia, a rapariga ainda não decidiu mostrar a cara e o seu nome continua por escolher.
Faltam 2 meses e pouco (para as 38 que eu aqui já não faço contas de outra maneira) e ainda não tratei de nada quanto a roupas, berço e tralhas. Continua tudo arrumado.
Apenas me vou lembrando, assim como quem não quer a coisa, que a baby tem o que vestir nos primeiros 2 meses. Depois estaremos no Verão e as outras duas nasceram no Inverno. Relativizo: há-de estar um calor tal que ela vai safar-se só de fralda, body e pouco mais!!!! :)
Novidade, novidade nesta 3ª gestação é ainda não andar de discos desmaquilhantes colados às mamas. Pode ser que a ausência de colostro até ao momento faça com que, desta vez, não me venha a transformar numa verdadeira vaca leiteira! Poderá assim ser mais fácil a minha relação com a amamentação.
A registar também a falta de apetite: só na última semana é que comecei a querer comer bolas de berlim, folhados, gelados e similares que pouco contribuem para uma alimentação saudável.
Continuo de repouso (sempre que é possível), tenho anemia, a rapariga ainda não decidiu mostrar a cara e o seu nome continua por escolher.
Faltam 2 meses e pouco (para as 38 que eu aqui já não faço contas de outra maneira) e ainda não tratei de nada quanto a roupas, berço e tralhas. Continua tudo arrumado.
Apenas me vou lembrando, assim como quem não quer a coisa, que a baby tem o que vestir nos primeiros 2 meses. Depois estaremos no Verão e as outras duas nasceram no Inverno. Relativizo: há-de estar um calor tal que ela vai safar-se só de fralda, body e pouco mais!!!! :)
Novidade, novidade nesta 3ª gestação é ainda não andar de discos desmaquilhantes colados às mamas. Pode ser que a ausência de colostro até ao momento faça com que, desta vez, não me venha a transformar numa verdadeira vaca leiteira! Poderá assim ser mais fácil a minha relação com a amamentação.
A registar também a falta de apetite: só na última semana é que comecei a querer comer bolas de berlim, folhados, gelados e similares que pouco contribuem para uma alimentação saudável.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Identidade
Existem já dois nomes possíveis para a Maria embutida. Decidir é que está difícil. Por mim, quando nascer, depois de olhar para a sua cara, escolho!
(Curiosamente começam os dois por L.)
(Curiosamente começam os dois por L.)
Prorroguei a baixa. Mais um mês de sofá pela frente! (esquecendo as obrigações familiares)
Uma ida ao centro de saúde para marcar o ponto junto de uma médica de família que vive para os doentes e odeia as burocracias, as imposições.
Só a conheço por causa das baixas, que pedi no final das gravidezes anteriores.
Então, J., o que se passa? -disse, sem olhar para mim.
É a baixa, blá, blá, blá...
Ah, pois! Claro! Desculpe, ainda não tinha olhado para si... - afirmou.
Meti conversa. Questionei-a sobre a existência, ou não, de monotonia no seu trabalho, uma vez que reparei que tem que "despachar" muitos doentes numa manhã de trabalho.
Monotonia nunca, porque cada caso é um caso e a sua missão é ser a 1ª médica a descobrir o que se passa com cada um dos seus doentes. Mas muito desgaste, por força do sistema administrativo, que lhe marca doentes de 15 em 15 minutos.
Como posso eu apostar na prevenção, conversar com os utentes, para os conhecer, se me dão 15 minutos para cada um? - desabafou.
Compreendo... é a tal história da produtividade: o que interessa é facturar (neste caso aviar doentes) sem apostar na qualidade da prestação do serviço - respondi.
E ali ficámos, a conversar sobre o sistema, o estado actual e o rumo do nosso país.
Quase que me despedia da médica com um beijinho...
Uma ida ao centro de saúde para marcar o ponto junto de uma médica de família que vive para os doentes e odeia as burocracias, as imposições.
Só a conheço por causa das baixas, que pedi no final das gravidezes anteriores.
Então, J., o que se passa? -disse, sem olhar para mim.
É a baixa, blá, blá, blá...
Ah, pois! Claro! Desculpe, ainda não tinha olhado para si... - afirmou.
Meti conversa. Questionei-a sobre a existência, ou não, de monotonia no seu trabalho, uma vez que reparei que tem que "despachar" muitos doentes numa manhã de trabalho.
Monotonia nunca, porque cada caso é um caso e a sua missão é ser a 1ª médica a descobrir o que se passa com cada um dos seus doentes. Mas muito desgaste, por força do sistema administrativo, que lhe marca doentes de 15 em 15 minutos.
Como posso eu apostar na prevenção, conversar com os utentes, para os conhecer, se me dão 15 minutos para cada um? - desabafou.
Compreendo... é a tal história da produtividade: o que interessa é facturar (neste caso aviar doentes) sem apostar na qualidade da prestação do serviço - respondi.
E ali ficámos, a conversar sobre o sistema, o estado actual e o rumo do nosso país.
Quase que me despedia da médica com um beijinho...
