domingo, 26 de dezembro de 2010

Ressaca do Natal

Ufa, que canseira, estes dias foram uma correria!
Acabou, agora mais só no próximo ano.
A casa esteve aberta durante os dois dias.
Na sexta, 16 pessoas à mesa, tudo sentado e não faltou nada. Aliás, apenas a aletria, que a santa sogra esqueceu em casa, mas também não fez falta nenhuma.
Ontem, foram entrando e saíndo, e a aletria apareceu!...
Hoje, o despertador tocou e aqui estou eu, a trabalhar!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Natal 2

Sou cristã e católica... por instinto, direi. Sou baptizada, fiz a 1.ª comunhão e a profissão de fé. Não sou crismada porque, contrariando o desejo da minha mãe, não quis. Achei que era assumir uma responsabilidade enorme, que não encaixava no meu perfil. Mas depois, anos mais tarde, senti que casar pela igreja fazia todo o sentido e casei.
As minhas filhas são baptizadas e escolher padrinhos para as três foi a tarefa mais difícil, porque fui exigente nas exigências. Procurei (e encontrei) pessoas que sei que nunca lhes faltarão, acabando por recorrer a próximos não tão próximos (surpreendendo tudo e todos).
E esta conversa toda para dizer que acabei de ler uma entrevista do bispo do Porto a um semanário da cidade, em que D. Manuel Clemente afirma "o amor é o grande presente de Natal".
Palavras sábias! Tudo o resto é pormenor, como o escrevi ontem.
Admiro D. Manuel Clemente. Ouço as suas palavras e gosto. Fico sempre com um sorriso meio aparvalhado quando o confronto com perguntas da atualidade, a maioria das quais relacionadas com a crise. E ele responde sempre...
O bispo do Porto é um homem muito inteligente, é um bom homem, é um senhor!
Em cerca de três meses "fiz" o enterro de dois dos seus antecessores e, confesso, nunca lhes achei piada nenhuma. Este não!
Este ano, na mensagem de Natal, Manuel Clemente pede, usando outras palavras, um minuto, só um minuto para os outros... disponibilizassemos todos 1 minuto para quem mais precisa e seriamos todos muito mais felizes.
Pronto, ok, já chega de delírios, Joana Maria...

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Palavras soltas...

De repente, como que de um raio se tratasse, deu-me uma vontade de escrever, escrever e escrever por estes lados. É um desejo que se assemelha ao de dar um grito... um desabafo, uma necessidade.

A bebé L está com uma pneumonia. A P. está branca, com má cara, débil. A T. é a única que demonstra saúde e muita vivacidade lá em casa. O homem anda cansado e eu estou "sem rabo" (como ele diz), assim pró muito magra, sentindo estar numa espécie de desfalecimento.

Querido Pai Natal,
Este Natal queria muito receber um balde gigante cheio de energia e saúde, mas não queria que o entregasses apenas a mim, gostava que o multiplicasses para todos os que me são próximos e precisam desses condimentos essenciais para andar no dia a dia, tantas vezes amargo e difícil.

Natal

Este período pré-Natal está a passar-me ao lado.
Não me preocupei com lista de presentes, não senti, em momento algum, o feeling da season, não tratei dos ingredientes para a ceia nem de qualquer pormenor.
A noite de 24 é lá em casa, 16 pessoas, e só sei que tenho pratos e talheres suficientes para todos. Cadeiras??? Sim, vamos conseguir sentar toda a família.
Estou convencida que vamos ter bacalhau, pencas, ovos, batatas, rabanadas, mexidos e bolo rei. Ah, e não esquecer o queijo, que o marido comprou ontem na mercearia ao lado de casa.

É Natal e vamos estar juntos. Tudo o resto são pormenores...
Um bom Natal para todos!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A crise, senhores!

Mãe, os pais da B. estão em crise!
Ai sim??
Sim, porque não têm dinheiro...

(MJ, quatro anos acabados de fazer)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

E é (quase) Natal

Vem aí o Natal e eu não estou nem aí!
Gosto de fazer a árvore, montar o presépio e dar um ar de graça à casa, tudo isto com uma ajuda extraordinária, este ano já a seis mãos, mas a "obrigatoriedade" da data irrita-me. E cada vez mais.
A loucura da compra dos presentes, o dinheiro investido, que muitas vezes considero mal gasto, a agenda com véspera, dia e também seguintes marcados, preenchidos de encontros que me obrigam a um corrupio cansativo.
Desejava este ano festejar o Natal a 5 e mais nada! Que me desculpe quem está a contorcer-se com este meu "egoísmo", mas...

Pronto, venha o resto da família, que traga as rabanadas, os mexidos, o bacalhau e as pencas, que eu até vou gostar muito!

sábado, 6 de novembro de 2010

Cenas de 1 matrimónio

Andamos picados, ele e eu! Coisa normal, sem importância, que acontece de quando em vez.
Por agora, eu conto os dias corridos em que não está e concluo que equivalem ao tempo em que estivemos juntos, em NY, no mês passado. É muito, porra!
Isto já para não falar nos 5 fins de semana seguidos em que sou eu que estou em casa e ele não. Só no 6.º fim de semana é que folga e esse é exatamente aquele em que estarei eu a trabalhar. E assim correm os dias...