
Tenho 37 anos, sou mãe da Totas, da Pisco e da bebé L. Vivo numa azáfama entre a casa e o trabalho.
sábado, 29 de setembro de 2007
Desde que chegámos de férias que o Homem lá de casa ainda não teve um fim-de-semana livre. Assim sendo, desde que chegámos de férias que eu ainda não tive um dia menos atarefado. Entre as miúdas e o trabalho, tudo se faz, recorrendo por vezes a muita imaginação, para que não perca as estribeiras.
Estamos no final do mês, sinto que estou a atingir os meus limites de conseguir manter-me em pé. Tenho sono em atraso, tenho saudades de horizontalizar o corpo por breves momentos no sofá, tenho o cansaço à flor da pele.
Neste fim-de-semana também eu estou a trabalhar. Ao contrário do Homem lá de casa, sei com a devida antecedência quando é que vou estar de serviço, o que dá alguma garantia para organizar o agregado familiar.
Por força das circunstâncias, as filhas foram outra vez para casa da avó. Mas ontem saí de lá com dois sentimentos opostos: o quanto estou a precisar de dois dias sem filhas (mesmo estando a trabalhar)/o quanto deixá-las lá me está a cortar o coração.
A T. começou a chorar assim que lhe disse que tinha que ir embora. De imediato arranjou uma desculpa para justificar as lágrimas (tão próprio dela, tentar disfarçar a coisa ), mas logo percebi as suas causas. Agarrei-a, apertei-a, dei-lhe conforto. Assim que surgiu a oportunidade, aproveitei uma deixa para brincar com a situação e a"crise" rapidamente passou.
Acredito que esta "crise" aconteça porque o pai tem estado muito ausente, e tem sofrido de paizite aguda, e porque há já cerca de 3 meses que não dormia fora de casa.
A P. já ficou a dormir. Fui eu que a deitei. Mas saber que chora de noite, que está numa fase em que todos os olhos são poucos e que, apesar de tudo, não está comigo não me permite ficar indiferente, mais que não seja pelo trabalho que vai dar aos outros, quando a responsabilidade é nossa.
São lamentos, eu sei, apesar de eu ser apologista de noites fora de casa, convivências com os mais chegados e novas aventuras.
Uma vez por ano, o Homem lá de casa e eu partimos de férias, ou mini-férias, sem filhas. O coração fica mínimo, apertado, mas o corpo enche-se de novas energias e a alma mais viva!
Estamos no final do mês, sinto que estou a atingir os meus limites de conseguir manter-me em pé. Tenho sono em atraso, tenho saudades de horizontalizar o corpo por breves momentos no sofá, tenho o cansaço à flor da pele.
Neste fim-de-semana também eu estou a trabalhar. Ao contrário do Homem lá de casa, sei com a devida antecedência quando é que vou estar de serviço, o que dá alguma garantia para organizar o agregado familiar.
Por força das circunstâncias, as filhas foram outra vez para casa da avó. Mas ontem saí de lá com dois sentimentos opostos: o quanto estou a precisar de dois dias sem filhas (mesmo estando a trabalhar)/o quanto deixá-las lá me está a cortar o coração.
A T. começou a chorar assim que lhe disse que tinha que ir embora. De imediato arranjou uma desculpa para justificar as lágrimas (tão próprio dela, tentar disfarçar a coisa ), mas logo percebi as suas causas. Agarrei-a, apertei-a, dei-lhe conforto. Assim que surgiu a oportunidade, aproveitei uma deixa para brincar com a situação e a"crise" rapidamente passou.
Acredito que esta "crise" aconteça porque o pai tem estado muito ausente, e tem sofrido de paizite aguda, e porque há já cerca de 3 meses que não dormia fora de casa.
A P. já ficou a dormir. Fui eu que a deitei. Mas saber que chora de noite, que está numa fase em que todos os olhos são poucos e que, apesar de tudo, não está comigo não me permite ficar indiferente, mais que não seja pelo trabalho que vai dar aos outros, quando a responsabilidade é nossa.
São lamentos, eu sei, apesar de eu ser apologista de noites fora de casa, convivências com os mais chegados e novas aventuras.
Uma vez por ano, o Homem lá de casa e eu partimos de férias, ou mini-férias, sem filhas. O coração fica mínimo, apertado, mas o corpo enche-se de novas energias e a alma mais viva!
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Uma das coisas que gosto no colégio da T. é a oportunidade que dão às crianças de conhecerem "coisas novas", promovendo várias visitas durante o ano lectivo.
Hoje foi o dia de visitar uma quinta em Braga (óh mãe, fica muito longe não fica?). O objectivo era contactar a natureza neste início do Outono.
Fui buscá-la ao colégio e saltou-me logo à vistinha a sua sujidade. As nódoas de framboesa espalhadas pela t-shirt, os joelhos bem marcados nas calças, as sapatilhas brancas castanhas. Fiquei feliz por perceber logo, perante o panorama,o quanto gozou o passeio.
A minha primeira pergunta foi se tinha sido bom. Respondeu "óh mãe, adorei!"
Na próxima semana já vai comemorar o Dia Mundial da Música conhecendo o órgão de tubos da Igreja da Lapa.