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Com esta é que eu não contava!
A Maria embutida está óptima (LoL), com as medidas normais e cheia de vida. Não quis mostrar a cara, mas tudo bem... nós cá esperamos por uma outra oportunidade.
O que veio depois é que me surpreendeu: gravidez de risco, blá-blá-blá, placenta prévia, blá-blá-blá...
E aqui estou eu, (ainda) a meio do tempo, já em casa, de preferência de papo para o ar, sem fazer esforços!
Brrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr...
Bem, vou é enfardar muitas iguarias nos próximos dias e retirar-me para alegremente participar nos festejos da época.
Feliz Natal a todos!
O que veio depois é que me surpreendeu: gravidez de risco, blá-blá-blá, placenta prévia, blá-blá-blá...
E aqui estou eu, (ainda) a meio do tempo, já em casa, de preferência de papo para o ar, sem fazer esforços!
Brrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr...
Bem, vou é enfardar muitas iguarias nos próximos dias e retirar-me para alegremente participar nos festejos da época.
Feliz Natal a todos!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
A mini-lista
Nos últimos dias temo-nos debruçado minimamente sobre a árdua tarefa de tentar escolher uma lista de nomes - femininos e masculinos - para este bebé que mexe dentro de mim.
Não está fácil, não aparecem muitas alternativas e os (poucos) nomes apontados não são consensuais.
"Temos tempo!", remato sempre no final das curtas conversas.
Antes de casar, já os nomes das nossas 2 crianças estavam escolhidos. Foi fácil.
Não está fácil, não aparecem muitas alternativas e os (poucos) nomes apontados não são consensuais.
"Temos tempo!", remato sempre no final das curtas conversas.
Antes de casar, já os nomes das nossas 2 crianças estavam escolhidos. Foi fácil.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Incentivos à maternidade/Apoio à infância
Decidi tratar da papelada para receber o abono pré-natal. É que é tanta a papelada que até chateia! Fotocópia disto, mais fotocópia daquilo... no total, o envelope vai pesar umas 100 gramas, parece-me.
Decidi também tentar perceber as alterações na lei que, anunciou-se, permitirão à mãe ficar 5+1 meses em casa, acompanhando o seu rebento, com possibilidade de alargar esse período até 12 meses.
Aqui fica o que consegui apanhar na internet, acrescentando alguns comentários (coloridos) pessoais.
"Nova Licença de Parentalidade
Abrange crianças nascidas em 2008, se o pai ou a mãe estiverem a gozar em Janeiro de 2009 a licença de maternidade, de paternidade ou de adopção.
Se estiver a gozar a licença de maternidade em Janeiro de 2009, quando entrar em vigor o novo Código do Trabalho, essa licença poderá ser prolongada até aos 12 meses do bebé, desde que o tempo de licença seja partilhado com o pai.
As novas regras na duração da licença de parentalidade (que irá substituir as actuais licenças de maternidade, paternidade e adopção) entram em vigor no dia 1 de Janeiro, mas são aplicáveis, segundo a proposta de Lei do governo, a todos os trabalhadores que se encontrem, nessa data a gozar essas licenças.
É preciso, no entanto, solicitarem o prolongamento e têm apenas 15 dias para o fazer.
As novas regras:
· A Licença de Parentalidade inicial pode ser dividida entre o pai e a mãe.
· A sua duração será de cinco meses pagos a 100 por cento do vencimento bruto ou seis meses pagos a 83 por cento, mas apenas se a licença for partilhada. Ou seja, é preciso que pelo menos um mês seja gozado em exclusivo pelo pai ou pela mãe (tudo bem, assim conto com o pai durante um mês, desde que ele prescinda de uma parte do seu ordenado) .
· Se não houver partilha da licença, ou se o período partilhado for inferior a um mês, a duração da licença de parentalidade será de quatro meses remunerados a 100 por cento, ou cinco meses a 80 por cento (isto é o que está em vigor e estará se o novo CT não avançar).
· A licença inicial pode ser prolongada por mais seis meses (olha que boa ideia!), desde que partilhada: três meses para a mãe, três meses para o pai. Ou pode ser prolongada só por mais três meses se for requerida apenas pela mãe ou pelo pai.
· Neste período de Licença Parental alargada, o trabalhador receberá 25 por cento do salário bruto (Mas haverá alguém que sobreviva com 25 por cento do rendimento? Lá se foi por água abaixo a boa ideia).
· Aumentará de 5 para 10 dias úteis a licença a gozar obrigatoriamente pelo pai logo após o nascimento do bebé".
E questiono que tipo de apoio à infância é que este país nos dá? Creches não há, as que existem são privadas ou pertencem a IPSS's, cujas vagas contam-se pelos dedos das mãos.
Decidi também tentar perceber as alterações na lei que, anunciou-se, permitirão à mãe ficar 5+1 meses em casa, acompanhando o seu rebento, com possibilidade de alargar esse período até 12 meses.
Aqui fica o que consegui apanhar na internet, acrescentando alguns comentários (coloridos) pessoais.