Eu autorizo tudo, assino logo a folha que me chega do colégio!
Hoje foi o dia de visitar uma quinta em Braga (óh mãe, fica muito longe não fica?). O objectivo era contactar a natureza neste início do Outono.
Fui buscá-la ao colégio e saltou-me logo à vistinha a sua sujidade. As nódoas de framboesa espalhadas pela t-shirt, os joelhos bem marcados nas calças, as sapatilhas brancas castanhas. Fiquei feliz por perceber logo, perante o panorama,o quanto gozou o passeio.
A minha primeira pergunta foi se tinha sido bom. Respondeu "óh mãe, adorei!"
Na próxima semana já vai comemorar o Dia Mundial da Música conhecendo o órgão de tubos da Igreja da Lapa.
Eu autorizo tudo, assino logo a folha que me chega do colégio!
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Nova etapa
A T. estreia-se hoje na natação. Está toda entusiasmada, apesar de ter dito que preferia o ballet. Só espero que não apareçam problemas de ouvidos e afins. Esta estreia apenas começa agora por indicação médica. Até este ano a T. estava quase proibida de frequentar piscinas. A ver vamos...
Ontem fomos comprar o fato de banho (cor-de-rosa) e a touca (cor-de-rosa). A versão azul era muito mais gira, mas... gaja que é gaja, muito mais com a idade dela, adora cor-de-rosa!
Ontem fomos comprar o fato de banho (cor-de-rosa) e a touca (cor-de-rosa). A versão azul era muito mais gira, mas... gaja que é gaja, muito mais com a idade dela, adora cor-de-rosa!
terça-feira, 25 de setembro de 2007
E na sequência
do post anterior, queixo-me do tempo que gasto a preparar as refeições, sempre duas diferentes, para nós e para a P.
E na sequência da frase anterior, digo aqui que quero uma Bimby!
E na sequência da afirmação anterior, tenho a dizer que recebi uma demonstradora lá em casa da dita panela/picadora/passe-vite/liquidificadora/e mais-outras-tantas-funções.
Poça, fiquei fascinada! Mas aquela coisa é mesmo eficaz, rápida, boa e muito cara!
O Euromilhões desta semana dava para comprar milhares de Bimbys...
E na sequência da frase anterior, digo aqui que quero uma Bimby!
E na sequência da afirmação anterior, tenho a dizer que recebi uma demonstradora lá em casa da dita panela/picadora/passe-vite/liquidificadora/e mais-outras-tantas-funções.
Poça, fiquei fascinada! Mas aquela coisa é mesmo eficaz, rápida, boa e muito cara!
O Euromilhões desta semana dava para comprar milhares de Bimbys...
sábado, 22 de setembro de 2007
Tempo...
Os dias passam a correr (voam como o pai!) . Vivo o dia-a-dia entre rotinas, correrias, horários, obrigações. No meio de tudo isto, repara como as piolhas estão grandes e o quanto não gozei os seus passos de gigante naquela que é a verdadeira história do crescimento.
A T. (4 anos e 8 meses) está uma menina crescida, surpreende nas respostas, atitudes e independências. A verdade é que ela nunca foi bebé bebé, desde cedo mostrou ser uma "pequena adulta", em quase tudo, e provei esta minha ideia com a entrada no pré-escolar, quando a educadora o referiu.
Por ser "madura" para a idade, exigo dela aquilo que, porventura, não devia, especialmente quando o Homem lá de casa não está, talvez por assumir todo o trabalho.
A P. (10 meses) está naquela fase da descoberta, de dia para dia surge uma novidade, como bater "palminhas" (sexta-feira), pôr-se de pé sozinha e aguentar-se cheia de tremeliques ou avançar com mais um som que se assemelha a uma palavra. A evolução é notória e eu não tenho disponibilidade para a motivar e incentivar como tinha com a T.
A T. (4 anos e 8 meses) está uma menina crescida, surpreende nas respostas, atitudes e independências. A verdade é que ela nunca foi bebé bebé, desde cedo mostrou ser uma "pequena adulta", em quase tudo, e provei esta minha ideia com a entrada no pré-escolar, quando a educadora o referiu.
Por ser "madura" para a idade, exigo dela aquilo que, porventura, não devia, especialmente quando o Homem lá de casa não está, talvez por assumir todo o trabalho.
A P. (10 meses) está naquela fase da descoberta, de dia para dia surge uma novidade, como bater "palminhas" (sexta-feira), pôr-se de pé sozinha e aguentar-se cheia de tremeliques ou avançar com mais um som que se assemelha a uma palavra. A evolução é notória e eu não tenho disponibilidade para a motivar e incentivar como tinha com a T.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2007
3º dente
E mais umas noites mal dormidas, para mim e para ela.
Muito constipada e muita rabugice à mistura.
Está também naquela fase em que só quer estar de pé, embora seja ainda muito trenguinha...
Continua a não gatinhar, vai onde quer. Arrasta o rabo e lá vai, de preferência em busca da irmã.
Muito constipada e muita rabugice à mistura.
Está também naquela fase em que só quer estar de pé, embora seja ainda muito trenguinha...
Continua a não gatinhar, vai onde quer. Arrasta o rabo e lá vai, de preferência em busca da irmã.
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