"Nova Licença de Parentalidade
Abrange crianças nascidas em 2008, se o pai ou a mãe estiverem a gozar em Janeiro de 2009 a licença de maternidade, de paternidade ou de adopção.
Se estiver a gozar a licença de maternidade em Janeiro de 2009, quando entrar em vigor o novo Código do Trabalho, essa licença poderá ser prolongada até aos 12 meses do bebé, desde que o tempo de licença seja partilhado com o pai.
As novas regras na duração da licença de parentalidade (que irá substituir as actuais licenças de maternidade, paternidade e adopção) entram em vigor no dia 1 de Janeiro, mas são aplicáveis, segundo a proposta de Lei do governo, a todos os trabalhadores que se encontrem, nessa data a gozar essas licenças.
É preciso, no entanto, solicitarem o prolongamento e têm apenas 15 dias para o fazer.
As novas regras:
· A Licença de Parentalidade inicial pode ser dividida entre o pai e a mãe.
· A sua duração será de cinco meses pagos a 100 por cento do vencimento bruto ou seis meses pagos a 83 por cento, mas apenas se a licença for partilhada. Ou seja, é preciso que pelo menos um mês seja gozado em exclusivo pelo pai ou pela mãe (tudo bem, assim conto com o pai durante um mês, desde que ele prescinda de uma parte do seu ordenado) .
· Se não houver partilha da licença, ou se o período partilhado for inferior a um mês, a duração da licença de parentalidade será de quatro meses remunerados a 100 por cento, ou cinco meses a 80 por cento (isto é o que está em vigor e estará se o novo CT não avançar).
· A licença inicial pode ser prolongada por mais seis meses (olha que boa ideia!), desde que partilhada: três meses para a mãe, três meses para o pai. Ou pode ser prolongada só por mais três meses se for requerida apenas pela mãe ou pelo pai.
· Neste período de Licença Parental alargada, o trabalhador receberá 25 por cento do salário bruto (Mas haverá alguém que sobreviva com 25 por cento do rendimento? Lá se foi por água abaixo a boa ideia).
· Aumentará de 5 para 10 dias úteis a licença a gozar obrigatoriamente pelo pai logo após o nascimento do bebé".
E depois de um telefonema para a SS ainda fico a saber que as alterações entram em vigor em Janeiro se o PR promulgar o novo Código do Trabalho.
Pois que o senhor Cavaco já decidiu enviar o mesmo para o TC, não foi?!?!?...
E questiono que tipo de apoio à infância é que este país nos dá? Creches não há, as que existem são privadas ou pertencem a IPSS's, cujas vagas contam-se pelos dedos das mãos.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Os comentários não se fizeram esperar!
É agora o rapaz, é??? Já que não conseguiram à segunda...
Estão à procura do menino, é?
E se for outra rapariga??? Já não têm mais nomes para juntar a Maria, pois não?
Oh pá, mas se for rapaz já gastaram João!!!
and so on...
Ele há coisas que, verdadeiramente, não consigo entender, ou melhor, não conseguimos entender.
Nós aqui, a caminho da inscrição nas famílias numerosas, somos a modos que um casal que não se encontra consoante a temperatura corporal feminina, com dia/hora marcada ou posição previamente definida!
Perante estes factos, e porque felizmente não sabemos o que é o problema da infertilidade, até acreditamos que seja A (terceira) Maria qualquer-coisa (nomes pensados). A técnica XPTO para "encomendar" O rapaz, além de desconhecida na especialidade, não vem à baila no calor da emoção.
A T., feliz com a novidade, diz que quer (mais) uma rapariga e até já escolheu "Ana, Beatriz ou Carolina" para nome.
Pois, querida T., podes tirar o cavalinho da chuva, porque o pai e a mãe não escolhem o sexo do/a bebé assim como tu não escolhes o nome do/a mano/a :)
Estão à procura do menino, é?
E se for outra rapariga??? Já não têm mais nomes para juntar a Maria, pois não?
Oh pá, mas se for rapaz já gastaram João!!!
and so on...
Ele há coisas que, verdadeiramente, não consigo entender, ou melhor, não conseguimos entender.
Nós aqui, a caminho da inscrição nas famílias numerosas, somos a modos que um casal que não se encontra consoante a temperatura corporal feminina, com dia/hora marcada ou posição previamente definida!
Perante estes factos, e porque felizmente não sabemos o que é o problema da infertilidade, até acreditamos que seja A (terceira) Maria qualquer-coisa (nomes pensados). A técnica XPTO para "encomendar" O rapaz, além de desconhecida na especialidade, não vem à baila no calor da emoção.
A T., feliz com a novidade, diz que quer (mais) uma rapariga e até já escolheu "Ana, Beatriz ou Carolina" para nome.
Pois, querida T., podes tirar o cavalinho da chuva, porque o pai e a mãe não escolhem o sexo do/a bebé assim como tu não escolhes o nome do/a mano/a :)
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Oficial
Já não consigo apertar o botão das calças e os soutiens (normais) são pequenos para tamanha prateleira!
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
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